Quarto do Pânico

Quarto do Pânico
Quarto do Pânico
Cartaz de divulgação do filme.
Brasil
2026 •  cor •  98 min 
Gênero thriller psicológico
Direção Gabriela Amaral Almeida
Produção Floresta Produções
Roteiro Fabio Mendes
Baseado em Panic Room, de David Fincher
Elenco
Distribuição Globoplay
Telecine
Lançamento
  • 13 de fevereiro de 2026 (2026-02-13) (Brasil)
Idioma português

Quarto do Pânico é um futuro telefilme brasileiro de thriller psicológico, dirigido por Gabriela Amaral Almeida com roteiro de Fabio Mendes e previsão de lançamento em 13 de fevereiro de 2026 no catálogo do Globoplay, dentro da aba do Telecine.[1][2] Produzido pela Floresta, o longo é uma adaptação nacional do filme de 2002, Panic Room, dirigido originalmente por David Fincher e estrelado por Jodie Foster.[3]

Estrelado por Isis Valverde, a trama acompanha uma uma mulher e sua filha pré-adolescente se escondem na sala secreta de sua nova casa durante uma invasão. Conta ainda com as atuações de Marco Pigossi, Caco Ciocler, André Ramiro e Marianna Santos nos demais papéis.[4]

O longa teve exibição prévia na mostra Midnight Movies do Festival do Rio, antes de sua estreia oficial no streaming.[5]

Sinopse

A trama acompanha uma mulher e sua filha pré-adolescente que se mudam para uma casa equipada com um quarto do pânico — um espaço secreto projetado para situações extremas. Quando supostos ladrões invadem a residência, mãe e filha se refugiam no local, apenas para descobrir que o verdadeiro objetivo dos invasores está justamente dentro do esconderijo, transformando o confinamento em um jogo psicológico de tensão crescente.[6][7]

Elenco

Recepção

Durante sua exibição no Festival do Rio, Quarto do Pânico foi recebido de forma positiva pela crítica. Em texto publicado na Veja, a jornalista Raquel Carneiro destacou a ousadia da produção ao apresentar um thriller inspirado no filme homônimo de 2002, dirigido por David Fincher. A versão brasileira, segundo a crítica, sustenta identidade própria e reúne um elenco de destaque, com Ísis Valverde, Marco Pigossi, Caco Ciocler e André Ramiro. A direção de Gabriela Amaral Almeida e o roteiro de Fábio Mendes foram apontados como fatores centrais para o êxito do suspense, elogiado pela condução narrativa e pela capacidade de dialogar com questões sociais e políticas por meio do cinema de gênero. Apesar de thrillers e filmes de terror tradicionalmente receberem menor reconhecimento crítico, a obra foi considerada um exemplo sólido do potencial do gênero no cinema brasileiro, demonstrando domínio técnico e maturidade artística.[8]

Ver também

Referências