Operação Infinite Reach
| Operação Infinite Reach | |||
|---|---|---|---|
![]() Uma fábrica no Sudão bombardeada durante a operação. | |||
| Data | 20 de agosto de 1998 | ||
| Local | Afeganistão e Sudão | ||
| Desfecho | Fracasso operacional americano[1]
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| Beligerantes | |||
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Os bombardeios do Afeganistão e do Sudão em agosto de 1998, de codinome Operação Alcance Infinito, pelos Estados Unidos (em inglês: Operation Infinite Reach), foram ataques de mísseis Tomahawk de um cruzador da Marinha dos Estados Unidos, em 20 de agosto de 1998, sobre as bases terroristas e campos de treinamento da Al-Qaeda no Afeganistão e a uma fábrica farmacêutica no Sudão, na sequência de suspeitas de que a fábrica de al-Shifa estava produzindo armas químicas e era controlada pelo terrorista árabe Osama bin Laden.[2] O ataque foi em retaliação pelos atentados às embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia que mataram 224 pessoas (incluindo 12 americanos) e feriram 5.000.[3]
Referências
- ↑ Wright, Lawrence (2006). The Looming Tower: Al-Qaeda and the Road to 9/11. New York: Alfred A. Knopf. ISBN 978-0-375-41486-2
- ↑ Report of the Joint Inquiry into Intelligence Community Activities before and after the Terrorist Attacks of September 11, 2001 Arquivado em 2017-05-17 no Wayback Machine, p. 297.
- ↑ «Estados Unidos bombardea "bases terroristas" en Afganistán y Sudán». El País. 21 de agosto de 1998
Bibliografia
- Hendrickson, Ryan; Gagnon, Frédérick (2008). «The United States versus Terrorism: Clinton, Bush, and Osama Bin Laden». In: Ralph Carter. Contemporary Cases in U.S. Foreign Policy 3 ed. Washington, D.C.: CQ Press. ISBN 978-0-87289-472-3
- Kessler, Glenn (2 de agosto de 2018). «The zombie claim that won't die: The media exposed bin Laden's phone.». The Washington Post. Consultado em 3 de agosto de 2019
- Pillar, Paul R. (2001). Terrorism and U.S. Foreign Policy. Washington, D.C.: Brookings Institution Press. ISBN 978-0-8157-0004-3. JSTOR 10.7864/j.ctt1gpccnx
