Operação Kitona

Operação Kitona
Segunda Guerra do Congo
Data4 de agosto de 1998 - 30 de agosto de 1998
LocalProvíncia do Baixo-Congo e Kinshasa no oeste do Congo.
DesfechoVitória congolesa
Beligerantes
 Ruanda

 Uganda
Militares amotinados
Baniamulenges

UNITA
(limitado a auxiliar a retirada ruandesa)
 República Democrática do Congo

 Zimbabwe
(a partir de 8 de agosto)

 Angola
(a partir de 22 de agosto)
Comandantes
RuandaJames Kabarebe
UgandaJames Kazini
República Democrática do CongoLaurent-Désiré Kabila

ZimbabwePerence Shiri
ZimbabweMike Nyambuya

AngolaJosé Eduardo dos Santos
Unidades
 Ruanda

 Uganda

  • Batalhão Nguruma
  • Várias artilharias leves
 Zimbabwe
  • Esquadrão No. 4 Força Aérea do Zimbábue
  • Esquadrão No. 7 Força Aérea do Zimbábue
  • Esquadrão No. 8 Força Aérea do Zimbábue
  • Comandos das Forças Especiais do Zimbábue

 Angola

  • Briada de Commandos
Forças
Mais de 3.000 regulares ruandeses e ugandenses
Mais de 15.000 rebeldes congoleses
 República Democrática do Congo Unknown

 Zimbabwe 800+

 Angola 2.500+
Baixas
Desconhecido (provavelmente milhares) Desconhecido
Milhares de vítimas civis

Operação Kitona foi uma ofensiva ruandesa e ugandense que marcou o início da Segunda Guerra do Congo. Ruanda esperava destituir Laurent-Désiré Kabila e instalar um governo mais favorável aos interesses ruandenses, tomando rapidamente o controle de Quinxassa e da estratégica província ocidental do Baixo-Congo (hoje Congo Central). Em 4 de agosto de 1998, forças conjuntas ruandesas e ugandenses lançaram um ataque surpresa na base aérea de Kitona, nas proximidades da cidade de Muanda, no oeste do Congo, usando aviões civis sequestrados. Embora inicialmente tenha conseguido tomar o controle dos principais portos e infraestruturas, a intervenção do Zimbábue e de Angola impediu os ruandeses e os ugandenses de assumirem o controle de Quinxassa.[1] As forças invasoras foram forçadas a retirar-se para as selvas de Angola até serem evacuadas por via aérea para Ruanda, terminando em 24 de dezembro de 1998.

Hoje, a operação é estudada pela ousada agressão aérea inicial, bem como pelas falhas de inteligência no lado ruandês.

Referências