Omar Ali-Shah
| Omar Ali-Shah | |
|---|---|
| Nascimento | 1922 |
| Morte | 7 de setembro de 2005 (82–83 anos) Jerez de la Frontera |
| Sepultamento | Cemitério de Brookwood |
| Cidadania | Afeganistão |
| Progenitores |
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| Filho(a)(s) | Arif Ali-Shah |
| Irmão(ã)(s) | Idries Shah, Amina Shah |
| Ocupação | escritor, docente |
Omar Ali-Shah (em hindi: ओमर अली शाह, em urdu: عمر علی شاہ) (Afeganistão, 1922 – Jerez de la Frontera, 7 de Setembro de 2005) foi um grande expoente do Sufismo Naqshbandi moderno. Escreveu diversos livros sobre esse assunto e foi o mestre de um grande número de grupos sufis, sobretudo na Europa, América Latina e no Canadá. Ensinou a Tradição Sufi a mais de 2.000 discípulos livremente organizados em pequenos grupos por todo o mundo ocidental.
Vida e obra
Omar Ali-Shah ganhou notoriedade em 1967, quando publicou, junto a Robert Graves, uma nova tradução dos Rubaiyat, de Omar Caiame[1][2][3] Essa tradução rapidamente se tornou controversa. Graves foi acusado de tentar quebrar o encanto de passagens famosas na tradução victoriana de Edward FitzGerald e L. P. Elwell-Sutton, um orientalista da Universidade de Edimburgo sustentava que o manuscrito usado por Ali-Shah e Graves - que Ali-Shah afirmava estar em posse de sua família por 800 anos - era uma "falsificação grosseira".
Os irmãos Idries Shah e Omar Ali-Shah trabalharam e ensinaram juntos por algum tempo nos anos 1960, mas depois se colocaram em caminhos diferentes.
Referências
- ↑ Graves, Robert, Ali-Shah, Omar: The Original Rubaiyyat of Omar Khayyam, ISBN 0-14-003408-0, ISBN 0-912358-38-6
- ↑ Carta de Doris Lessing aos editores do The New York Review of Books, datada de 22 de Outubro de 1970, com uma resposta de L. P. Elwell-Sutton (em inglês)
- ↑ Stuffed Eagle, Time Magazine, 31 de Maio 1968 (em inglês)