Operação Placebo
Operação Placebo foi uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada em maio de 2020 no estado do Rio de Janeiro, com objetivo de aprofundar as investigações sobre a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do estado.[1][2] Um dos alvos da operação foi o então governador Wilson Witzel,[3] que foi afastado do cargo.[3]
A PF cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em vários endereços no Rio de Janeiro e em São Paulo. As equipes foram ao Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do estado, Wilson Witzel, e à casa onde ele morava antes de ser eleito, no bairro Grajaú.[4][5]
Contexto
A organização social Iabas foi contratada de forma emergencial pelo governo do RJ para construir e administrar sete hospitais de campanha, em contrato no valor de 835 milhões de reais, cercado por irregularidades, segundo investigadores.[6] A operação foi autorizado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).[6]
Ver também
Referências
- ↑ «Operação Placebo aprofunda investigações sobre corrupção na saúde». EBC. 26 de maio de 2020. Consultado em 20 de junho de 2025
- ↑ Brasília Rodrigues (26 de agosto de 2020). «Witzel é o alvo da Operação Placebo, confirmam fontes da PF». CNN Brasil. Consultado em 25 de junho de 2025
- ↑ a b «Material apreendido na Operação Placebo é prova para pedido do afastamento de Witzel, diz procurador». G1. Globo. 28 de agosto de 2020. Consultado em 20 de junho de 2025
- ↑ «Witzel é o alvo da Operação Placebo, confirmam fontes da PF». CNN Brasil. 26 de maio de 2020. Consultado em 20 de junho de 2025
- ↑ «PF faz buscas contra governador do RJ, Wilson Witzel, em investigação sobre hospitais de campanha». G1. Globo. 26 de maio de 2020. Consultado em 25 de junho de 2025
- ↑ a b «PF faz buscas contra governador do RJ, Wilson Witzel, em investigação sobre hospitais de campanha». G1. 26 de maio de 2020. Consultado em 26 de junho de 2025