Partido Social Republicano

Partido Social Republicano
SiglaPSR
LíderPedro Ludovico Teixeira
PresidenteDiretório fluminense: José Eduardo de Macedo Soares
Diretório goiano: Laudelino Gomes de Almeida
Fundação27 de janeiro de 1933 (93 anos)
Dissolução11 de dezembro de 1937 (88 anos)
SedeRio de Janeiro, Distrito Federal, Brasil (Diretório fluminense/sede central)
Goiás, Goiás, Brasil (Diretório goiano)
IdeologiaSocial-democracia
Progressismo
Marxismo
Sindicalismo
Espectro políticoCentro-esquerda a extrema-esquerda
Cores     Cinza
     Vermelho
     Azul
     Branco

Política do Brasil
Partidos políticos
Eleições

O Partido Social Republicano foi um partido politico brasileiro, fundado por Pedro Ludovico, em Goiânia, e por José Eduardo Macedo Soares, no Rio de Janeiro. O Partido existiu de Janeiro de 1933 até Dezembro de 1937.[1]

Era formado por opositores ao governo de Protógenes Guimarães, governador do Rio de Janeiro. Sua comissão diretora era constituída por socialistas, sociais democratas e republicanos, entre eles o senador José Eduardo de Macedo Soares, pelos deputados federais Joaquim Cardillo Filho e Eduardo Duvivier, e pelos deputados estaduais Luís Sobral e Pedro Luís Correia de Castro.

O diretório estadual apoiou a candidatura de José Américo de Almeida à presidência da República, na eleição que deveria acontecer em 1938.[2]

PSR de Goiás

Faziam parte de sua direção Laudelino Gomes de Almeida (presidente), Josino Porto (vice-presidente), Claro Augusto Godói (secretário-geral), Colemar Natal e Silva (primeiro-secretário), Irani Ferreira (segundo-secretário), João Luís de Oliveira (terceiro-secretário) e Mário Nunes (quarto-secretário).

As teses que deveriam ser defendidas pelo PSR foram discutidas no Congresso das Municipalidades. As teses mais importantes defendidas pelo Partido eram o estado laico, especialmente sobre o ensino religioso facultativo nas escolas, a nomeação dos prefeitos e o estabelecimento do divórcio. Acreditavam ainda na Social Democracia unida ao sindicalismo e ao socialismo revolucionário, em situações extremas, dentro do sistema parlamentarista.[3]

Referências