Paramount Skydance

Paramount Skydance Corporation
Sede da Paramount Skydance, no complexo de estúdios da Paramount Pictures, em Los Angeles, Califórnia.
Empresa de capital aberto
Cotação
AtividadeMídia
Fundação7 de agosto de 2025 (2025-08-07)
Proprietário(s)
Pessoas-chave
  • David Ellison (presidente do conselho e CEO)
  • Jeff Shell (presidente)
Produtos
Serviços
Divisões
Antecessora(s)
Websitewww.paramount.com

Paramount Skydance Corporation (operando sob o nome comercial Paramount) é um conglomerado multinacional americano de mídia e entretenimento, com sede nos estúdios da Paramount Pictures em Los Angeles, Califórnia, e escritórios em Santa Monica e Nova Iorque. A empresa foi formada em 7 de agosto de 2025, a partir da fusão entre a Paramount Global e a Skydance Media, incorporando a National Amusements à nova companhia.[2] Suas ações são negociadas na NASDAQ sob o código “PSKY”.[3]

A empresa atua em diversos segmentos da indústria do entretenimento, incluindo produção cinematográfica e televisiva, serviços de streaming, radiodifusão e televisão por assinatura. Seus principais ativos incluem a Paramount Pictures, a rede de televisão CBS, os serviços de streaming Paramount+ e Pluto TV, além de canais de TV por assinatura como MTV, Nickelodeon, Comedy Central, Showtime e BET. A companhia também opera internacionalmente diversos canais e redes de televisão por meio da Paramount International Networks e distribui seus conteúdos globalmente através da Paramount Global Content Distribution.

Além de suas operações centrais, a Paramount Skydance mantém negócios complementares, como salas de cinemas, produção de videogames e licenciamento de produtos oriundos de suas propriedades intelectuais, integrando suas marcas em múltiplas plataformas e regiões, consolidando-se como uma das maiores empresas de mídia e entretenimento do mundo.

História

Evolução da Paramount Skydance Corporation
1912 Paramount Pictures é fundada
1927 CBS é fundada
1929 Paramount adquire 49% da CBS
1932 Paramount vende sua participação na CBS
1950 Desilu é fundada e a CBS distribui seus programas de televisão
1952 CBS cria a subsidiária CBS Television Film Sales
1958 CBS Television Film Sales renomeada como CBS Films
1966 Gulf+Western compra a Paramount
1968 Gulf+Western adquire a Desilu e a rebatiza como Paramount Television & CBS Films se torna CBS Enterprises
1970 CBS Enterprises renomeada como Viacom
1971 Viacom é separada da CBS como uma empresa independente.
1985 Viacom adquire totalmente a Showtime/The Movie Channel, Inc. e a MTV Networks (atual Paramount Media Networks)
1986 National Amusements adquire a Viacom
1989 Gulf+Western muda para Paramount Communications
1994 Viacom adquire a Paramount Communications
1995 Westinghouse adquire a CBS
1997 Westinghouse se rebatiza como CBS Corporation
1999 Viacom adquire a CBS Corporation
2001 Viacom adquire a BET Networks
2005 Viacom se divide em CBS Corporation e Viacom
2006 Skydance Media fundada como Skydance Productions. CBS Corporation encerra a UPN e lança The CW.
2019 CBS Corporation e Viacom se fundem novamente para formar a ViacomCBS
2022 ViacomCBS muda seu nome para Paramount Global
2025 Skydance adquire a National Amusements e funde-se com a Paramount Global, formando a Paramount Skydance Corporation.

Formação

Em 2023, após enfrentar dificuldades financeiras e buscar manter-se competitiva no setor de entretenimento, a controladora da Paramount Global, a National Amusements, passou a avaliar oportunidades de fusões e aquisições. Diversas empresas de destaque, como Sony Pictures, Warner Bros. Discovery, Apollo Global Management, Warner Music Group, Allen Media Group e Skydance Media, manifestaram interesse em explorar possíveis parcerias comerciais ou adquirir a companhia.[4][5][6]

Após inicialmente firmarem um acordo de fusão com a Skydance, Paramount e Skydance cancelaram a proposta em 11 de junho devido a conversas insatisfatórias. Após uma pausa nas negociações, a Skydance conseguiu alcançar um acordo preliminar em 2 de julho de 2024 para realizar uma fusão tripartite entre ela própria, a National Amusements e a Paramount, dando origem ao que então era chamado de "Nova Paramount".[7] Após a conclusão da fusão, o CEO da Skydance Media, David Ellison, tornou-se presidente do conselho e CEO da empresa combinada, enquanto Jeff Shell assumiu o cargo de presidente.[8]

A Paramount afirmou, em fevereiro e maio de 2025, que esperava concluir a transação ainda na primeira metade do ano, mas isso não ocorreu.[9][10] Com a aprovação do acordo ainda pendente, a primeira prorrogação automática, até 7 de julho de 2025, entrou em vigor em 8 de abril de 2025,[11][12] seguida pela segunda prorrogação automática, até 4 de outubro de 2025, que entrou em vigor em 7 de julho de 2025.[13][14] A SEC e a Comissão Europeia (CE) aprovaram a transação em fevereiro de 2025.[15] Em 10 de março de 2025, a Skydance Media enviou uma carta à Federal Trade Commission (FTC) sobre o Project Rise Partners e sua oferta pela Paramount após o período de 45 dias de busca por ofertas concorrentes no verão de 2024.[16] No final de março de 2025, o presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Brendan Carr, anunciou que empresas interessadas em fusão deveriam eliminar políticas voltadas à promoção de diversidade, equidade e inclusão (DEI).[17]

Em 22 de julho de 2025, foi noticiado que a Oracle Corporation estava em negociações com a Skydance Media para um contrato de US$ 100 milhões por ano para fornecer software em nuvem, após a conclusão da aquisição da Paramount Global pela Skydance.[18] Em 24 de julho, a FCC aprovou a fusão entre a Paramount Global e a Skydance Media, com a conclusão prevista para 7 de agosto.[19] Diversos relatos públicos mencionaram uma possível troca de favores, segundo o qual a Paramount/CBS teria concordado em pagar US$ 16 milhões para encerrar um processo movido em nome do presidente Donald Trump, a fim de garantir a aprovação governamental da fusão.[20][21][22] Relatos semelhantes também indicaram outra possível troca de favores, em que a CBS encerraria o programa The Late Show with Stephen Colbert para assegurar a aprovação da fusão.[23][24][25] Executivos da CBS negaram ambas as alegações divulgadas publicamente e afirmaram que o encerramento do programa em 2026 foi puramente uma decisão financeira.[26][27][28]

Em 4 de agosto, a Paramount Skydance anunciou parte de sua nova equipe de liderança ao lado de Ellison e Shell, com Andy Gordon assumindo os cargos de COO e diretor de estratégia; Cindy Holland liderando os serviços de streaming Paramount+ e Pluto TV; Dana Goldberg e Josh Greenstein co-liderando a Paramount Pictures; e o veterano da Paramount Global, George Cheeks, assumindo a liderança das redes de televisão.[29] Também foi anunciado no mesmo dia que a empresa seria composta por três grandes unidades: estúdios (formada pela Paramount Pictures, Skydance Pictures, Nickelodeon Movies e outras divisões, como cinema, televisão e videogames), direct-to-consumer (Paramount+ e Pluto TV) e mídia televisiva (CBS, BET, MTV, Nickelodeon, entre outros). Foi ainda anunciada a fusão da MTV Entertainment Studios com a Skydance Television, formando uma nova versão da Paramount Television Studios, liderada por Matt Thunell. A supervisão das unidades de televisão seria dividida, com Thunell comandando a divisão de estúdios (focada nos serviços de streaming) e George Cheeks supervisionando a produção da divisão de mídia televisiva (focada nas redes lineares), incluindo South Park.[30][31][32]

Em 5 de agosto, a Paramount Skydance anunciou a demissão de cerca de 1.000 funcionários e um corte de US$ 2 bilhões nos custos operacionais, além de demonstrar interesse em uma fusão entre Paramount+ e Pluto TV com o auxílio da Oracle Corporation.[33] Após a fundação da empresa, Jeff Shell anunciou que a Paramount a venda das salas de cinema oriundas da National Amusements seria cogitada.[34]

Início das operações

Em 8 de agosto de 2025, a Paramount anunciou que passaria a ter sua sede no complexo de estúdios da Paramount Pictures em Los Angeles, deixando o One Astor Plaza pela primeira vez desde que a primeira Viacom se mudou para lá em 1994.[35]

Em 11 de agosto, a Paramount anunciou um acordo de sete anos com o TKO Group, que garante a distribuição exclusiva do Ultimate Fighting Championship (UFC) nos Estados Unidos. Os 13 principais eventos numerados do UFC e 30 “Fight Nights” serão transmitidos na plataforma de streaming Paramount+, com alguns eventos numerados selecionados sendo exibidos simultaneamente na CBS a partir de 2026.[36][37]

Em 13 de agosto, a Paramount anunciou que Top Gun 3, Star Trek e outros projetos se tornariam prioridades. Os executivos da Paramount planejam lançar vinte filmes por ano.[38][39] Segundo Ellison, os filmes produzidos para streaming não serão prioridade.[40]

Em 19 de agosto de 2025, a Paramount anunciou um acordo de quatro anos com Matt e Ross Duffer, criadores de Stranger Things, para o desenvolvimento de conteúdos para televisão, cinema e streaming . O contrato terá início após o término do acordo atual dos irmãos Duffer com a Netflix, em abril de 2026.[41][42]

Em 2 de setembro de 2025, a Paramount Pictures anunciou, em parceria com a Activision, controlada pela Microsoft, um acordo para desenvolver, produzir e distribuir um filme live-action baseado na franquia Call of Duty.[43] No dia seguinte, 3 de setembro de 2025, a Paramount Pictures firmou um contrato de prioridade com Will Smith e sua produtora Westbrook, prevendo múltiplos filmes, incluindo Sugar Bandits e Rabbit Hole. Como parte do acordo, a Westbrook transferirá sua sede para o estúdio da Paramount em Hollywood.[44]

Já em 4 de setembro de 2025, a Paramount anunciou uma parceria com a Legendary Entertainment para um acordo de distribuição global de três anos. Pela negociação, a Paramount será responsável pelo marketing e distribuição internacional de filmes produzidos pela Legendary, exceto na China, onde a divisão Legendary East continuará atuando. A Warner Bros. Pictures seguirá responsável pela distribuição de algumas franquias específicas da Legendary, como Dune: Part Three e Godzilla x Kong: Supernova. O primeiro lançamento dentro do acordo com a Paramount será a adaptação live-action do videogame Street Fighter.[45] No mesmo dia, a Paramount também divulgou uma nova política de retorno ao escritório, exigindo que todos os funcionários trabalhem presencialmente cinco dias por semana.[46]

Pouco depois, em 12 de setembro de 2025, a Paramount Skydance anunciou a criação da Paramount Sports Entertainment, uma divisão dedicada à produção de conteúdos esportivos roteirizados e não roteirizados, além de jogos e experiências interativas voltadas ao universo do esporte. A nova unidade também passou a abrigar a Skydance Sports sob liderança de Jesse Sisgold.[47]

Em 6 de outubro de 2025, foi divulgado que a Paramount Skydance nomeou Bari Weiss como editora-chefe da CBS News, após a aquisição de seu veículo The Free Press.[48][49]

Em 23 de outubro de 2025, a Paramount Skydance vendeu as operações da emissora argentino Telefe, juntamente com suas estações regionais em Santa Fé e Córdoba e o seu devirado, a Telefe Internacional e seus estúdios de produção, ao Grupo Televisión Litoral, formado pelos empresários José Luis Manzano e Gustavo Scaglione, por US$ 95 milhões.[50][51][52]. Em 31 de dezembro do mesmo ano, a Paramount encerrou os vários canais de música da MTV fora dos Estados Unidos (MTV 80s, MTV 90s, MTV 00s, Club MTV, MTV Live, MTV Hits e MTV Music), que marcou o fim da era da transmissão musical após 38 anos nas várias regiões (datando do lançamento da MTV Europe), juntamente com vários outros canais, incluindo canais na França e no Brasil, sendo este último o que marcou sua saída do mercado brasileiro de televisão por assinatura.[53][54][55][56][57]

Tentativa de aquisição da Warner Bros. Discovery

Segundo relatos, Bob Bakish, então presidente e CEO da Paramount Global, e David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, se reuniram em 20 de dezembro de 2023 para avaliar a possibilidade de uma fusão.[58] Apesar de os representantes das empresas destacarem que as conversas estavam em fase inicial e não garantiam um acordo, fontes internas revelaram que Zaslav não estava disposto a negociar. Em 27 de fevereiro de 2024, a Warner Bros. Discovery encerrou oficialmente as tratativas.[59]

No entanto, em 11 de setembro de 2025, o Wall Street Journal informou que a Paramount Skydance estava estudando uma oferta para adquirir a Warner Bros. Discovery. Diferente da fusão Paramount-Skydance, essa operação provavelmente não precisaria da aprovação da FCC, já que a Warner Bros. Discovery não possui concessões de radiodifusão.[60] A senadora democrata Elizabeth Warren rejeitou a proposta, afirmando que ela representava uma “concentração perigosa de poder” e deveria ser bloqueada.[61] O valor estimado da fusão seria de US$ 70 bilhões.[62]

Em 8 de outubro de 2025, o New York Post informou que a Paramount Skydance estava em negociações com grandes empresas de capital privado, incluindo a Apollo Global Management, proprietária da Legendary Entertainment e do Cox Media Group, para se unir à potencial oferta de compra da Warner Bros. Discovery, que poderia ultrapassar US$ 60 bilhões.[63]

Em 13 de outubro de 2025, a Warner Bros. Discovery rejeitou a primeira proposta de aquisição feita pela Paramount Skydance, embora a empresa considerasse aumentar sua oferta ou dirigir-se diretamente aos acionistas.[64] Mais tarde, em 21 de outubro de 2025, o New York Post noticiou que a companhia também havia rejeitado, de forma privada, uma nova proposta de US$ 24 por ação.[65][66]

Em 4 de dezembro de 2025, a Paramount afirmou que a Warner Bros. Discovery havia estruturado um processo de licitação considerado injusto, alegando que os critérios adotados beneficiavam a Netflix.[67] Ainda no mesmo dia, a Netflix foi anunciada como vencedora da disputa e passou a negociar um acordo de exclusividade.[68]

No dia seguinte, 5 de dezembro, a Netflix divulgou a intenção de adquirir a divisão de streaming e estúdios da Warner Bros. por US$ 72 bilhões, operação que seria concluída após a cisão prevista para o terceiro trimestre e que estimaria o valor total da WBD em aproximadamente US$ 82,7 bilhões.[69] Apesar do resultado da licitação, a transação permanecerá sujeita à aprovação de órgãos reguladores em diferentes países.[70] Durante o processo de revisão antitruste, surgiram informações de que a Paramount Skydance poderia avaliar a possibilidade de apresentar uma oferta hostil, caso o trâmite regulatório criasse espaço para isso.[71]

Em 8 de dezembro de 2025, a Paramount confirmou uma proposta de aquisição hostil da Warner Bros. Discovery, atribuindo à empresa um valor de cerca de US$ 108,4 bilhões.[72][73] A companhia defendeu que sua oferta, de US$ 30 por ação em pagamento integral em dinheiro, superava a proposta apresentada pela Netflix, de US$ 27,75 por ação, e argumentou ainda que uma fusão com a Paramount enfrentaria menos entraves regulatórios.[74]

A 7 de janeiro de 2026, a Variety noticiou que o conselho de administração da Warner Bros. Discovery tinha rejeitado a oferta revista da Paramount Skydance para adquirir a empresa por completo. Em comunicado à SEC, o conselho declarou considerar a oferta da Paramount Skydance de "valor insuficiente" e "inadequada", acreditando que a oferta da Netflix era mais vantajosa para os seus acionistas. O conselho manteve a sua posição firme em relação à oferta da Netflix pela divisão de Streaming e Estúdios da Warner Bros. Discovery.[75]

Unidades

A Paramount Skydance abrange três grandes segmentos de negócios:

Outros negócios que agora fazem parte da Paramount Skydance incluem as atuais subsidiárias da National Amusements, como a Showcase Cinemas e a operação brasileira da UCI Cinemas.

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