Ninidrina
Ninidrina
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| Nomes | |||||||||||||||
| Outros nomes | 2,2-diidroxi-1,3-dioxoidrindeno 2,2-diidroxi-hidrindeno-1,3-diona 2,2-diidroxi-indano-1,3-diona indanotriona-hidrato 2,2-diidroxi-1,3-indenodiona 2,2-diidroxi-1H-indeno-1,3(2H)-diona | ||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
A ninidrina (2,2-diidroxi-hidrindeno-1,3-diona) é um produto químico utilizado para a detecção de aminas primárias, particularmente de aminoácidos. Ao reagir com essas aminas livres, uma cor azul escura ou roxa, conhecida como púrpura de Ruhemann é produzida. A ninidrina é comumente usada para detectar impressões digitais, já que, graças a sua reação com os aminogrupos terminais das moléculas de lisina incorporadas nas proteínas ou peptídeos, é suficientemente sensível para revelar resíduos de pele.[3]
Notas e referências
- ↑ a b Registo de Ninhydrin na Base de Dados de Substâncias GESTIS do IFA, accessado em 16 de Janeiro de 2008
- ↑ Andreas Schmidt, in: Römpp Online - Version 3.5, 2009, Georg Thieme Verlag, Stuttgart.
- ↑ Ciência forense: impressões digitais


