Pomba-galega
Pomba-galega
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| Estado de conservação | |||||||||||||||
![]() Pouco preocupante | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||
| Patagioenas cayennensis (Bonnaterre, 1792) | |||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||
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| Sinónimos | |||||||||||||||
| Columba cayennensis Bonnaterre, 1792 | |||||||||||||||
Pomba-galega[1] (nome científico: Patagioenas cayennensis) é uma espécie de ave da família Columbidae.
Nomes vernáculos
É também conhecida como pomba-dourada (litoral sul paulista), pocaçu, pomba-pocaçu, pomba-santa-cruz, pomba-verdadeira, pomba-legítima, pomba-mineira, pomba-gemedeira, pomba-do-ar e zuleica (São Paulo).[2]
O nome pomba-galega foi selecionado como nome vernáculo técnico para a espécie pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) em 2021.[1]
Descrição
O alto da cabeça, pescoço, manto e peito são da cor vinho. O restante da plumagem é cinza-azulado, a nuca tem reflexos metálicos. As pontas das retrizes (penas da cauda) são pardo-claras. Mede cerca de 32 cm.[2]
Biologia
Hábitos
Vive na orla da mata, pousa comumente em embaúbas e sobre árvores isoladas nas margens dos rios. Voa bem. Move-se no solo andando com passinhos miúdos e rápidos; para a cabeça a cada passo dado, durante um instante, a fim de observar melhor as cercanias. Não saltita nunca. Boceja. Não esconde a cabeça entre as penas do dorso para dormir. Gosta de tomar banho. Após o macho ter galado a fêmea, ela “gala” o macho.[2]
Comum em campos com árvores isoladas, árvores nas margens de rios, bordas de florestas, capoeiras e manguezais. Vive solitária ou aos pares, associando-se em bandos fora da época da reprodução. Pousa no alto das árvores, geralmente em locais bem visíveis.[2]
Alimentação
É granívora e frugívora. Com um rápido movimento lateral do bico vira as folhas mortas para descobrir sementes e frutos caídos, esse movimento também é utilizado para extração de sementes em fendas.[2] [3]
Reprodução
No período de acasalamento (setembro a dezembro), os machos brigam em disputas acirradas, chegando mesmo a cairem juntos ao solo. Durante o cortejo o macho costuma fazer reverências para a fêmea. Os casais são inseparáveis e fazem ninhos tão ralos, olhando-os por debaixo, consegue-se ver os ovos. Normalmente são postos 2 ovos de cor branca.[2]
Ocorrência
Presente em todo o Brasil, e também do México à Argentina e Uruguai.[2]
A espécie foi considerada extinta no território do Ceará, em 2021.[4]
Referências
- ↑ a b José Fernando Pacheco; Luís Fábio Silveira; Alexandre Aleixo; et al. (26 de julho de 2021), Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos – segunda edição, doi:10.5281/ZENODO.5138368, Wikidata Q108322590
- ↑ a b c d e f g Pomba-galega @ WikiAves
- ↑ «Pomba-galega (Patagioenas cayennensis) | PhotoAves - Fotos e informações sobre a espécie». www.photoaves.com. Consultado em 2 de setembro de 2021
- ↑ «AVES». Secretaria do Meio Ambiente. Consultado em 12 de dezembro de 2023


