Os sete príncipes do inferno

Os sete príncipes do inferno é uma expressão popularizada que indica ao resumo feito pelo teólogo e bispo alemão Peter Binsfeld, no século XVI, no qual ele associou um demônio específico a cada Pecado capital.[1]

Os sete príncipes do inferno então seriam, segundo Binsfeld:

  1. Asmodeus associado à luxúria,
  2. Azazel à ira,
  3. Belphegor à preguiça,
  4. Belzebu à gula,
  5. Leviatã à inveja,
  6. Lúcifer ao orgulho,
  7. Mammon à ganância.

Classificação por domínio

O Testamento de Salomão

O Testamento de Salomão é uma obra pseudoepigráfica, supostamente escrita pelo Rei Salomão, na qual o autor descreve principalmente demônios específicos que ele escravizou para ajudar na construção do templo, as perguntas que lhes fez sobre seus atos e como poderiam ser frustrados, e suas respostas, que fornecem uma espécie de manual de autoajuda contra a atividade demoníaca. A data é muito duvidosa, embora seja considerada a obra mais antiga sobrevivente particularmente relacionada a demônios individuais.

Classificação de Psellus

Michael Psellus preparou o influente De operatione dæmonum (Sobre a Operação dos Demônios) no século XI, com uma taxonomia que divide os demônios em seis tipos: Leliurium (Ígneo), Aerial, Marine (Aquoso), Terrestrial (Terrestre), Subterranean e Lucifugous (Heliofóbico).

Referências

  1. Claudia de Castro e Lima (4 de julho de 2018). «Quais são os sete líderes do Inferno, segundo a demonologia?». Revista Super Interessante. Consultado em 15 de novembro de 2018