Prêmio Megafone de Ativismo

O Prêmio Megafone de Ativismo é uma premiação dedicada a agraciar ativistas, comunicadores, artistas, entidades e figuras públicas que se destacam na defesa dos direitos humanos e do meio ambiente. Existente desde 2022, é o primeiro prêmio brasileiro dedicado ao ativismo, concedido por algumas das principais organizações não governamentais atuantes no Brasil: Instituto Socioambiental (ISA), WWF Brasil, Greenpeace Brasil, Engajamundo, Pimp My Carroça, Hivos e Vozes Pela Ação Climática Justiça (VAC).[1]

O prêmio conta com 14 categorias, sendo elas: Ação Direta, Arte de Rua, Foto, Cartaz, Cidadão Indignado, Documentário, Jovem Ativista, Marcha ou Manifestação de Rua, Meme, Música ou Videoclipe, Perfil de Rede Social, Reportagem e Megafone do Ano.[2]

Em 2023, os grandes destaques da premiação foram a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e a líder indígena e ativista Txai Suruí.[3] O jornalismo em quadrinhos também foi reconhecido, com a vitória da reportagem Um povo, três massacres, da Revista Badaró, que retrata, em arte sequencial, a violência contra o povo guarani-kaiowá.[4]

Referências

  1. «Prêmio Megafone é o primeiro no Brasil a contemplar o ativismo». EBC. Março de 2022. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  2. «Jogral das bolsonaristas vence Prêmio Megafone na categoria meme». Folha de S.Paulo. Abril de 2023. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  3. «Da defesa dos povos indígenas aos memes do bolsonarismo: confira o resultado do Prêmio Megafone». Brasil de Fato. 24 de abril de 2023. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  4. «Revista da capital ganha prêmio concedido por ONGs internacionais». Campo Grande News. Abril de 2023. Consultado em 12 de outubro de 2025