Rachel Martins
Rachel Martins
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|---|---|
| Nome completo | Rachel Loyola Martins |
| Outros nomes | Raquel Martins |
| Nascimento | 21 de julho de 1912 São Paulo, SP |
| Nacionalidade | brasileira |
| Morte | 2 de dezembro de 1974 (62 anos) São Paulo, SP |
| Causa da morte | Câncer |
| Ocupação | |
| Atividade | 1928-1974 |
| Cônjuge | Guilherme Martins |
Rachel Loyola Martins, conhecida como Rachel Martins (São Paulo, 21 de julho de 1912 - São Paulo, 2 de dezembro de 1974) foi uma atriz, dubladora e comediante brasileira.[1]
Biografia
Rachel Martins desde cedo quis ser atriz. Nasceu na capital paulista em 1912 e aos 16 anos de idade foi trabalhar no circo para ajudar sua família.
Rachel Martins foi se especializando em comédia. Como comediante, fez grande sucesso nos anos 40 e 50, participando de diversos programas de rádio, dentre as quais a Rádio Cultura de São Paulo que era chamada de Palácio do Rádio e que fazia grande parte de sua programação ao vivo, no auditório da emissora. Ali, Rachel Martins reinava.
Depois, Rachel Martins foi para a televisão. Na TV Paulista, ela participou dos programas de Manoel da Nóbrega, maior nome do humor na época.
Trabalhou em três emissoras : TV Paulista (atual Rede Globo), TV Excelsior, e TV Tupi.
Rachel também fez vários filmes, tendo participado até de uma produção norte-americana.
Faleceu em 1974, em decorrência de um câncer, estava atuando na novela A Barba-Azul na trama ela era a personagem Zazá e sua personagem desapareceu da trama.
Carreira
Televisão
| Ano | Título | Personagem | Notas |
|---|---|---|---|
| 1956-1960 | Praça da Alegria | Vovó Moema | |
| 1959 | Teledrama | Prosepina | Episódio: "Orfeu da Conceição" |
| 1965 | O Céu É de Todos | Calinda | |
| Ainda Resta uma Esperança | Conceição | ||
| A Deusa Vencida | Nhá Vina | ||
| 1966 | Anjo Marcado | — | |
| 1968 | A Pequena Órfã | Amazília | |
| 1969 | Sangue do Meu Sangue | Bá | |
| A Cabana do Pai Tomás | Martha Saint Clair | ||
| 1970 | Pigmalião 70 | Carola von Rolambach | |
| A Próxima Atração | Lourdes | ||
| 1971 | Minha Doce Namorada | Dona Virgínia | |
| Caso Especial | Dona Clotilde, Secretária do Prefeito | Episódio: "N.º 1" | |
| 1973 | Os Ossos do Barão | Rosa | |
| 1974 | A Barba-Azul | Zazá | |
| Caso Especial | — | Episódio: "Mulher"[2] |
Cinema
| Ano | Título | Personagem |
|---|---|---|
| 1952 | Simão, o Caolho | Marcolina |
| 1954 | O Circo Chegou à Cidade | Dona Maricota[3] |
| Mulher de Verdade | Vivi de Toledo Parma | |
| 1955 | Senhora | Clara |
| 1957 | A Doutora é Muito Viva | — |
| 1963 | Crime no Sacopã | — |
| 1968 | A Noite do Meu Bem | Mãe de Dolores |
Rádio
- 1942 a 1950 - Palácio do Rádio (Rádio Cultura de São Paulo)
- 1954 e 1955 - Humor & Ironia (Rádio Cultura de São Paulo)
- 1957 a 1959 - As aventuras de Pimpolho (Rádio Cultura de São Paulo)
Referências
- ↑ http://www.telehistoria.com.br/canais/ficha.asp?idConfiguracao=4869
- ↑ «Caso Especial: Mulher». memoriaglobo.globo.com. Consultado em 29 de maio de 2025
- ↑ «O Circo Chegou à Cidade». Cinemateca Brasileira. Consultado em 26 de fevereiro de 2017