Onestaldo de Pennafort
| Onestaldo de Pennafort | |
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| Nascimento | |
| Morte | 1987 (85 anos) |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | Escritor e tradutor |
| Prémios | Prémio Machado de Assis 1955 |
Onestaldo de Pennafort Caldas (Rio de Janeiro, 1902 – Rio de Janeiro,1987) foi um poeta e tradutor brasileiro. Traduziu autores como Paul Verlaine, Guillaume Apollinaire, Jean Cocteau, Stephane Mallarmé, William Shakespeare e Gustave Flaubert, entre outros.
Carreira
Iniciou os estudos em Direito, interrompidos por volta de 1918. Seu primeiro livro de poemas, Escombros Floridos, foi publicado em 1921. Entre os anos de 1920 e 1950 colaborou com diversos periódicos, entre eles, Fon-Fon, Careta, Autores e Livros, Para Todos e O Malho[1].
Recebeu, em 1955, o Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra, e em 1956, o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, pela tradução da peça Otelo, de Shakespeare[carece de fontes].
Sua obra marcou o período final do movimento simbolista brasileiro, sendo frequentemente citado como o último poeta deste "ismo", sendo também um abridor de caminhos para a poesia de vanguarda, em função de suas traduções[carece de fontes].
Referências
- ↑ [ttp://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/onestaldo_de_pennafort.html Miranda, Antonio. Onestaldo de Pennafort. dezembro de 2008.]
Ligações externas
- [http://www.dicionariodetradutores.ufsc.br/pt/OnestaldodePennafort.htm Onestaldo de Pennafort. Ana Paula M. Raso
e Andréia Guerini. Dicionário de tradutores literários do Brasil. Núcleo de Pesquisas em Literatura e Tradução, UFSC. 3 de Maio de 2007.]