Pandita Ramabai
| Pandita Ramabai | |
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| Nascimento | 23 de abril de 1858 Mangalor (Índia britânica) |
| Morte | 5 de abril de 1922 (63 anos) Kedgaon, Pune district (Índia britânica) |
| Cidadania | Índia britânica |
| Ocupação | autobiógrafo, lista de tradutores da Bíblia, tradutora, socióloga, escritora, missionária |
Pandita Ramabai (1858–1922) foi uma defensora dos direitos humanos na Índia, uma das primeiras mulheres indianas a casar-se com um homem de outra casta, contrariando assim o sistema hindu de castas e karma. Quando foi morar na Inglaterra converteu-se ao Cristianismo. Ramabai guiou um pequeno, porém renovado grupo à experiencia do batismo no Espírito Santo no início de 1900. A história do pentecostalismo na Índia começou com o ministério desta mulher brâmane.
Biografia
Nascida em 23 de abril de 1858, na casta hindu Brâmane. Pandita Ramabi foi fortemente influenciada pelas decisões e modo de vida único de seu pai, Anant Shastri Dongre[1], um sacerdote Brâmane hindu que tinha uma visão não-conformista em relação as regras da tradição de sua casta, e deu inicio a revolução educacional no âmbito domestico, educando sua segunda mulher, uma menina de nove anos, ensinando-a a língua sagrada Sanskrit[1], e posteriormente sua filha, Pandita Ramabai.
