O Palhaço
O Palhaço
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2011 • cor • 90 min | |
| Gênero | comédia,[1] drama |
| Direção | Selton Mello |
| Produção | Vania Catani |
| Roteiro | Selton Mello Marcelo Vindicatto |
| Elenco | Selton Mello Paulo José Larissa Manoela Tonico Pereira Giselle Mota Fabiana Karla |
| Música | George Saldanha Luiz Adelmo Paulo Gama |
| Cinematografia | Adrian Teijido |
| Direção de arte | Cláudio Amaral Peixoto |
| Figurino | Kika Lopes |
| Edição | Selton Mello Marília Moraes |
| Companhias produtoras | Bananeira Filmes Mondo Cane Filmes Globo Filmes |
| Distribuição | Imagem Filmes |
| Lançamento | |
| Idioma | português |
| Orçamento | R$ 5 milhões (estimado)[3] |
| Receita | R$ R$ 11.498.810,007[4] |
O Palhaço é um filme de drama brasileiro de 2011, dirigido por Selton Mello e estrelado por ele mesmo ao lado de Paulo José, Larissa Manoela, Teuda Bara, Fabiana Karla e um grande elenco.[5] O roteiro de Marcelo Vindicatto e Selton Mello foi inspirado por uma experiência de vida de Mello ao passar por uma crise existencial como ator.[6] O filme foi distribuído nos mercados internacionais como The Clown.[7] A trama é ambientada no interior de Minas Gerais nos anos 70 e acompanha uma equipe circense liderada por Benjamim (Mello), o Palhaço Pangaré, que decide abandonar a vida artística afetando todos ao redor.[8]
Sua estreia no Festival Paulínia de Cinema aconteceu em 8 de julho de 2011, tendo sido amplamente elogiado pelo júri oficial e pelo público do evento, além de receber quatro prêmios, incluindo Melhor Diretor e Melhor Roteiro. Posteriormente, foi selecionado para outros festivais de cinema nacionais e internacionais. O filme também recebeu elogios da crítica especializada, sendo considerado uma obra "particular" por "fazer um elogio autêntico da tradição brasileira do humor verbal", além de ter sido aclamado pelo trabalho técnico de direção de fotografia, arte e elenco.[9]
O Palhaço foi lançado oficialmente nos cinemas brasileiros em 28 de outubro de 2011 pela Imagem Filmes. O filme tornou-se um dos mais assistidos no Brasil, superando a marca de 1 milhão de espectadores em sua terceira semana de exibição.[10] Foi considerado um grande sucesso de bilheteria com R$ 11,4 milhões gerados em receita contra um orçamento de produção estimado em R$ 5 milhões.[4][11] O filme foi o representante brasileiro a disputar uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Internacional, mas acabou não sendo selecionado entre os finalistas.[12] A imprensa internacional divulgou que o filme surge na premiação como "tentativa de mudar a imagem do Brasil no Oscar, de sangrenta para onírica".[13]
Aos Prêmios Grande Otelo de 2012, o filme despontou como o mais indicado e premiado da cerimônia, sendo nomeado a treze categorias e saindo-se vencedor em onze delas, incluindo as principais de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Ator para Selton Mello e Melhor Ator Coadjuvante para Paulo José.[14] Selton recebeu o Prêmio APCA de Melhor Diretor de Cinema.[15] Em 2015, foi eleito pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) como um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos, aparecendo na 97.ª posição.[16]
Premissa
Benjamin e Valdemar formam a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Vivendo pelas estradas com a trupe do Circo Esperança, Benjamin é um palhaço sem identidade, sem CPF e sem comprovante de residência. Ao acreditar que perdeu a própria graça, ele se lança em uma jornada em busca de um sonho e, talvez, de si mesmo.[17]
Elenco e personagens
- Selton Mello como Benjamin Savalla Gomes / Palhaço Pangaré
- Paulo José como Valdemar Gomes / Palhaço Puro Sangue
- Larissa Manoela como Guilhermina
- Danton Mello como Aldo
- Giselle Motta como Lola
- Teuda Bara como Dona Zaira
- Álamo Facó como João Lorota
- Cadu Fávero como Tony Lo Bianco
- Erom Cordeiro como Robson Félix
- Hossen Minussi como Chico Lorota
- Maira Chasseroux como Lara Lane
- Thogun como Gordini
- Michelle Martins como Glória
- Bruna Chiaradia como Justine
- Renato Macedo como Borrachinha
- Tony como Meio-Quilo (Tony Tonelada)
- Pritty Borges como Ana
- Fabiana Karla como Tonha
- Jorge Loredo como Nei
- Jackson Antunes como Juca Bigode
- Moacyr Franco como Delegado Justo
- Tonico Pereira como Beto Papagaio / Deto Papagaio
- Ferrugem como Atendente da Prefeitura
- Maria Manoella como Garçonete do bar do Tim
- Emílio Orciollo Netto como O Homem da Bicicleta
- Martha Meola como Nanci
- Phil Miler como Prefeito Romualdo
- Cico Caseira como Vendedor da loja
- Flávio Pardal como Bombeiro Augusto
- Thiago Falango como Patrick
- Yakara Piotto como Joyce
- Seu Hudi como Jurandir
- Hudson Rocha como Prefeito Jocélio
- Alessandra Brantes como Vanda
- Nilton Castro como Dono do bar do Tim
- João Marcelo como Prefeito Silas
- Fernando Reis como Mulher do Prefeito Silas
- Farinha como Homem humilde
- Raoni Seixas como Garoto que flerta com Lola
- Alex Sander como Assistente do delegado
Produção
Desenvolvimento

Este é o segundo filme de longa-metragem dirigido pelo ator e diretor Selton Mello. Quatro anos antes do lançamento de O Palhaço, Mello levou aos cinemas o drama Feliz Natal com Leonardo Medeiros no papel principal.[18] Desta vez, ele surge também como protagonista da história. Segundo ele, a criação do filme surgiu após uma crise existencial que viveu em 2009, quando estava insatisfeito como ator e deu origem a uma trama sobre rito de passagem.[6] No filme, esta crise é demonstrada por um palhaço do interior de Minas Gerais, estado onde Selton nasceu, que abandona o próprio circo em busca de se reencontrar.[6]
O roteiro do longa foi desenvolvido em conjunto com Marcelo Vindicatto, que também trabalhou com o diretor em seu trabalho anterior.[18] Foi apresentado para os atores Wagner Moura e Rodrigo Santoro, oferecendo-lhes o papel do Palhaço Pangaré, mas a agenda de trabalho de ambos não permitiu que aceitassem o convite.[19] Diante do impasse, Mello acabou optando por interpretar o protagonista e dirigir o filme ao mesmo tempo. O sorocabano Hudson Rocha, mais conhecido como Palhaço Kuxixo, foi contratado para preparar Selton e Paulo para os papéis, oferecendo dicas e truques de palhaço.[20]
Filmagens
As filmagens de O Palhaço foram realizadas nos meses de março e abril de 2010, na cidade de Paulínia, São Paulo, e algumas cenas na cidade de Artur Nogueira, também de São Paulo, Santa Rita de Ibitipoca, Minas Gerais e de Conceição do Ibitipoca, Minas Gerais. Mello afirmou em uma entrevista que o filme é "uma mistura de Oscarito, Didi Mocó e Bye Bye Brasil".[21] Além disso, Mello conta que o filme o ajudou a sair da depressão.[5] O aniversário de 73 anos do ator Paulo José, intérprete do Palhaço Puro Sangue, foi comemorado nos bastidores do filme com a produção.[5]
Lançamento
Festivais de cinema
O Palhaço fez sua estreia oficial no Festival Paulínia de Cinema, onde teve parte de suas cenas gravadas, em 8 de julho de 2011, numa sexta-feira. O filme logo foi recebido com entusiasmo do público e da crítica do evento, tornando-se a atração mais vista do festival, sendo necessário abrir outras sessões para atender a demanda de audiência.[22] Ao final de sua exibição, o filme foi aplaudido de pé pelo público que elogiou as interpretações, direção de arte e fotografia da obra.[23] O ator Moacyr Franco, em seu primeiro papel de destaque no cinema, foi aplaudido em cena aberta por sua performance e recebeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.[23] Em 5 de agosto de 2011, foi exibido na sessão de abertura do 39° Festival de Gramado, no Rio Grande do Sul, mas não participou da mostra competitiva de filmes.[24]
O sucesso crítico da estreia de O Palhaço também se repercutiu nos meses seguinte, sendo selecionado para outros eventos importantes de cinema. Fez incursão internacional sendo selecionado para a mostra de novos diretores do Festival Internacional de Cinema de Chicago, em outubro de 2011.[25] Participou do Festival do Rio, em 7 de outubro de 2011, sendo exibido na Mostra Première Brasil.[26] Em 21 de outubro de 2011, teve sua exibição na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. No 38° Festival Sesc Melhores Filmes, em abril de 2012, saiu-se como o grande vencedor da noite de premiações.[27] Em 2012, estreou na China no Festival Internacional de Cinema de Xangai, com exibição em 17 de junho. Em novembro de 2012, participou do 3º Festival Brapeq de Cinema Brasileiro, também realizado na China, onde foi honrado com o prêmio de melhor filme.[28] No mesmo mês, também esteve no Festival de Cinema Ibero-americano de Huelva, na Espanha, recebendo três prêmios.[29]
Em 2013, foi exibido na Suíça durante o Festival Internacional de Cinema de Zurique, em Zurique. Nos Estados Unidos, o longa teve passagem no Saint Louis International Film Festival, em Saint Louis, no estado de Missouri. A obra também teve destaque internacional na Mostra Internacional de Cinema de Moscou, na Rússia, e no Festival Internacional de Cinema de Tiburon, na Califórnia (EUA).[30] Em 2014, no Canadá, esteve no Brazilian Film & Television Festival of Toronto, onde a performance de Selton Mello foi premiada.[31]
Nos cinemas
O Palhaço foi lançado nos cinemas do Brasil em 28 de outubro de 2011 pela Imagem Filmes, com ampla distribuição em mais de duzentos cinemas pelo país.[32] Foi comercializado internacionalmente sob o título The Clown, tendo estreia em países como Taiwan em 28 de setembro de 2012; na Espanha em 19 de abril de 2013; e, em São Tomé e Príncipe em 4 de setembro de 2015.[33] Também foi projetado em cinemas dos Estados Unidos, Uruguai, Argentina e Itália.[33]
Repercussão
Bilheteria
Após a boa repercussão de O Palhaço nos festivais de cinema, o filme repetiu o feito com os espectadores no cinema. Em sua terceira semana em cartaz, após o feriado da Proclamação da República, em 15 de novembro de 2011 (terça-feira), o filme alcançou a marca de 1 milhão de espectadores nos cinemas e uma receita de R$ 9,8 milhões.[10] O sucesso de público do longa gerou surpresa para a produção, que obteve um número maior que o esperado segundo a produtora Vania Catani.[2] De acordo com dados da Ancine, em sua exibição oficial, o filme ocupou o máximo de 267 salas de cinemas e teve um público total somado em 1.211.083 espectadores, gerando uma receita final de R$ 11.498.810,00.[4]
Recepção crítica

Após seu lançamento, O Palhaço recebeu avaliações positivas pelo público, crítica especializada e imprensas nacionais e internacionais, especialmente pelo desempenho de Selton Mello na atuação e direção.[34][35][36]
Marcelo Hassel, para o Omelete, elogiou a singularidade do filme: "O que torna o filme particular, e não só um apanhado de (boas) referências, é que elas estão servindo em O Palhaço para fazer um elogio autêntico da tradição brasileira do humor verbal. Os enquadramentos geométricos transformam toda situação num palco em potencial. Quando Benjamin e os demais encontram o mecânico ou o delegado (Tonico Pereira e Moacyr Franco em suas respectivas participações especiais), os personagens são dispostos na cena para que um fique no "palco" (a oficina, a mesa do delegado) e os demais fiquem na "plateia" (o banco dos réus onde Benjamin se senta)".[37]
Para o Gazeta do Povo, Paulo Camargo destacou o trabalho técnico do filme: "É a direção e o roteiro — este escrito a quatro mãos com Marcelo Vindicato — que emprestam ao filme uma qualidade até difícil de ser explicada. Embebido na tradição de humor verbal do cinema popular brasileiro, que homenageia do início ao fim, o filme é também supermoderno em sua execução, na manipulação dos silêncios, na construção das cenas e dos planos, alguns memoráveis de tão bonitos. E jamais subestima a inteligência do público, mostrando que ele não precisa ser tratado sempre como telespectador em busca de diversão descartável, conforme têm feito outras produções nacionais de sucesso ultimamente".[38]
Jader Santana, ao Cinema com Rapadura, fez uma crítica mista ao filme, dizendo que: "A curta duração do filme talvez prejudique um pouco a sua execução, visto que se torna quase impossível oferecer uma descrição mais profunda de alguns personagens, todos eles curiosos e com potencial para estrelarem outros filmes. Não chega a ser um problema, mas torna tudo menos agradável, principalmente por não garantir mais espaço para uma explicação adequada sobre as inquietações de Benjamim". No entanto, finalizou o texto mencionando o potencial do filme: "O Palhaço tem tudo para figurar ao lado de grandes filmes com temática regional que tonaram-se sucesso de público e crítica, como O Auto da Compadecida e Lisbela e o Prisioneiro. A grande diferença entre eles está na sensível carga dramática colocada por Selton em seu produto".[39]
Diversos veículos internacionais realizaram críticas elogiosas à produção. Jonathan Holland, escrevendo para a Variety, elogiou a delicadeza do filme: "Uma fábula sobre um circo itinerante cujo protagonista perdeu o riso, O Palhaço arrancará um sorriso triste até do rosto mais cínico. Tão delicado, sinuoso e nostálgico quanto a trupe que acompanha de vila em vila, o segundo longa-metragem de Selton Mello (após Feliz Natal, de 2008) é simples, mas não simplista, e evita habilmente uma série de armadilhas potenciais; embora nunca alcance uma intensidade real, seu humor discreto e sutilmente satírico e seu espírito lúdico oferecem muito para se apreciar. Sucesso no Brasil, onde Mello e muitos de seus colegas de elenco são bastante conhecidos, o filme é a indicação brasileira ao Oscar de melhor filme estrangeiro".[40]
Prêmios e indicações
A recepção crítica amplamente positiva de O Palhaço refletiu-se também em sua trajetória nas premiações, com a conquista de inúmeros prêmios ao redor do mundo. Logo após o lançamento, o filme destacou-se como um forte candidato a indicações em importantes prêmios do cinema. Além disso, o desempenho de Selton Mello foi amplamente elogiado pela crítica, o que lhe garantiu indicações e vitórias em diversos festivais e premiações, tanto na categoria de Melhor Ator quanto na de Melhor Diretor. Na 11ª edição dos Prêmios Grande Otelo, o filme se consagrou recebendo trezes indicações, saindo-se vencedor em onze delas, incluindo as principais da premiação: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator para Selton Mello, Melhor Ator Coadjuvante para Paulo José e Melhor Roteiro Original.[14] O filme repetiu o feito de treze indicações na 17ª edição dos Prêmios Guarani, levando vitória em nove categorias, incluindo: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original.[41] Mello recebeu da Associação Paulista de Críticos de Arte o Prêmio APCA de Melhor Diretor de Cinema.[15]
Ver também
- Lista de representantes brasileiros para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro
- Lista de filmes brasileiros com mais de um milhão de espectadores
Referências
- ↑ HESSEL, Marcelo (27 de outubro de 2011). «O Palhaço - Crítica». Omelete. Consultado em 18 de junho de 2017
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- ↑ «O Palhaço (2011) - Bilheterias». e-Pipoca. Consultado em 18 de junho de 2017
- ↑ a b c Ancine. «Listagem de filmes brasileiros lançados de 1995 a 2020» (PDF). Consultado em 6 de janeiro de 2026
- ↑ a b c AdoroCinema, As curiosidades sobre o filme 'O Palhaço', consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ a b c «Selton Mello atua, escreve e dirige O Palhaço». Arquivado do original em 24 de março de 2011
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