Paxilina (alcaloide)
Paxilina (alcaloide)
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| Nomes | |||||||||||||||
| Nome IUPAC | (2R,4bS,6aS,12bS,12cR,14aS)-4b-hidroxi-2-(1-hidroxi-1-metiletil)-12b,12c-dimetil-5,6,6a,7,12,12b,12c,13,14,14a-decahidro-2H-cromeno[5',6':6,7]indeno[1,2-b]indol-3(4bH)-ona | ||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
- Não confundir com a proteína transdutora de sinal com o mesmo nome paxilina (em inglês paxillin).
A paxilina (em inglês paxilline) é um alcaloide indólico diterpénico tóxico tremorgénico[1][2] que actua como.bloqueador dos canais de potássio. O organismo que produz esta micotoxina e do qual deriva o nome do composto é o fungo Penicillium paxilli.[3] Um grupo de 17 de genes (cluster Pax) localizado no cromossoma Va desta espécie codifica as enzimas responsáveis pela síntese de paxilina.[4] A paxilina é muito tóxica se ingerida, inalada ou absorvida pela pele, podendo danificar os olhos e actua como uma potente neurotoxina.[3]
