Niteroiense Futebol Clube

Niteroiense
Nome Niteroiense Futebol Clube
Alcunhas Niterói
Nikiti
Arariboia
Mascote Arariboia
Fundação 11 de maio de 1913
Localização Niterói, Rio de Janeiro, Brasil
Mando de jogo em Arena Trops
Capacidade (mando) 1 541
Presidente André Luiz
Treinador(a) Thiago Thomaz
Patrocinador(a) Prefeitura de Niterói
Águas de Niterói
Material (d)esportivo Pratic Sport
Competição Carioca - Série B1
Website niteroiensefc.com.br
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo

O Niteroiense Futebol Clube é uma tradicional agremiação esportiva brasileira sediada na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Fundado originalmente em 11 de maio de 1913 como Nictheroyense Football Club, o clube teve papel importante no desenvolvimento do futebol fluminense nas primeiras décadas do século XX.[1][2][3] Após encerrar suas atividades em 1980, o clube foi reativado em 2024, por meio da transferência da filiação do Clube Atlético Carioca, marcando o retorno de Niterói ao futebol profissional.[4]

História

Fundação e primeiros títulos (1913-1924)

O Nictheroyense Football Club foi estabelecido em 11 de maio de 1913, em um período de efervescência esportiva em Niterói, que viu o surgimento de diversos clubes de futebol.[1][2][5] O clube foi fundado por Alberto Calado, Gastão Ramos, Alipio José dos Santos, Antônio de Freitas, Manoel Rocha e Sílvio Vieira Goulart.[1][a] Seu primeiro campo próprio ficava na Rua Santa Clara, em Ponta d'Areia, bairro ligado à fábrica têxtil Santa Clara e São Joaquim (fundada em 1893) e ao clube operário local de atletismo.[2][5] O clube foi um dos fundadores da Liga Sportiva Fluminense em 1915, organizadora dos primeiros campeonatos estaduais fluminenses.[1][2]

Com apenas cinco anos de existência, o clube foi campeão do Campeonato Fluminense de 1918 (organizado pela LSF), superando equipes como o Barreto, Cubango, Fluminense, Guarany, Odeon, Parnahyba e Ypiranga.[1][3][5][6][7] Durante a campanha, o Nictheroyense aplicou a maior goleada de sua história ao derrotar o Guarany, rival de Santa Rosa atualmente extinto, pelo placar de 9 a 0.[8][9][10] A equipe que conquistou o primeiro título da história do Nictheroyense era formada por: Gastão Ramos, Jovelino e Adalberto; Antonico, Tavares e Samuel; Nick, Billú, Raymundo, Oscar e Zéca.[1][11]

Em 1919, o clube transferiu-se para um novo campo na Rua Visconde de Sepetiba, no centro de Niterói, onde também passou a manter sua sede social ao lado do gramado.[1][12] Nos anos seguintes, o clube foi vice-campeão do Campeonato Fluminense em 1922 e 1924, ambos conquistados pelo Byron, além de sagrar-se campeão do Torneio Início em 1923 em cima do mesmo adversário.

Consolidação no futebol niteroiense (1925-1950)

Entre as décadas de 1920 e 1950, o clube integrou o chamado "Grupo dos Seis" do futebol niteroiense, ao lado de Canto do Rio, Ypiranga, Fluminense, Byron e Barreto, agrupamento que representou a elite do futebol local nesse período.[13]

Equipe do Nictheroyense, em 1937.

Em 1937, sagrou-se campeão do Campeonato Niteroiense, título que foi dividido com o Fonseca após ambas as equipes terminarem empatadas na disputa por pontos corridos.[1][7][14] O desempate foi realizado em uma série melhor de três partidas, na qual a primeira terminou empatada, a segunda foi vencida pelo Fonseca e a terceira pelo Nictheroyense; com a igualdade persistindo, foi disputado posteriormente um último jogo de desempate, encerrado em 1 a 1, o que levou à divisão do título.[7][15][16]

Em 1943, o clube teve a grafia de seu nome alterada para Niteroiense Futebol Clube, acompanhada por modificações no escudo, em consonância com o Formulário Ortográfico de 1943, que mudou o nome da cidade de Nictheroy para Niterói.

Declínio e encerramento das atividades (1951-1981)

Jogadores do Niteroiense, em 1962.

Nas décadas seguintes, o Niteroiense manteve atividade esportiva regular, embora com menor destaque competitivo. O processo de profissionalização do futebol e a fusão dos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara reduziram gradualmente o espaço das agremiações locais, impactando também o clube.

Entre 1967 e 1978, o clube esteve envolvido em uma disputa judicial pela posse de seu terreno, na qual quatro entidades religiosas reivindicaram a área e ingressaram com ação de despejo. Em 1970, a ação de usucapião foi julgada improcedente, determinando a desocupação do imóvel.[12] Em 1978, o terreno foi adquirido por Medrado Dias, que doou a sede ao Niteroiense, sendo o antigo campo de futebol convertido em estacionamento.[17] Em 1980, o terreno correspondente ao campo foi vendido a uma imobiliária, e a área da sede acabou incorporada às negociações, levando à descontinuidade de suas atividades e à extinção da instituição em 1981.[1][3][18] O último presidente do clube, Dilermando Soares, doou o acervo do clube para o Lar Humaitá.[1]

Retorno das atividades (2024-presente)

Em 2024, o Niteroiense retomou suas atividades após mais de quatro décadas de inatividade. O retorno ocorreu por meio da transferência de filiação do Clube Atlético Carioca junto à FERJ, o que possibilitou a volta da equipe às competições oficiais.[4][19][20] O Atlético Carioca manteve apenas as atividades de categorias de base até o início de 2025.[4][21]

A equipe disputou a Série C do Campeonato Carioca de 2024 e conquistou a Taça Waldir Amaral, com uma campanha de oito vitórias e uma derrota, marcando 24 gols e sofrendo apenas três.[22] Na semi-final, o time garantiu o acesso para a Série B2, vencendo do Campos no jogo de ida, em Cardoso Moreira, por 2 a 0, e empatando o jogo da volta, em São Cristóvão, por 1 a 1.[23] O clube chegou a final da Série C, diante do Uni Souza, decidindo a competição em seu mando de campo. No primeiro jogo, em Moça Bonita, as equipes empataram por 1 a 1. O clube saiu atrás do placar, mas no começo da segunda etapa, Jhow Jhow, artilheiro do campeonato, marcou e empatou a partida.[24] No jogo de volta, no Estádio Ronaldo Nazário, a equipe saiu na frente com gol de pênalti anotado por Digregor, mas o Uni Souza empatou com gol de Mamed, resultando no mesmo placar do jogo da ida, 2 a 2 no agregado. Na decisão de pênaltis, o goleiro Marcílio defendeu uma cobrança do Uni Souza, enquanto o Niteroiense acertou todas as cobranças, conquistando assim o campeonato.[25]

No mesmo ano, disputou a Série B2 do Carioca, obtendo a 3ª colocação na Taça Maracanã, garantindo a classificação para a semifinal e subindo de divisão para a Série B1 de 2025.[26] Na semifinal, o clube chegou a vencer de virada o Bonsucesso por 4 a 3 no segundo jogo, mas foi eliminado por perder o primeiro jogo por 2 a 0, encerrando a temporada de 2024 com dois acessos e dois títulos.[27]

Em junho de 2025, o clube participou da Copa Rio, competição na qual finalmente pôde disputar uma partida em Niterói novamente, ao estrear na Arena Trops com um empate por 0 a 0 diante do America.[28][29] No jogo de volta, realizado no Estádio Giulite Coutinho, foi derrotado por 2 a 0 e acabou eliminado ainda na fase inicial do torneio.[30] No mesmo ano, o Niteroiense disputou a Série B1 do Campeonato Carioca. A equipe encerrou a competição na sexta colocação com 16 pontos, apresentando o melhor ataque, com 16 gols marcados, mas também a segunda defesa mais vazada, com 14 sofridos. Mesmo goleando o Paduano por 5 a 1 na última rodada, o clube não conseguiu alcançar o grupo dos quatro primeiros que avançavam às semifinais por dois pontos de diferença.[31]

Símbolos

Escudos

Bandeira do Nictheroyense em 1915.

Até 1919, o Niteroiense utilizava em seu escudo as cores preto e branco.[32] Nesse ano, com a fusão com o Caravana, clube de Ponta d'Areia, foram incorporadas as cores azul e rosa ao escudo da equipe.[3][12][18] Posteriormente, em 1943, junto com a alteração do nome do clube, o escudo foi completamente reformulado, abandonando as cores branca e rosa e adotando a cor vermelha como cor predominante.

Em 2024, com a retomada das atividades do clube, o Niteroiense adotou uma nova identidade visual, baseada nas cores azul e branca. O escudo e o uniforme passaram por uma atualização estética, adotando um design moderno, com predominância da cor azul em homenagem à cidade de Niterói. De acordo com Maicon Vilela, refundador do clube, a reformulação teve como objetivo revitalizar a imagem do clube e atrair um público mais jovem, em sintonia com as tendências contemporâneas do século XXI.[4] Abaixo, a evolução dos escudos, desde a fundação até os dias atuais:

Escudos do Niteroiense
1913-1919 1919-1943 1943-1981 2024-presente

Uniformes

Crianças vestindo a camisa do Niteroiense em meados da década de 70.

Desde sua fundação, o Niteroiense utilizou camisas listradas verticalmente em preto e branco, padrão que permaneceu em uso ao longo de toda a sua história até o encerramento das atividades, em 1980.[3][18][32] Em 2024, com o retorno às atividades, os uniformes foram atualizados, adotando as cores azul e branca, em consonância com a nova identidade visual do clube.[4]

Evolução dos uniformes

Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1913
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2025

Uniformes atuais

Jogadores de linha
  • 1° uniforme: camisa e calção azuis com listras brancas e meiões azuis;
  • 2° uniforme: camisa e calção brancos com listras azuis e meiões brancos;
  • 3° uniforme: camisa e meiões pretos e calção preto com listras cinzas.
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1° uniforme
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2° uniforme
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3° uniforme
Goleiros
  • 1° uniforme: camisa, calção e meiões amarelas;
  • 2° uniforme: camisa, calção e meiões cinzas.
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1° uniforme
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2° uniforme

Mascote

Estátua do Arariboia em Niterói.

O mascote do clube é o cacique Arariboia, uma figura histórica e lendária intimamente ligada à identidade e à memória da cidade de Niterói.[4][33]

Arariboia foi um importante chefe do povo temiminó, pertencente à etnia tupi, que habitava o litoral do atual território brasileiro durante o século XVI. Ficou conhecido por sua aliança estratégica com os portugueses, desempenhando um papel decisivo na disputa pela baía de Guanabara contra os tamoios e os franceses, culminando na expulsão destes últimos em 20 de janeiro de 1567. Como reconhecimento por sua atuação nesse conflito, além de receber o titúlo de Cavaleiro da Ordem de Cristo e um terreno no atual bairro de São Cristóvão,[34] Arariboia recebeu da coroa portuguesa a posse de uma porção de terras situadas na entrada da baía. Nesse local foi estabelecida a aldeia de São Lourenço, considerada o embrião da cidade de Niterói, da qual Arariboia é amplamente reconhecido como fundador.[35][36] Sua trajetória permanece como um dos marcos históricos mais relevantes da região e segue sendo reverenciada por meio de diversas representações culturais, incluindo o uso como símbolo oficial do clube.

Estrutura

Campo da Rua Santa Clara

O Campo da Rua Santa Clara ficava localizado no bairro da Ponta d'Areia, em Niterói, e pertencia ao Niteroiense.[2][5] Considerado um dos melhores da cidade no início do século XX, era frequentemente descrito como um "espaçoso ground" e atraía grandes públicos para as partidas.[2][37][38] Recebeu jogos da Liga Sportiva Fluminense, da qual o clube foi membro fundador e ativo participante na década de 1910.[1][2]

Antiga sede social

Antiga sede social do Niteroiense Futebol Clube.

A sede social do Niteroiense situava-se na Rua Cadete Xavier Leal, no centro de Niterói, e foi inaugurada em 1919, no mesmo período em que o clube inaugurava o campo na esquina com a Rua Visconde de Sepetiba.[1][12] A edificação abrigava a secretaria, salas administrativas, um salão social, bar, aparelhagem de som e sauna, funcionando como núcleo da vida associativa do clube. O local era palco de muitas festas e baladas, atraindo associados e frequentadores ao longo de décadas. Entre 1967 e 1978, o terreno do clube foi alvo de disputa judicial, a qual o Niteroiense perdeu, resultando na desocupação do imóvel.[12] Em 1978, terreno foi adquirido por Medrado Dias, que doou a sede ao Niteroiense, preservando suas funções sociais, enquanto o terreno correspondente ao campo permaneceu com o adquirente.[17] Em 1980, o terreno correspondente ao campo foi vendido a uma imobiliária, e a área da sede acabou incorporada às negociações.[1]

Campo da Rua Visconde de Sepetiba

Terreno do campo sendo usado como estacionamento.

O principal campo do clube situava-se na Rua Visconde de Sepetiba, inaugurado em 1919.[1][12] O espaço possuía gramado, arquibancadas e iluminação para partidas noturnas, recebendo jogos do Niteroiense, de diversos outros clubes niteroienses e de grandes equipes cariocas, incluindo um Fla-Flu com placar de 5 a 3 a favor do Flamengo.[39] Após a disputa judicial entre 1967 e 1978, o Niteroiense perdeu o terreno do campo.[12] A última partida no campo ocorreu entre Niteroiense e Veteranos da AABB, com vitória do Niteroiense por 3 a 1.[17] Em 1978, a área do campo foi convertida em estacionamento e em 1980 foi vendido a uma imobiliária junto a sede.[1][17]

Parque Poliesportivo da Concha Acústica

O Parque Poliesportivo da Concha Acústica, localizado no bairro de São Domingos, em Niterói, é o local onde o Niteroiense realizava seus treinamentos e manda as partidas da equipe sub-20. O clube tentou utilizar o estádio como mando de campo do time profissional, mas a FERJ negou a liberação por questões técnicas relacionadas à infraestrutura do local, incluindo segurança, acomodações, acessibilidade e demais exigências para competições oficializadas.[40][41]

Arena Trops

A Arena Trops, localizada no Centro de Formação de Atletas do Trops (CEFAT), no bairro de Várzea das Moças, em Niterói, foi escolhido como mando de campo oficial do Niteroiense para a temporada de 2025 devido à impossibilidade de utilização da Concha Acústica pelo time profissional. A escolha foi confirmada após o clube obter todos os laudos necessários em vistoria realizada no mesmo ano.[28] A estreia no local ocorreu em 25 de junho, na partida contra o America, válida pela primeira rodada da Copa Rio de 2025, que terminou empatada em 0 a 0.[29]

Títulos

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Carioca – Série C 1
2024
Campeonato Fluminense 1
1918
Torneio Início 1
1923
TURNOS DO ESTADUAL
Competição Títulos Temporadas
Taça Waldir Amaral 1
2024
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Niteroiense 1
1937
Torneio Início 3
1931, 1943 e 1945
TOTAL
Conquistas Títulos Categorias
Títulos oficiais 8
3 Estaduais, 1 Turno do Estadual e 4 Municipais

Estatísticas

Participações

Competição Participações Temporadas
Estaduais
Rio de Janeiro Copa Rio 1 2025
Campeonato Carioca – Série B1 2 2025-2026
Campeonato Carioca – Série B2 1 2024
Campeonato Carioca – Série C 1 2024
Campeonato Fluminense (extinto) 17 1915-1925, 1927, 1956-1958, 1961-1962
Torneio Início (extinto) 5 1921-1925
Distrito Federal do Brasil (1891–1960) Torneio Aberto (extinto) 1 1935
Turnos do estadual
Rio de Janeiro Taça Corcovado 2 2025-2026
Taça Maracanã 1 2024
Taça Waldir Amaral 1 2024
Municipais
Niterói Campeonato Niteroiense (extinto) 21 1928-1934, 1937-1939, 1945, 1947-1949, 1952-1953, 1956-1958, 1961-1962
Torneio Início (extinto) 21 1926, 1929, 1931-1932, 1934, 1937-1939, 1940, 1942-1945, 1949-1956, 1961

     Participações, em 2026

Campanhas de destaque

Niteroiense Futebol Clube
Competição Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Estaduais
Rio de Janeiro Campeonato Carioca – Série B2 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2024) 0 (não possui)
Rio de Janeiro Campeonato Carioca – Série C 1 (2024) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Campeonato Fluminense 1 (1918) 2 (1922 e 1924)[A] Desconhecido 1 (1919)[B]
Torneio Início 1 (1923) 0 (não possui)
Turnos do estadual
Rio de Janeiro Taça Maracanã 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2024) 0 (não possui)
Rio de Janeiro Taça Waldir Amaral 1 (2024) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Municipais
Niterói Campeonato Niteroiense 1 (1937) 1 (1934)[A] 3 (1931, 1956 e 1962)[C] 2 (1932 e 1957)[B]
Niterói Torneio Início 3 (1931, 1943 e 1945)[D] 1 (1929)[A]

Notas:

  1. a b c É possível que o Niteroiense já tenha sido segundo colocado em outras ocasiões.
  2. a b É possível que o Niteroiense já tenha sido quarto colocado em outras ocasiões.
  3. É possível que o Niteroiense já tenha sido terceiro colocado em outras ocasiões.
  4. É possível que o Niteroiense já tenha sido campeão em outras ocasiões.

Elenco atual

Última atualização: 1° de setembro de 2025.

Elenco atual do Niteroiense Futebol Clube[42]
Pos. Nome Pos. Nome Pos. Nome
G Brasil Marcílio Z Brasil Davi Nunes M Brasil Cauã Dias
G Brasil Matheus Brito Z Brasil Pedro Viana A Brasil Léo Itaperuna
G Brasil Bryan Oliveira V Brasil Bruno Gallo A Brasil Sabão
LD Brasil Baré V Brasil Marcão A Brasil Sassá
LE Brasil Pablo Maldini V Brasil Pipito A Brasil Davi Santos
LD Brasil Júnior M Brasil Cafu A Brasil William Amendoim
LE Brasil Kaique M Brasil Diguinho A Brasil Antônio
LD Brasil Breno M Brasil Ruan A Brasil Luiz Henrique
LE Brasil Adriano M Brasil Kaká A Brasil Renê
Z Brasil Rodrigão M Brasil Maykon A Brasil Fábio Carioca
Z Brasil Mamed M Brasil Matheuzinho A Brasil Carlos Henrique
Z Brasil Willian Barbosa

Técnico: Brasil Thiago Thomáz

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. A primeira diretoria do Nictheroyense foi exercida por uma junta governativa, integrada por Antônio de Freitas na presidência, Adalberto Guimarães na vice-presidência, Alberto Calado na tesouraria, Oscar Vilela na secretaria, Gastão Ramos nos esportes e Alipio José dos Santos como procurador.[1]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p «Sem sede e campo, clube doará acervo». Niterói. O Fluminense. 03363 (1): 11. 26 de outubro de 1981. Consultado em 13 de janeiro de 2026 
  2. a b c d e f g de Melo, Victor (17 de junho de 2024). «Breve notas sobre os primórdios do Niteroiense». Historia(s) do Sport. Consultado em 7 de março de 2025 
  3. a b c d e Retratos do Futebol Fluminense (20 de fevereiro de 2018). «Saudosa agremiação da Cidade Sorriso, o Niteroiense Futebol Clube...». Facebook. Consultado em 3 de outubro de 2025 
  4. a b c d e f Reis, Isabela (23 de fevereiro de 2024). «Niteroiense FC: a volta do time centenário de Niterói ao Campeonato Carioca». ge. Consultado em 21 de março de 2024 
  5. a b c d de Melo, Victor (2020). A Vida Sportiva de Nictheroy (séc. XIX-1919) (PDF). Niterói: Niterói Livros. p. 254. ISBN ‎978-8585896614. Consultado em 8 de dezembro de 2025 
  6. Ielo, Antonio Mario (22 de junho de 2008). «Campeonato Fluminense de 1918». História do Futebol. Consultado em 15 de outubro de 2025 
  7. a b c Melo, Sérgio (29 de fevereiro de 2012). «CAMPEONATO FLUMINENSE – 1913 até 1974». História do Futebol. Consultado em 1 de agosto de 2025 
  8. «...Nictheroyense, por ter vencido o match, por 9 a 0...». Rio de Janeiro. O Paiz. 12385 (1): 13. 7 de setembro de 1918. Consultado em 29 de dezembro de 2025 
  9. «Guarany vesus Nictheroyense, Guarany derrota seu antagonista pelo score de 3 a 1». Rio de Janeiro. O Imparcial. 00577 (1): 9. 31 de julho de 1914. Consultado em 17 de outubro de 2018 
  10. Ielo, Antonio Mario (9 de maio de 2012). «Guarany Football Club – Niterói / RJ». História do Futebol. Consultado em 3 de outubro de 2025 
  11. «O ultimo match do campeonato de 1918». Rio de Janeiro. O Imparcial. A01243 (1): 6. 2 de março de 1919. Consultado em 3 de novembro de 2025 
  12. a b c d e f g «Justiça vai decidir se Niteroiense mudará». Niterói. O Fluminense. 02440 (1): 15. 13 de março de 1978. Consultado em 25 de janeiro de 2026 
  13. «Futebol». Canto do Rio Foot-Ball Club. Consultado em 30 de maio de 2025 
  14. «Campeonato terminado e melhor de tres entre os dois primeiros collocados». Rio de Janeiro. Jornal dos Sports. 02587 (1): 4. 30 de janeiro de 1938. Consultado em 13 de novembro de 2025 
  15. «Football da A.N.A.». Rio de Janeiro. O Jornal. 05726 (1): 2. 13 de fevereiro de 1938. Consultado em 9 de janeiro de 2026 
  16. «Novamente empatados Fonseca e Nictheroyense no football da A.N.A.». Rio de Janeiro. O Jornal. 05727 (1): 2. 15 de fevereiro de 1938. Consultado em 9 de janeiro de 2026 
  17. a b c d «A tradição dá seu lugar ao progresso». Niterói. O Fluminense. 02680 (1): 12. 27 de dezembro de 1978. Consultado em 25 de janeiro de 2026 
  18. a b c de Almeida, Auriel (1 de outubro de 2015). Camisas do Futebol Carioca. Rio de Janeiro: Maquinária. p. 120. ISBN ‎978-8562063602 
  19. Queiroga, Homero (9 de janeiro de 2023). «ATLÉTICO CARIOCA TRANSFERE FILIAÇÃO AO NITEROIENSE FC (RJ)». ESCUDOS DO MUNDO INTEIRO. Consultado em 25 de abril de 2025 
  20. @atleticocarioca (8 de janeiro de 2023). «NOTA». Consultado em 25 de abril de 2025 – via Instagram 
  21. @niteroiensefc (26 de dezembro de 2024). «Comunicado Oficial». Consultado em 6 de março de 2025 – via Instagram 
  22. «Niteroiense vence EC Resende e conquista Taça Waldir Amaral». Acesso Carioca. 7 de julho de 2024. Consultado em 2 de agosto de 2024 
  23. Click, Marcos (22 de julho de 2024). «NITEROIENSE CONQUISTA ACESSO PARA A SÉRIE B2». O Gonçalense. Consultado em 2 de agosto de 2024 
  24. «Niteroiense empata primeiro jogo da final da Série C». A Tribuna. 29 de julho de 2024. Consultado em 2 de agosto de 2024 
  25. «Niteroiense é o Campeão da Série C Estadual». FERJ. 4 de agosto de 2024. Consultado em 5 de agosto de 2024 
  26. «Niteroiense goleia o Uni Souza e consegue o acesso à Série B1 do Carioca». A Tribuna. 10 de novembro de 2024. Consultado em 10 de novembro de 2024 
  27. «Niteroiense vira sobre o Bonsucesso, mas está eliminado da B2». A Tribuna. 25 de novembro de 2024. Consultado em 26 de novembro de 2024 
  28. a b Dutra, João Eduardo (20 de junho de 2025). «Confirmado: Niteroiense vai jogar em Niterói». A Tribuna. Consultado em 7 de julho de 2025 
  29. a b Dutra, João Eduardo (25 de junho de 2025). «Niteroiense empata com o America na estreia da Copa Rio». A Tribuna. Consultado em 7 de julho de 2025 
  30. «America-RJ vence, e Romário desabafa: "Até que enfim uma p... de uma vitória"». ge. 2 de julho de 2025. Consultado em 7 de julho de 2025 
  31. Dutra, João Eduardo (10 de novembro de 2025). «Niteroiense goleia, mas fica de fora das semis da B1 do Carioca». A Tribuna. Consultado em 10 de novembro de 2025 
  32. a b de Almeida, Auriel (22 de fevereiro de 2017). «Uniformes e bandeiras dos participantes da Liga Sportiva Fluminense de 1915 (Niterói-RJ)». História do Futebol. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  33. @niteroiensefc (23 de fevereiro de 2024). «Arariboia, mascote do Niteroiense». Consultado em 17 de abril de 2025 – via Instagram 
  34. da Silva, Rafael (20 de setembro de 2022). Arariboia: O indígena que mudou a história do Brasil - Uma biografia. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo. ISBN 978-6584515000 
  35. Almeida, Maria (20 de agosto de 2013). Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: FGV. ISBN 978-8522512607 
  36. Almeida, Maria (20 de dezembro de 2000). Os índios aldeados no Rio de Janeiro colonial: novos súditos cristãos do Império Português. Campinas: UNICAMP 
  37. «Expediente Official». Rio de Janeiro. O Imparcial. 01561 (1): 8. 15 de abril de 1917. Consultado em 8 de dezembro de 2025 
  38. «Nictheroyense versus Ipiranga». Rio de Janeiro. Correio da Manhã. 089842 (2): 3. 10 de fevereiro de 1919. Consultado em 8 de dezembro de 2025 
  39. «Flamengo 5 x 3 Fluminense». Flaestatística. Consultado em 10 de agosto de 2025 
  40. Menezes, Pedro (24 de fevereiro de 2025). «Niteroiense FC sonha em mandar jogos na Concha Acústica». A Tribuna. Consultado em 10 de agosto de 2025 
  41. Ferreira, Gabriel (3 de agosto de 2024). «Complexo Esportivo da Concha Acústica: obras avançadas». A Tribuna. Consultado em 21 de junho de 2025 
  42. @todasasdivisoes (1 de setembro de 2025). «Confira o elenco completo do Niteroiense para a Série B1 de 2025». Consultado em 1 de setembro de 2025 – via Instagram 

Ligações externas