Massacre no festival de música de Re'im
| Massacre no festival de música de Re'im de 2023 | |
|---|---|
| Parte do Conflito israelo-palestino de 2023 | |
![]() Civil israelense sendo sequestrado por militante do Hamas | |
| Local | Re´im, Distrito Sul, Israel |
| Coordenadas | 🌍 |
| Data | 7 outubro 2023 |
| Alvo(s) | Civis |
| Mortes | 378 israelenses (344 civis)[1] ~ 20 guerrilheiros palestinos[1] |
| Responsável(is) | |
| Motivo | Violência política palestina Terrorismo islâmico |
O Massacre no festival de música de Re'im, ocorrido em 7 de outubro de 2023, após Ataque do Hamas a Israel, terroristas do Hamas que haviam penetrado em Israel a partir da Faixa de Gaza atacaram o evento de música em Re'im.[2][3] Pelo menos 378 israelenses foram mortos (344 civis e 34 membros das forças de segurança) e outros 44 foram feitos reféns.[4][1][5][6]
Em 13 de outubro de 2025, o último refém vivo foi libertado e, dois dias depois, o corpo do último refém morto foi devolvido. O massacre no festival foi o maior ataque terrorista da história de Israel,[7][8][9] e o pior massacre de civis israelenses de todos os tempos.[10]
Festividades
Em 6 de outubro de 2023, o festival de música trance ao ar livre que durou o fim de semana, chamado "Supernova Sukkot Gathering",[11][12] começou no deserto do oeste do Negev,[6] aproximadamente a 5 km da barreira entre Gaza e Israel, perto do kibutz de Re'im.[13][14] Foi produzido por um organizador chamado Nova,[14][6][nota 1] como a edição israelense do Universo Paralello, um festival de psy trance que teve origem na Bahia, Brasil.[11] De acordo com o organizador, o local foi reservado apenas dois dias antes, depois que o local original no sul de Israel desistiu.[15] Programado para coincidir com o festival judaico de Simchat Torah,[16] a rave foi anunciada como uma celebração de "amigos, amor e liberdade infinita".[14] O local do festival tinha três palcos, uma zona de acampamento e uma área com bar e comida.[2][16] Os participantes descreveram a multidão como composta principalmente por israelenses entre 20 e 40 anos, vindos de todo o país.[6] A presença de seguranças foi relatada no festival.[17] O número de participantes foi relatado como 3.500, mas as estimativas variam.[6] [nota 2]
Ataque
O festival de música foi um dos primeiros alvos do ataque surpresa contra Israel, lançado pelo Hamas nas primeiras horas da manhã de 7 de outubro de 2023.[14]
Um participante afirmou que, depois de cortar a eletricidade, um grupo de aproximadamente 50 militantes do Hamas chegou em vans e disparou tiros em todas as direções.[16] Alguns dos militantes do Hamas que atacaram o festival se infiltraram em Israel por meio de parapentes motorizados,[18] chegando por volta das 6h30, ao amanhecer.[18][19] Enquanto os participantes do festival fugiam em pânico, jipes cheios de militantes começaram a disparar contra os carros em fuga.[14][6] Os militantes também bloquearam estradas.[14] A ampla área aberta deixou poucos lugares para se esconder.[14] Muitos participantes que se esconderam nas árvores foram mortos quando os militantes os atacaram metodicamente.[16] Outros que se esconderam em arbustos e pomares conseguiram sobreviver.[16] O massacre ocorreu durante um alerta de foguetes, sinalizando uma série de foguetes disparados contra Israel.[6]
Imagens de drone verificadas de forma independente mostraram dezenas de carros carbonizados e marcas de pneus.[20] O Hamas desfilou o corpo machucado de Shani Nicole Louk, uma artista de tatuagem de 22 anos e cidadã germano-israelense, vestida apenas com roupas íntimas na caçamba de uma caminhonete; o vídeo mostra militantes gritando "Allahu Akbar", um deles colocando a perna sobre sua cintura, outro segurando seu cabelo, e um homem na multidão cuspindo em seu corpo.[21][22][23][14] Outras imagens do ataque, postadas em um canal no Telegram, incluíam representações gráficas de assassinato e sequestro.[20][17] As imagens do ataque "levantaram preocupações sobre agressões sexuais contra mulheres", de acordo com o The Times of Israel.[21]
Tomada de reféns
Os combatentes de Gaza capturaram um número desconhecido de participantes; vídeos nas redes sociais mostraram eles sendo apreendidos por seus captores armados.[24] Os frequentadores do concerto sequestrados foram levados para Gaza,[19] onde alguns foram filmados em vídeos de propaganda do Hamas.[25] Parentes e amigos dos desaparecidos buscaram informações sobre os desaparecidos.[19][26]
Aparentemente, entre os que foram sequestrados pelo Hamas estão um homem britânico[27] e uma mulher sino-israelense de 25 anos, nascida em Pequim.[28][29]
Vítimas

Fotografias do cenário após o ataque mostram dezenas de corpos no local do festival, incluindo um corpo gravemente queimado amarrado com abraçadeiras de cabo.[30] O ZAKA, um grupo de resposta de emergência voluntária da comunidade de Israel, relatou ter recuperado pelo menos 260 corpos do local da festa.[14][31][32] O número de mortos deve aumentar, já que outras organizações de paramédicos também responderam à cena.[32] Em novembro, o número de mortos foi elevado para 378 (incluindo 344 civis desarmados).[4]
Um dos mortos era um homem britânico que servia nas Forças Armadas de Israel.[27] Lior Asulin, um atacante que havia jogado pelo Hapoel Tel Aviv F.C., também estava entre os mortos no massacre.[33] O organizador do evento, Osher Vaknin, foi morto no ataque, enquanto seu irmão gêmeo e co-organizador, Michael, ficou desaparecido.[34]
A morte de três brasileiros que estavam no festival foi confirmada pelo Itamaraty.[35] Duas das vítimas, Ranani Nidejelski Glazer e Bruna Valeanu, possuíam dupla cidadania israelense e serviram as Forças de Defesa de Israel no passado.[36][37] A terceira vítima, Karla Stelzer Mendes, também brasileira-israelense, teve a morte confirmada pelo seu filho ao governo brasileiro.[38]
A embaixada brasileira em Israel confirmou que o israelense Gavriel Yishay Barel, de 22 anos, filho do brasileiro Jayro Varella Filho, morreu em ataque do Hamas no sul de Israel. De acordo com um familiar, Gavriel estava no festival durante o ataque do Hamas, quando desapareceu.[39] A família brasileira da vítima disse que Gavriel teve carro alvejado por tiros ao tentar fugir.[40] Jayro disse que o filho Gavriel teve o corpo totalmente dilacerado e queimado e foi identificado por exame de DNA.[41]
Investigação
De acordo com relatos publicados em 17 de novembro, a polícia e as autoridades de segurança israelenses concluíram, com base em interrogatórios de palestinos detidos, que o Hamas provavelmente não tinha conhecimento prévio do festival, mas o descobriu por acaso e decidiu aproveitar a oportunidade para atacá-lo.[4] Altos funcionários especularam que o Hamas pode ter tomado conhecimento do evento por meio de drones e/ou de informações transmitidas por seus agentes que estavam sobrevoando o território israelense de parapente e, posteriormente, redirecionado suas forças para o local usando seu sistema de comunicação. Algumas das evidências citadas incluíam o fato de militantes do Hamas terem entrado no local vindos de uma direção oposta à fronteira com Gaza, e que o festival foi originalmente aprovado para apenas dois dias, e não foi aprovado para um terceiro dia (que foi o dia do massacre) até o dia anterior ao início do festival. Mapas dos locais-alvo recuperados de militantes do Hamas também não incluíam o local do festival.[42]
Segundo o jornal Haaretz, o serviço de inteligência de Israel, o Shin Bet, comandantes militares do exército israelense discutiram uma possível ameaça ao festival poucas horas antes do ataque. No entanto, nenhum aviso foi dado aos organizadores do festival.[43][44]
Resposta do Hamas
O Hamas negou que o ataque tenha sido direcionado a civis e afirmou que considerava as vítimas como "soldados".[45] Mais tarde, o Hamas mudou sua posição, alegando que as forças sob o comando do Hamas nunca tinham como alvo civis, e que o massacre foi realizado por grupos independentes de civis de Gaza depois que o Hamas derrotou as forças israelenses na região.[46]
Eventos posteriores
No final de janeiro de 2024, um memorial no local foi aberto a turistas, familiares e amigos das vítimas para aprender sobre o ataque, as vítimas e os sobreviventes e prestar-lhes homenagem.[47] Nesse mesmo mês, as famílias das vítimas plantaram árvores dentro da área do festival para homenagear as vítimas falecidas.[48]
Além dos 344 civis mortos, no total, 44 reféns foram feitos no festival.[49] Os reféns israelenses foram levados para a Faixa de Gaza, onde foram usados como escudos humanos e a maioria foi submetido a torturas, agressão sexual e privações (especialmente de alimentos e sono).[50]

Em junho de 2024, forças especiais de Israel conduziram a primeira operação militar para libertar reféns, resgatando quatro deles com vida.[51] Entre dezembro de 2023 e agosto de 2025, Israel encontrou por Gaza os corpos de quinze reféns. Alguns foram executados pelo Hamas, outros foram mortos em ataques aéreos israelenses contra posições palestinas e alguns o motivo das mortes não foi divulgado.[52] Até fevereiro de 2025, os palestinos libertaram com vida dez reféns.[53] Outros onze foram libertados como parte do Plano de Paz, em outubro de 2025.[54]
No final, dois anos após o massacre, todos os 44 reféns feitos lá já tinham sido devolvidos ou soltos, de uma forma ou de outra: quatro foram resgatados pelos militares israelenses com vida, 21 foram soltos com vida e 16 corpos foram recuperados.[1][4]
Veja também
Notas
- ↑ também conhecido como Tribo de Nova.
- ↑ Após o ataque, parentes em busca de entes queridos desaparecidos disseram que mais de mil pessoas estavam no evento no momento do ataque. Alguns participantes do festival estimaram um número maior, de 3.000 a 4.000 pessoas. Um socorrista de emergência que respondeu ao massacre no festival estimou a presença de 3.000 pessoas.
Referências
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