Panmela Castro
| Panmela Castro | |
|---|---|
| Nome completo | Panmela Castro |
| Nascimento | 26 de junho de 1981 (44 anos) |
| Nacionalidade | Brasileira |
| Alma mater | Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade do Estado do Rio de Janeiro |
| Ocupação | |
Panmela Castro (Rio de Janeiro, 26 de junho de 1981) é uma artista e ativista brasileira. Seu trabalho de arte aborda, de uma forma confessional,[1] as relações estabelecidas com a vivência na rua e questões sobre o corpo do outro em diálogo com o seu, [2] entre outras relacionadas à alteridade como a crítica cultural feminista.[3] A artista tem seu trabalho reconhecido em âmbito nacional e internacional, [4] e seus trabalhos fazem parte de diversas coleções e acervos ao redor do mundo. É considerada pelo O Globo uma das artistas mais proeminentes da arte contemporânea brasileira.[5]
Biografia
Panmela nasceu e cresceu no bairro da Penha[6], subúrbio do Rio de Janeiro. Graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pelo Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)[7], sua arte tem influência das questões relacionadas ao corpo feminino e ao diálogo com a urbe.[8]
E se formou em Especialização em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Porto Alegre, RS em 2024
Panmela, que se autodenomina enquanto uma mulher miscigenada no Brasil, foi criada como uma garota branca por sua família conservadora de classe média baixa na Penha, bairro no subúrbio do Rio de Janeiro.
Sua mãe, Dona Elizabeth, enfrentou uma série de dificuldades financeiras e vivenciou alguns episódios de violência doméstica com seu primeiro marido, até que decidiu fugir e se casou novamente com outro homem, que lhe proporcionou uma vida mais digna e criou Panmela como filha. Sem educação formal, seu novo pai fez com que conseguisse se dedicar aos estudos por um tempo, mas ao completar 15 anos, ele declarou falência. Foi com essa idade que a artista, ainda muito nova, precisou trabalhar para ajudar nas despesas de casa.
Percurso
Numa conjuntura familiar desestabilizada, Panmela abandonou a casa de seus pais e decidiu morar em Manguinhos[9], conhecida como uma das favelas mais perigosas da cidade. Para dar conta das despesas de sua nova realidade, ela passou a desenhar as pessoas na rua, e cobrava um real por cada desenho.
Adotando o pseudônimo Anarkia Boladona, ao participar do movimento de pichação carioca – até então composto majoritariamente por homens cisgêneros – a artista se tornou a primeira garota de sua geração a escalar prédios para borrifar sua etiqueta, além de ter feito intervenções ilegais por toda a cidade. A partir de então, passou a dedicar-se ao grafite, e foi uma das primeiras grafiteiras a pintar trens na cidade do Rio.
Em 2005, Panmela foi espancada e mantida em cárcere privado pelo então companheiro, e a partir desse episódio passou a se dedicar a pintura nos murais, onde, afetada pela experiência da violência doméstica, passou a entender o grafite enquanto forma de denúncia, trazendo um caráter político para suas obras que reverbera até hoje em suas telas e performances.
Performance
Paralelamente ao grafite, a artista (que já adotara seu nome civil enquanto nome artístico) passou, em seus trabalhos, a provocar e polemizar a convivência com a rua e com as verdades instituídas pelo patriarcado, em especial em relação ao corpo feminino, à sexualidade e à subjetividade, analisando as relações de poder. Revogou, dessa forma, a possibilidade restrita de concepção da sua produção artística, entendendo a arte enquanto seu próprio estilo de vida. Dessa maneira, sua vivência pessoal, junto de suas intimidades, atitudes, escolhas por caminhos não convencionais e o diálogo com a rua seriam o processo mais importante, ou seja, a obra em si.
Sua primeira performance pública aconteceu em 7 de julho de 2015, na abertura da Exposição Eva, onde convidou o público a cortar totalmente o seu cabelo. No ano de 2016, apresentou suas duas performances sequentes: Porquê? realizada no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea[10], onde caminhou com um enorme vestido pink e riscou em seu peito com uma navalha a palavra Porquê? e A Imitação da Rosa, onde convidou o público a caminhar pelos jardins do Museu da República em um vestido siamês.[11][12]
Pintura
Depois de um longo período no grafite e na performance, Panmela Castro revisita suas memórias de infância e juventude, além de resgatar sua formação acadêmica, e volta a produzir séries de pinturas em que expõe seus desejos e dilemas enquanto uma artista que, apesar de internacionalmente conhecida e não mais viver em condições precárias, precisa lidar com as fragilidades da vida, sobretudo as que são evocadas pelo passado. Em suas pinturas atuais, Panmela aborda desde questões do seu cotidiano, como visto na série Expurgo, memórias, como apresentado na série Saudade e até sobre questões de preterimento, acolhimento e racismo estrutural, como intimamente exposto na série Mulheres Negras Não Recebem Flores[13].
Exposições
Individual
2025
- "Direito ao Afeto", Pavilhão Victor Brecheret, Rio de Janeiro, RJ[14]
- “Retratos Relatos –Subvertendo a Dor”, Sesc Jaraguá do Sul, Jaraguá do Sul, SC[15]
- “Retratos Relatos – Subvertendo a Dor”, Sesc Centro, Curitiba, PR[16]
- “We Danced as if No One Had Ever Invented Endings”, Piero Atchugarry Gallery, Miami, EUA[17]
2024
- “Ideias Radicais Sobre o Amor”, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, RJ[18]
- “Do Jardim, Um Oceano”, Galeria Francisco Fino, Lisboa, Portugal[19]
2023
- “Retratos Relatos: subvertendo a dor”, Sesc Santa Rita, Paraty, RJ[20]
- “Deriva Afetiva: Dakar”, Inclusartiz Institute, Rio de Janeiro, RJ[21]
2022
- “Retratos Relatos”, Vila Cultural Cora Coralina, Goiânia, GO[22]
- “Retratos Relatos”, Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, Rio de Janeiro, RJ[23]
- “Retratos Relatos”, Galeria Cubo de Vidro – CEFET, Rio de Janeiro, RJ[24]
2021
- “Ostentar é Estar Viva”, Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP[25][26]
2020
- “Retratos Relatos”, Museu da República, Rio de Janeiro, RJ
2018
- “Panmela Castro: A Selection Of Works”, The Stew Studio, Washington D.C., EUA
2017
- “Panmela Castro”, Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Rio de Janeiro, RJ
2015
- “Anarkia Andarilha”, Centro Cultural de Furnas, Rio de Janeiro, RJ
Coletivas
2025
- “FUNK: um grito de ousadia e liberdade”, Maison Folie Wazemmes, Lille, França[27]
- “Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira”, Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), Salvador, BA
- “Afrobrasilidade: Homenagem a Dois Valentins e a Um Emanoel”, Fundação Getúlio Vargas (FGV), Rio de Janeiro, RJ
- “Carvões Acesos”, Galatea, São Paulo, SP[28]
2024
- “Último Lote”, Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC BA), Salvador, BA[29]
- “Geometria Crepuscular”, A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, RJ[30]
- “Encruzilhadas da arte afro-brasileira”, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, RJ[31]
- “Enciclopédia Negra”, Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, Portugal[32]
- “Guanabara, o abraço do mar”, Fundação Getúlio Vargas (FGV), Rio de Janeiro, RJ[33]
- “Arte na Moda: MASP Renner”, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), São Paulo, SP[34]
- “Um Defeito de Cor”, Sesc Pinheiros, São Paulo, SP[35]
- “Dos Brasis”, Centro Cultural Sesc Quitandinha, Petrópolis, RJ[36]
- “Entre materialidades e poéticas: as crianças pequenas e o acervo do MACRS”, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS), Porto Alegre, RS[37]
- “Hackeando o Poder”, Museu da República, Rio de Janeiro, RJ[38]
- “+ Acervo: caminhos para as aquisições do MACRS”, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS), Porto Alegre, RS[39]
- “Uma Casa Toda Sua”, Casa Museu Eva Klabin, Rio de Janeiro, RJ[40]
- “Rio: a medida da terra”, Flexa, Rio de Janeiro, RJ[41]
- “Encounters – 15th Dak’Art Biennale”, Cultural Center Blaise Senghor, Dakar, Sénégal
- “Encruzilhadas da arte afro-brasileira”, Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte, MG
- “Enciclopédia Negra”, Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa, Porto, Portugal[32]
- “A confissão, o diário e o retrato”, Galeria Marília Razuk, São Paulo, SP[42]
- “Pretagonismos no acervo do Museu Nacional de Belas Artes”, Espaço Cultural BNDES, Rio de Janeiro, RJ[43]
- “Pinacoteca: Acervo”, Pina Luz, Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, SP
2023
- “Collection 1980 – Now : Tomorrow is a Different Day”, Stedelijk Museum, Amsterdam, Holanda[44]
- “Bienal das Amazônias: Bubuia: Águas como Fonte de Imaginações e Desejos”, Belém, PA
- “FUNK: um grito de ousadia e liberdade”, Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro, RJ
- “Dos Brasis”, Sesc Belenzinho, São Paulo, SP
- “Um Defeito de Cor”, Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), Salvador, BA
- “Entreatos do Acervo”, Museu de Arte Moderna da Bahia [MAM – Ba], Salvador, BA
- “Brasil Futuro: As Forma da Democracia”, Museu Nacional da República de Brasília, Brasília, DF
- “A Poética do Fazer: Moda e Arte no MAB”, Museu de Arte Brasileira Fundação Armando Alvares Penteado [MAB FAAP), São Paulo, SP
- “Toda vez que se fura uma obra, muitas outras surgem”, Supreme Court Museum, Brasília, DF
- “Justiça de Transição não é transação”, Memorial MPF, Brasília, DF
- “Ana Mendieta: Silhueta em Fogo”, SESC Pompeia, São Paulo, SP
- “Memórias para Dona Antônia”, Acervo da Laje, Salvador, BA
- “Rosas Brasileiras”, Farol Santander, São Paulo, SP
- “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira”, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, SP
2022
- “13a Bienal do Mercosul – Trauma, Sonho e Fuga”, Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli [MARGs], Casa de Cultura Mário Quintana e Cais do Porto, Porto Alegre, RS
- “Histórias Brasileiras”, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand [MASP], São Paulo, SP
- “Quilombo: vida, problemas e aspirações do negro”, Instituto Inhotim, Brumadinho, MG
- “Enciclopédia Negra”, Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro, RJ
- “Um Defeito de Cor”, Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro, RJ
- “Clara Nunes”, Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro, RJ
- “Negros na Piscina”, Pinacoteca do Estado do Ceará, Fortaleza, CE
- “Stella do Patrocínio – Me mostrar que não sou sozinha. Que tem outras iguais, semelhante a mim e diferentes”, Museu Bispo do Rosário, Rio de Janeiro, RJ
- “Encruzilhada”, Museu de Arte Moderna [MAM], Salvador, BA
- “Flávio de Carvalho: Experimental”, SESC Pompéia, São Paulo, SP
- “Contramemória”, Theatro Municipal de São Paulo, São Paulo, SP
- “Outras Imaginações Políticas”, Festival Agora, Museu de Arte Moderna [MAM], Rio de Janeiro, RJ
2021
- “Enciclopédia Negra”, Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, SP
- “Engraved Into The Body”, Tanya Bonakdar Gallery, New York, EUA
- “A Máquina Lírica”, Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP
- “O Canto do Bode”, Casa de Cultura de Comporta, Comporta, Portugal
- “Máscaras: fetiches e fantasmagorias”, Paço das Artes, São Paulo, SP
- “Casa Aberta: Passagens”, Casa França Brasil, Rio de Janeiro, RJ
2020
- “Escrito no Corpo”, Fortes D’Aloia e Gabriel Gallery – Carpintaria, Rio de Janeiro, RJ
- “Rua”, Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro, RJ
2019
- “Aparelho”, Maus Hábitos, Porto, Portugal
- “Palavras Somam”, Museu de Arte Brasileira Armando Álvares Penteado [MAB FAAP], São Paulo, SP
- “Exposição Grau 360”, Museu da República, Rio de Janeiro, RJ
- “Ocupação Lavra”, Centro de Arte Municipal Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, RJ
- “Renovação Carismática”, Caixa Preta, Rio de Janeiro, RJ
2018
- “Corpus Críticos”, Espaço Z42, Rio de Janeiro, RJ
- “Street Type”, Centro Cultural Caixa, Brasília, DF
- “Marina Monumental”, Marina da Glória, Rio de Janeiro, RJ
- “Noite”, Mesa, Rio de Janeiro, RJ
- “Notas Sobre o Feminismo”, Sesc São João de Meriti, Rio de Janeiro, RJ
2017
- “Frestas Trienal de Arte: entre pós-verdades e acontecimentos”, Sesc Sorocaba, Sorocaba, SP
- “Urban Nation Museum Permanent Collection”, Urban Nation Museum, Berlin, Alemanha
- “Synopsis of an Urban Memoir”, Andrew Freedman Art Complex, Nova York, EUA
Rede Nami e Trabalho Social
Em 2010, Panmela fundou a Rede NAMI[45], instituição de artes e direitos humanos que já investiu em mais de 9 mil mulheres. A instituição, que pensa e discute a situação da mulher na sociedade, sobretudo das mulheres negras, realiza projetos sociais e usa a arte como um instrumento de transformação cultural. Suas integrantes acreditam que podem tornar o mundo um lugar melhor, usando o grafite para uma mudança social positiva.
Em 2015, com apoio da Fundação Ford, a Rede Nami desenvolveu o programa #AfroGrafiteiras[46], que formou um grupo de 30 artistas nas temáticas da arte urbana, comunicação, raça e gênero.
Prêmios e Ações
Além de estudar na prestigiada Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), Anarkia conquistou lugar como uma das figuras mais importantes do graffiti Brasileiro[47] através de sua arte com consciência social. Hoje, Anarkia promove sua missão em diferentes lugares do mundo compartilhando sua visão através de palestras, exposições e workshops, em festivais, fóruns e conferências - das Organização das Nações Unidas, da Organização dos Estados Americanos, da Fundação Rosa Luxemburgo, da Família Ayara, do Festival Manifesto, FASE e Caramundo. Além de produzir murais e expor em diversos países, Anarkia recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos, incluindo o Prêmio Hutúz, como grafiteiro da década em 2009 e o Vital Voices Global Leadership Awards[48] na categoria de direitos humanos, entrando assim para o grupo de seletas homenageadas como a Presidente do Chile Michelle Bachelet, a pioneira antitrafico de mulheres Somaly Mam, a premio Nobel Laureate Muhammad Yunus, e a secretária dos Estados Unidos Hillary Clinton. Em 2012 foi homenageada pela Diller Von Furstenberg Family foundation com o DVF Awards[49] da famosa estilista Diane von Fürstenberg junto de outras mulheres como Oprah Winfrey, entrou para lista da revista Newsweek [50] como uma das 150 mulheres que estão "Bombando" no mundo e em 2017 foi citada na lista de 18 nomes de ativistas da nova geração que estão fazendo a diferença[51] da W Magazine.
Em 2015 foi homenageada com o prêmio Mulher Melhor, o prêmio Toda Extra e indicada ao prêmio Empreendedor Social de Futuro da Folha de S.Paulo. Em 2016 foi indicada ao prêmio Cláudia na categoria cultura.[52][53]
Em 2022 foi Homenageada com o Diploma de Direitos Humanos Marielle Franco pelo seu trabalho com a Rede NAMI,[54] Câmara Municipal, Rio de Janeiro, RJ. E em 2022 Indicada à “Medalha de Honra ao Mérito Cultural do Rio de Janeiro”,[55] Rio de Janeiro, RJ. E também em 2021 indicada ao “We Empower UN SDG Challenge”, Vital Voices Global Partnership.[56]
Referências
- ↑ «Panmela Castro - Biografia». Consultado em 3 de abril de 2013
- ↑ «Panmela Castro (Museu de Arte Urbana do Porto)». Consultado em 20 de julho de 2016
- ↑ «Grafiteira Panmela Castro fala sobre feminismo em Nilópolis». Consultado em 29 de setembro de 2017
- ↑ «Panmela Castro (IEA USP)». Consultado em 9 de abril de 2022
- ↑ «Panmela Castro abre as portas de seu novo ateliê». Consultado em 9 de abril de 2022
- ↑ O Globo, William Helal Filho. «Artista plástica da Penha promove direitos femininos e ganha projeção mundial». O Globo. Consultado em 10 de março de 2013
- ↑ IEA USP, Sandra Sedini. «Panmela Castro». Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. Consultado em 28 de agosto de 2021
- ↑ «Grafiteira Panmela Castro inaugura exposição no Centro | VEJA Rio». Consultado em 10 de agosto de 2015
- ↑ Revista AzMina, Letícia Ferreira. «"Às vezes a mulher está com um nó engasgado na garganta e ninguém quer escutá-la"». Revista AzMina. Consultado em 9 de junho de 2020
- ↑ «Mostra reúne obras de Bispo do Rosário e de artistas contemporâneos». Brasileiros. 10 de junho de 2016. Consultado em 30 de maio de 2017. Arquivado do original em 11 de junho de 2016
- ↑ «Panmela Castro expõe suas obras em grafites sobre o mito de Eva». Consultado em 10 de agosto de 2015. Arquivado do original em 10 de agosto de 2015
- ↑ «Por que a exposição Eva, de Panmela Castro, é totalmente transgressora?». Consultado em 10 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2015
- ↑ «Panmela Castro é anunciada como artista da Galeria Luisa Strina; VEJA São Paulo». Consultado em 19 de fevereiro de 2021
- ↑ «ArtRio». www.artrio.com. Consultado em 11 de novembro de 2025
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- ↑ «Exposição Retratos Relatos, de Panmela Castro». Exposição Retratos Relatos, de Panmela Castro - Sesc Paraná. Consultado em 11 de novembro de 2025
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- ↑ Criado durante o período em que Hillary Clinton era primeira Dama: http://vitalvoices.org/awards2010
- ↑ De acordo com o site do prêmio: http://www.dvf.com/inside/Article/inside-dvf-acticles/dvf-awards-3
- ↑ Site da Publicação: http://www.thedailybeast.com/newsweek/2011/03/06/150-women-who-shake-the-world.html
- ↑ Sagansky, Karin Nelson,Vanessa Lawrence,Gillian. «Meet the Next Generation of Activists Making a Difference, From Innovative Designers and Models to Young Women in Tech». W Magazine (em inglês)
- ↑ «Prêmio Toda Extra: Grafiteira faz arte para se expressar contra agressão a mulheres». Consultado em 10 de agosto de 2015
- ↑ «Folha de S.Paulo - Empreendedor Social». Folha de S.Paulo
- ↑ «Nami Rede Feminista de Arte Urbana – REDE NAMI». MuseusBr. Consultado em 11 de novembro de 2025
- ↑ «Conversa com Panmela Castro, Pâmela Carvalho e Maybel Sulamita | Pavilhão Victor Brecheret». Dasartes. 30 de maio de 2025. Consultado em 11 de novembro de 2025
- ↑ «4th Annual WE Empower Program Comes to Close». Vital Voices (em inglês). Consultado em 11 de novembro de 2025
Ligações externas
- «PanmelaCastro»
- «Graffgirlz» (em inglês)
- «Luz, Câmera, Pichação!»
- «Artesquema»
- «Senses Lost» (em inglês)
- «Ministério da Cultura»
- «Mulheres, câmera: Ação!»
- «WHOO NEWS»
- «Batalha das Quadras»
- «Sptrans»
- «Vital Voices Leadership Award» (em inglês)
- «Entrevista no Site do Instituto Avon»
- «Washington Social Diary» (em inglês)