Ode de Güldencrone
| Ode de Güldencrone | |
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![]() Retrato de Ove Güldencrone (1840-1880), por Petros Moraites. | |
| Nascimento | |
| Morte | 14 de julho de 1880 (39 anos) |
| Nacionalidade | Dinamarquês |
| Progenitores | Mãe: Marie Sophie Frederikke Bardenfleth Pai: Christian Frederik Güldencrone |
| Cônjuge | Diane de Guldencrone |
| Filho(a)(s) | Vilhelm Christian Joseph Huges Viggo Arthur Joseph Marie Marie Dominique Cecilie Christine Caroline Clémence Christian Carl Marie Joseph Marie Sophie Frederikke |
| Ocupação | Oficial Naval |
Ode de Güldencrone [1] (1º de setembro de 1840, em Skanderborg – 14 de julho de 1880, em Paris) foi um oficial da marinha dinamarquesa, irmão de Carl e Christian Güldencrone e de Emil Gyldenkrone.
Biografia
Ele era filho do administrador distrital e camareiro Christian Frederik, Barão Güldencrone, e de Marie Sophie Frederikke Bardenfleth. Tornou-se cadete em 1853 e tenente em 1860. Em 1860-61, serviu a bordo da fragata Sjælland em viagem ao Império do Brasil e às Índias Ocidentais Dinamarquesas. Em 1861, esteve no navio de linha Frederik VI, e em 1862, na fragata Thetis [2].
Em 1863, obteve licença de três anos para ingressar no serviço naval grego como ajudante de ordens do rei Jorge I da Grécia [3]. Retornou à Dinamarca em 1864 e apresentou-se para o serviço, servindo naquele mesmo ano na fragata blindada Dannebrog. Entre 1866 e 1868, permaneceu à disposição (à la suite), retornando depois ao serviço grego como ajudante do rei Jorge I.
Foi promovido a primeiro-tenente em 1868 e, entre 1869 e 1870, serviu na fragata Sjælland durante sua viagem ao Mediterrâneo para a inauguração do Canal de Suez. Em 1870, serviu na fragata blindada Peder Skram, e em 1871, na fragata Jylland. Entre 1872 e 1873, comandou o navio a vapor Eideren no serviço postal. Em 1873, foi afastado do quadro regular da marinha dinamarquesa e retornou ao serviço naval grego, onde foi promovido a comandante e continuou como ajudante do rei.
Em 1877, Güldencrone fundou a força grega de torpedos e tornou-se seu primeiro comandante. Adoeceu em outubro de 1879 e faleceu no verão seguinte. Está sepultado no cemitério de Père Lachaise.
Foi condecorado como Cavaleiro da Ordem de Dannebrog em 21 de setembro de 1867 e recebeu a distinção de Dannebrogsmand em 29 de setembro de 1876.
Casou-se em 8 de abril de 1866, em Atenas, com a condessa Diane Gabrielle Victoire Marie Clémence de Gobineau, filha do conde Joseph Arthur de Gobineau, embaixador francês em Atenas entre 1864 à 1866, e de Clémence Gabrielle Monnerot.
A Biblioteca Real da Dinamarca possui duas fotografias de Ode de Güldencrone.
Referências
- ↑ ou Güldencrone, Gyldenkrone.
- ↑ T.A. Topsøe-Jensen e Emil Marquard, Officerer i den dansk-norske Søetat 1660-1814 og den danske Søetat 1814-1932, volume 1, Copenhague: H. Hagerups Forlag, 1935, p. 504.
- ↑ Donnard, Jean-Hervé (1967). Gobineau à Athènes, 1864–1868 : exposition commémorative (em francês). [S.l.]: Institut français d'Athènes
