Prata de lei

 Nota: Este artigo é sobre a preferencial liga de prata. Para o elemento químico, veja Prata.
Jarra da Tiffany & Co. de 1871 em prata de lei
Jarra chinesa da Hung Chong and Co. de 1875 em prata de lei

A Prata de lei, por vezes Prata 925 (do inglês:Sterling silver) é uma liga composta por 92,5% de prata e 7,5% de outros metais, geralmente cobre. O padrão da prata de lei, ocasionalmente denominada esterlina tem uma finura milésima mínima de 925.

A prata fina, que é 99,9% prata pura, é relativamente macia, o que torna a prata de lei a mais desejada por estar geralmente ligada ao cobre de modo a aumentar sua dureza e resistência.

Características

A prata esterlina é propensa a oxidação, e elementos além do cobre podem ser usados em ligas para reduzir a oxidação, bem como a porosidade de fundição e a camada de queima. Esses elementos incluem germânio, zinco, platina, silício e boro.[1]

História

Uma peça de prata de lei datada do reinado de Henrique II foi utilizada como padrão até ser depositada na Casa da Moeda Real em 1843. Esta peça tem o selo real ENRI. REX ("Rei Henrique"), mas este foi adicionado mais tarde, no reinado de Henrique III. A primeira definição legal de prata de lei apareceu em 1275, quando um estatuto de Eduardo I especificou que 12 onças troy de prata para moeda deveriam conter 11 onças e 2+1⁄4 grãos de prata e 17+3⁄4 grãos de liga, com 20 grãos por onça troy.[2]

Desde 1840 a 1940, nos Estados Unidos e na Europa, os talheres de prata de lei tornaram-se a norma ao pôr uma mesa adequada. Houve um aumento notável no número de empresas de prata que surgiram durante esse período. O auge da procura pela prata ocorreu durante o período de 50 anos de 1870 a 1920. As linhas de talheres durante este período às vezes incluíam até 100 tipos diferentes de peças.[3]

Referências

  1. Martello, Robert (2010). Midnight Ride, Industrial Dawn: Paul Revere and the Growth of American Enterprise. [S.l.: s.n.] p. 42 
  2. Tarnish-Resistant Silver Alloys Silversmithing.com, Retrieved 04-16-2018
  3. Tunis, Edwin (1999). Colonial Craftsmen: And the Beginnings of American Industry. [S.l.: s.n.] p. 83