Niteroiense Futebol Clube
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| Nome | Niteroiense Futebol Clube | |||
| Alcunhas | Niterói Nikiti Arariboia | |||
| Mascote | Arariboia | |||
| Fundação | 11 de maio de 1913 | |||
| Localização | Niterói, Rio de Janeiro, Brasil | |||
| Mando de jogo em | Arena Trops | |||
| Capacidade (mando) | 1 541 | |||
| Presidente | André Luiz | |||
| Treinador(a) | Thiago Thomaz | |||
| Patrocinador(a) | Prefeitura de Niterói Águas de Niterói | |||
| Material (d)esportivo | Pratic Sport | |||
| Competição | Carioca - Série B1 | |||
| Website | niteroiensefc.com.br | |||
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O Niteroiense Futebol Clube é uma tradicional agremiação esportiva brasileira sediada na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Fundado originalmente em 11 de maio de 1913 como Nictheroyense Football Club, o clube teve papel importante no desenvolvimento do futebol fluminense nas primeiras décadas do século XX.[1][2][3] Após encerrar suas atividades em 1980, o clube foi reativado em 2024, por meio da transferência da filiação do Clube Atlético Carioca, marcando o retorno de Niterói ao futebol profissional.[4]
História
Fundação e primeiros títulos (1913-1924)
O Nictheroyense Football Club foi estabelecido em 11 de maio de 1913, em um período de efervescência esportiva em Niterói, que viu o surgimento de diversos clubes de futebol.[1][2][5] O clube foi fundado por Alberto Calado, Gastão Ramos, Alipio José dos Santos, Antônio de Freitas, Manoel Rocha e Sílvio Vieira Goulart.[1][a] Seu primeiro campo próprio ficava na Rua Santa Clara, em Ponta d'Areia, bairro ligado à fábrica têxtil Santa Clara e São Joaquim (fundada em 1893) e ao clube operário local de atletismo.[2][5] O clube foi um dos fundadores da Liga Sportiva Fluminense em 1915, organizadora dos primeiros campeonatos estaduais fluminenses.[1][2]
Com apenas cinco anos de existência, o clube foi campeão do Campeonato Fluminense de 1918 (organizado pela LSF), superando equipes como o Barreto, Cubango, Fluminense, Guarany, Odeon, Parnahyba e Ypiranga.[1][3][5][6][7] Durante a campanha, o Nictheroyense aplicou a maior goleada de sua história ao derrotar o Guarany, rival de Santa Rosa atualmente extinto, pelo placar de 9 a 0.[8][9][10] A equipe que conquistou o primeiro título da história do Nictheroyense era formada por: Gastão Ramos, Jovelino e Adalberto; Antonico, Tavares e Samuel; Nick, Billú, Raymundo, Oscar e Zéca.[1][11]
Em 1919, o clube transferiu-se para um novo campo na Rua Visconde de Sepetiba, no centro de Niterói, onde também passou a manter sua sede social ao lado do gramado.[1][12] Nos anos seguintes, o clube foi vice-campeão do Campeonato Fluminense em 1922 e 1924, ambos conquistados pelo Byron, além de sagrar-se campeão do Torneio Início em 1923 em cima do mesmo adversário.
Consolidação no futebol niteroiense (1925-1950)
Entre as décadas de 1920 e 1950, o clube integrou o chamado "Grupo dos Seis" do futebol niteroiense, ao lado de Canto do Rio, Ypiranga, Fluminense, Byron e Barreto, agrupamento que representou a elite do futebol local nesse período.[13]

Em 1937, sagrou-se campeão do Campeonato Niteroiense, título que foi dividido com o Fonseca após ambas as equipes terminarem empatadas na disputa por pontos corridos.[1][7][14] O desempate foi realizado em uma série melhor de três partidas, na qual a primeira terminou empatada, a segunda foi vencida pelo Fonseca e a terceira pelo Nictheroyense; com a igualdade persistindo, foi disputado posteriormente um último jogo de desempate, encerrado em 1 a 1, o que levou à divisão do título.[7][15][16]
Em 1943, o clube teve a grafia de seu nome alterada para Niteroiense Futebol Clube, acompanhada por modificações no escudo, em consonância com o Formulário Ortográfico de 1943, que mudou o nome da cidade de Nictheroy para Niterói.
Declínio e encerramento das atividades (1951-1981)

Nas décadas seguintes, o Niteroiense manteve atividade esportiva regular, embora com menor destaque competitivo. O processo de profissionalização do futebol e a fusão dos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara reduziram gradualmente o espaço das agremiações locais, impactando também o clube.
Entre 1967 e 1978, o clube esteve envolvido em uma disputa judicial pela posse de seu terreno, na qual quatro entidades religiosas reivindicaram a área e ingressaram com ação de despejo. Em 1970, a ação de usucapião foi julgada improcedente, determinando a desocupação do imóvel.[12] Em 1978, o terreno foi adquirido por Medrado Dias, que doou a sede ao Niteroiense, sendo o antigo campo de futebol convertido em estacionamento.[17] Em 1980, o terreno correspondente ao campo foi vendido a uma imobiliária, e a área da sede acabou incorporada às negociações, levando à descontinuidade de suas atividades e à extinção da instituição em 1981.[1][3][18] O último presidente do clube, Dilermando Soares, doou o acervo do clube para o Lar Humaitá.[1]
Retorno das atividades (2024-presente)
Em 2024, o Niteroiense retomou suas atividades após mais de quatro décadas de inatividade. O retorno ocorreu por meio da transferência de filiação do Clube Atlético Carioca junto à FERJ, o que possibilitou a volta da equipe às competições oficiais.[4][19][20] O Atlético Carioca manteve apenas as atividades de categorias de base até o início de 2025.[4][21]
A equipe disputou a Série C do Campeonato Carioca de 2024 e conquistou a Taça Waldir Amaral, com uma campanha de oito vitórias e uma derrota, marcando 24 gols e sofrendo apenas três.[22] Na semi-final, o time garantiu o acesso para a Série B2, vencendo do Campos no jogo de ida, em Cardoso Moreira, por 2 a 0, e empatando o jogo da volta, em São Cristóvão, por 1 a 1.[23] O clube chegou a final da Série C, diante do Uni Souza, decidindo a competição em seu mando de campo. No primeiro jogo, em Moça Bonita, as equipes empataram por 1 a 1. O clube saiu atrás do placar, mas no começo da segunda etapa, Jhow Jhow, artilheiro do campeonato, marcou e empatou a partida.[24] No jogo de volta, no Estádio Ronaldo Nazário, a equipe saiu na frente com gol de pênalti anotado por Digregor, mas o Uni Souza empatou com gol de Mamed, resultando no mesmo placar do jogo da ida, 2 a 2 no agregado. Na decisão de pênaltis, o goleiro Marcílio defendeu uma cobrança do Uni Souza, enquanto o Niteroiense acertou todas as cobranças, conquistando assim o campeonato.[25]
No mesmo ano, disputou a Série B2 do Carioca, obtendo a 3ª colocação na Taça Maracanã, garantindo a classificação para a semifinal e subindo de divisão para a Série B1 de 2025.[26] Na semifinal, o clube chegou a vencer de virada o Bonsucesso por 4 a 3 no segundo jogo, mas foi eliminado por perder o primeiro jogo por 2 a 0, encerrando a temporada de 2024 com dois acessos e dois títulos.[27]
Em junho de 2025, o clube participou da Copa Rio, competição na qual finalmente pôde disputar uma partida em Niterói novamente, ao estrear na Arena Trops com um empate por 0 a 0 diante do America.[28][29] No jogo de volta, realizado no Estádio Giulite Coutinho, foi derrotado por 2 a 0 e acabou eliminado ainda na fase inicial do torneio.[30] No mesmo ano, o Niteroiense disputou a Série B1 do Campeonato Carioca. A equipe encerrou a competição na sexta colocação com 16 pontos, apresentando o melhor ataque, com 16 gols marcados, mas também a segunda defesa mais vazada, com 14 sofridos. Mesmo goleando o Paduano por 5 a 1 na última rodada, o clube não conseguiu alcançar o grupo dos quatro primeiros que avançavam às semifinais por dois pontos de diferença.[31]
Símbolos
Escudos

Até 1919, o Niteroiense utilizava em seu escudo as cores preto e branco.[32] Nesse ano, com a fusão com o Caravana, clube de Ponta d'Areia, foram incorporadas as cores azul e rosa ao escudo da equipe.[3][12][18] Posteriormente, em 1943, junto com a alteração do nome do clube, o escudo foi completamente reformulado, abandonando as cores branca e rosa e adotando a cor vermelha como cor predominante.
Em 2024, com a retomada das atividades do clube, o Niteroiense adotou uma nova identidade visual, baseada nas cores azul e branca. O escudo e o uniforme passaram por uma atualização estética, adotando um design moderno, com predominância da cor azul em homenagem à cidade de Niterói. De acordo com Maicon Vilela, refundador do clube, a reformulação teve como objetivo revitalizar a imagem do clube e atrair um público mais jovem, em sintonia com as tendências contemporâneas do século XXI.[4] Abaixo, a evolução dos escudos, desde a fundação até os dias atuais:
| Escudos do Niteroiense | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1913-1919 | 1919-1943 | 1943-1981 | 2024-presente | ||||
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Uniformes

Desde sua fundação, o Niteroiense utilizou camisas listradas verticalmente em preto e branco, padrão que permaneceu em uso ao longo de toda a sua história até o encerramento das atividades, em 1980.[3][18][32] Em 2024, com o retorno às atividades, os uniformes foram atualizados, adotando as cores azul e branca, em consonância com a nova identidade visual do clube.[4]
Evolução dos uniformes
1913
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2025
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Uniformes atuais
Jogadores de linha
- 1° uniforme: camisa e calção azuis com listras brancas e meiões azuis;
- 2° uniforme: camisa e calção brancos com listras azuis e meiões brancos;
- 3° uniforme: camisa e meiões pretos e calção preto com listras cinzas.
1° uniforme
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2° uniforme
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3° uniforme
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Goleiros
- 1° uniforme: camisa, calção e meiões amarelas;
- 2° uniforme: camisa, calção e meiões cinzas.
1° uniforme
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2° uniforme
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Mascote

O mascote do clube é o cacique Arariboia, uma figura histórica e lendária intimamente ligada à identidade e à memória da cidade de Niterói.[4][33]
Arariboia foi um importante chefe do povo temiminó, pertencente à etnia tupi, que habitava o litoral do atual território brasileiro durante o século XVI. Ficou conhecido por sua aliança estratégica com os portugueses, desempenhando um papel decisivo na disputa pela baía de Guanabara contra os tamoios e os franceses, culminando na expulsão destes últimos em 20 de janeiro de 1567. Como reconhecimento por sua atuação nesse conflito, além de receber o titúlo de Cavaleiro da Ordem de Cristo e um terreno no atual bairro de São Cristóvão,[34] Arariboia recebeu da coroa portuguesa a posse de uma porção de terras situadas na entrada da baía. Nesse local foi estabelecida a aldeia de São Lourenço, considerada o embrião da cidade de Niterói, da qual Arariboia é amplamente reconhecido como fundador.[35][36] Sua trajetória permanece como um dos marcos históricos mais relevantes da região e segue sendo reverenciada por meio de diversas representações culturais, incluindo o uso como símbolo oficial do clube.
Estrutura
Campo da Rua Santa Clara
O Campo da Rua Santa Clara ficava localizado no bairro da Ponta d'Areia, em Niterói, e pertencia ao Niteroiense.[2][5] Considerado um dos melhores da cidade no início do século XX, era frequentemente descrito como um "espaçoso ground" e atraía grandes públicos para as partidas.[2][37][38] Recebeu jogos da Liga Sportiva Fluminense, da qual o clube foi membro fundador e ativo participante na década de 1910.[1][2]
Antiga sede social

A sede social do Niteroiense situava-se na Rua Cadete Xavier Leal, no centro de Niterói, e foi inaugurada em 1919, no mesmo período em que o clube inaugurava o campo na esquina com a Rua Visconde de Sepetiba.[1][12] A edificação abrigava a secretaria, salas administrativas, um salão social, bar, aparelhagem de som e sauna, funcionando como núcleo da vida associativa do clube. O local era palco de muitas festas e baladas, atraindo associados e frequentadores ao longo de décadas. Entre 1967 e 1978, o terreno do clube foi alvo de disputa judicial, a qual o Niteroiense perdeu, resultando na desocupação do imóvel.[12] Em 1978, terreno foi adquirido por Medrado Dias, que doou a sede ao Niteroiense, preservando suas funções sociais, enquanto o terreno correspondente ao campo permaneceu com o adquirente.[17] Em 1980, o terreno correspondente ao campo foi vendido a uma imobiliária, e a área da sede acabou incorporada às negociações.[1]
Campo da Rua Visconde de Sepetiba

O principal campo do clube situava-se na Rua Visconde de Sepetiba, inaugurado em 1919.[1][12] O espaço possuía gramado, arquibancadas e iluminação para partidas noturnas, recebendo jogos do Niteroiense, de diversos outros clubes niteroienses e de grandes equipes cariocas, incluindo um Fla-Flu com placar de 5 a 3 a favor do Flamengo.[39] Após a disputa judicial entre 1967 e 1978, o Niteroiense perdeu o terreno do campo.[12] A última partida no campo ocorreu entre Niteroiense e Veteranos da AABB, com vitória do Niteroiense por 3 a 1.[17] Em 1978, a área do campo foi convertida em estacionamento e em 1980 foi vendido a uma imobiliária junto a sede.[1][17]
Parque Poliesportivo da Concha Acústica
O Parque Poliesportivo da Concha Acústica, localizado no bairro de São Domingos, em Niterói, é o local onde o Niteroiense realizava seus treinamentos e manda as partidas da equipe sub-20. O clube tentou utilizar o estádio como mando de campo do time profissional, mas a FERJ negou a liberação por questões técnicas relacionadas à infraestrutura do local, incluindo segurança, acomodações, acessibilidade e demais exigências para competições oficializadas.[40][41]
Arena Trops
A Arena Trops, localizada no Centro de Formação de Atletas do Trops (CEFAT), no bairro de Várzea das Moças, em Niterói, foi escolhido como mando de campo oficial do Niteroiense para a temporada de 2025 devido à impossibilidade de utilização da Concha Acústica pelo time profissional. A escolha foi confirmada após o clube obter todos os laudos necessários em vistoria realizada no mesmo ano.[28] A estreia no local ocorreu em 25 de junho, na partida contra o America, válida pela primeira rodada da Copa Rio de 2025, que terminou empatada em 0 a 0.[29]
Títulos
| ESTADUAIS | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Carioca – Série C | 1 | ||
| Campeonato Fluminense | 1 | ||
| Torneio Início | 1 | ||
| TURNOS DO ESTADUAL | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
|
Taça Waldir Amaral | 1 | |
| MUNICIPAIS | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Niteroiense | 1 | ||
| Torneio Início | 3 | ||
| TOTAL | |||
| Conquistas | Títulos | Categorias | |
| Títulos oficiais | 8 | ||
Estatísticas
Participações
| Competição | Participações | Temporadas | |
|---|---|---|---|
| Estaduais | |||
| Copa Rio | 1 | 2025 | |
| Campeonato Carioca – Série B1 | 2 | 2025-2026 | |
| Campeonato Carioca – Série B2 | 1 | 2024 | |
| Campeonato Carioca – Série C | 1 | 2024 | |
| Campeonato Fluminense (extinto) | 17 | 1915-1925, 1927, 1956-1958, 1961-1962 | |
| Torneio Início (extinto) | 5 | 1921-1925 | |
| Torneio Aberto (extinto) | 1 | 1935 | |
| Turnos do estadual | |||
| Taça Corcovado | 2 | 2025-2026 | |
| Taça Maracanã | 1 | 2024 | |
| Taça Waldir Amaral | 1 | 2024 | |
| Municipais | |||
| Campeonato Niteroiense (extinto) | 21 | 1928-1934, 1937-1939, 1945, 1947-1949, 1952-1953, 1956-1958, 1961-1962 | |
| Torneio Início (extinto) | 21 | 1926, 1929, 1931-1932, 1934, 1937-1939, 1940, 1942-1945, 1949-1956, 1961 | |
Participações, em 2026
Campanhas de destaque
| Niteroiense Futebol Clube | ||||
|---|---|---|---|---|
| Competição | Campeão | Vice-campeão | Terceiro colocado | Quarto colocado |
| Estaduais | ||||
| 0 (não possui) | 0 (não possui) | 1 (2024) | 0 (não possui) | |
| 1 (2024) | 0 (não possui) | 0 (não possui) | 0 (não possui) | |
| 1 (1918) | 2 (1922 e 1924)[A] | Desconhecido | 1 (1919)[B] | |
| 1 (1923) | 0 (não possui) | — | — | |
| Turnos do estadual | ||||
| 0 (não possui) | 0 (não possui) | 1 (2024) | 0 (não possui) | |
| 1 (2024) | 0 (não possui) | 0 (não possui) | 0 (não possui) | |
| Municipais | ||||
| 1 (1937) | 1 (1934)[A] | 3 (1931, 1956 e 1962)[C] | 2 (1932 e 1957)[B] | |
| 3 (1931, 1943 e 1945)[D] | 1 (1929)[A] | — | — | |
Notas:
- ↑ a b c É possível que o Niteroiense já tenha sido segundo colocado em outras ocasiões.
- ↑ a b É possível que o Niteroiense já tenha sido quarto colocado em outras ocasiões.
- ↑ É possível que o Niteroiense já tenha sido terceiro colocado em outras ocasiões.
- ↑ É possível que o Niteroiense já tenha sido campeão em outras ocasiões.
Elenco atual
Última atualização: 1° de setembro de 2025.
| Elenco atual do Niteroiense Futebol Clube[42] | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pos. | Nome | Pos. | Nome | Pos. | Nome | ||||
| G | Z | M | |||||||
| G | Z | A | |||||||
| G | V | A | |||||||
| LD | V | A | |||||||
| LE | V | A | |||||||
| LD | M | A | |||||||
| LE | M | A | |||||||
| LD | M | A | |||||||
| LE | M | A | |||||||
| Z | M | A | |||||||
| Z | M | A | |||||||
| Z | |||||||||
|
Técnico: | |||||||||
Ver também
- Canto do Rio Foot-Ball Club
- Niterói Rugby Football Clube
- Niterói Basquete Clube
- Niterói Vôlei Clube
- Liga Niteroiense de Desportos
Notas e referências
Notas
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p «Sem sede e campo, clube doará acervo». Niterói. O Fluminense. 03363 (1): 11. 26 de outubro de 1981. Consultado em 13 de janeiro de 2026
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- ↑ a b c d e Retratos do Futebol Fluminense (20 de fevereiro de 2018). «Saudosa agremiação da Cidade Sorriso, o Niteroiense Futebol Clube...». Facebook. Consultado em 3 de outubro de 2025
- ↑ a b c d e f Reis, Isabela (23 de fevereiro de 2024). «Niteroiense FC: a volta do time centenário de Niterói ao Campeonato Carioca». ge. Consultado em 21 de março de 2024
- ↑ a b c d de Melo, Victor (2020). A Vida Sportiva de Nictheroy (séc. XIX-1919) (PDF). Niterói: Niterói Livros. p. 254. ISBN 978-8585896614. Consultado em 8 de dezembro de 2025
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- ↑ «...Nictheroyense, por ter vencido o match, por 9 a 0...». Rio de Janeiro. O Paiz. 12385 (1): 13. 7 de setembro de 1918. Consultado em 29 de dezembro de 2025
- ↑ «Guarany vesus Nictheroyense, Guarany derrota seu antagonista pelo score de 3 a 1». Rio de Janeiro. O Imparcial. 00577 (1): 9. 31 de julho de 1914. Consultado em 17 de outubro de 2018
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- ↑ «Futebol». Canto do Rio Foot-Ball Club. Consultado em 30 de maio de 2025
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- ↑ Menezes, Pedro (24 de fevereiro de 2025). «Niteroiense FC sonha em mandar jogos na Concha Acústica». A Tribuna. Consultado em 10 de agosto de 2025
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