Passiflora caerulea
P. caerulea
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![]() Maracujá-azul, Passiflora caerulea | |||||||||||||||
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Flor de P. caerulea
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| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||
| Passiflora caerulea L. | |||||||||||||||
A Passiflora caerulea, popularmente conhecida como maracujá-azul,[1] é a planta mais comum dentro do seu género[carece de fontes], originalmente nativa da América do Sul. Apesar da origem desta trepadeira ser tropical e subtropical, é mais resistente a baixas temperaturas relativamente às do seu género, como é o caso da Passiflora edulis. Por este motivo, já está bastante disseminada pela Europa, assim como naturalmente nas regiões de origem. Esta planta é mais usada em jardins com fins ornamentais do que para fins de frutificação. Isto deve-se às suas características de trepadeira, com a função de cobertura de muros e sebes. Em detrimento, a sua função frutífera é posta em segundo plano, já que os frutos, apesar de serem comestíveis (casca laranja com uma polpa muito avermelhada), são algo sensaborões e sem cheiro.
Etimologia
Maracujá provém do tupi antigo murukuîá.[2]
Curiosidades
É uma espécie extremamente variável em relação ao seu fenótipo, nomeadamente as cores da flor, com um número quase infinito de variedades, isto devido ao seu cultivo efectuar-se através da semente (e não através de propagação por estaca, etc.), criada através de fecundação, o que aumenta exponencialmente a probabilidade da nova planta ser diferente daquela que gerou a sua semente.
Galeria
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Fruto -
Fruto de P. caerulea
Ver também
- Lista de frutas
- Lista de vegetais
- ↑ «Maracujá-azul». Michaelis On-Line. Consultado em 17 de novembro de 2025
- ↑ Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. p. 319. ISBN 978-85-260-1933-1
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