O Profeta (livro)
| The Prophet | ||||
|---|---|---|---|---|
| O Profeta | ||||
| Autor(es) | Khalil Gibran | |||
| Idioma | inglês | |||
| País | ||||
| Gênero | Poesia em prosa | |||
| Arte de capa | Kahlil Gibran | |||
| Editora | Alfred A. Knopf | |||
| Formato | Livro | |||
| Lançamento | 1923 | |||
| Páginas | 107 | |||
| Edição portuguesa | ||||
| Tradução | Manuel Simões | |||
| Editora | Editorial A.O | |||
| Lançamento | 1978 | |||
| Páginas | 131 | |||
| Edição brasileira | ||||
| Tradução | Mansour Challita | |||
| Editora | Associação Cultural Internacional Gibran | |||
| Lançamento | 1972 | |||
| Cronologia | ||||
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The Prophet (O profeta em português) é a obra mais conhecida de Khalil Gibran.[1]
O Profeta começa com a chegada do navio que deveria reconduzir Al Mustafá à sua terra natal. Do alto do monte ele o vê por entre as brumas e a sua imensa alegria se mistura à grande tristeza de deixar a cidade de Orphalese. E quando entrou na cidade o povo inteiro o recebeu chamando o seu nome em altas vozes, passando de boca em boca, que vira o seu navio no mar. E os anciãos lhe pediram, não nos deixes ainda... Al Mustafá se dirige à praça do mercado, e todos um a um vão lhe pedindo para ficar. E pediram-lhe para os ensinar ainda e ele começou dizendo: Povo de Orphalese, o que poderia lhes falar senão do que está agora movendo dentro de vossas almas?
E assim vai descortinando a beleza das ideias sobre os filhos, a dádiva, a religião, o prazer, o amor, o trabalho e muito mais. Em O Profeta cada ideia se revestindo de uma imagem transforma-se em parábola, envolvendo o livro numa atmosfera de enlevo e encantamento, marcada pela melodia das frases.
Khalil Gibran nos convida a nos tornarmos pessoas verdadeiras. Ele coloca a própria alma sensível nessa obra, fazendo o reencontro do homem com o que ele tem de melhor em si mesmo.
Referências
- ↑ "Prophet Motive", Joan Acocella newyorker.com; acessado em 10 de agosto de 2013

