Marreca-colhereira

Marreca-colhereira
Macho
Fêmea
Classificação científica edit
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Gênero: Spatula
Espécies:
S. platalea
Nome binomial
Spatula platalea
(Vieillot, 1816)
Sinónimos
  • Anas platalea Vieillot 1816

A marreca-colhereira (nome científico: Spatula platalea) é uma ave da família Anatidae.[2] O estado de conservação desse animal segundo a Lista Vermelha da IUCN é pouco preocupante.[3]

Caracterização

A marreca-colhereira mede 53 cm de comprimento, pesando entre 500 e 600 gramas. O bico é a principal característica da espécie, largo (6 cm), alto e de coloração negra. Apresenta cabeça e pescoço claros, com coloração castanho-acanelada na parte superior das asas. O dorso, o peito e os flancos são densamente manchados de negro. A íris é branca no macho e escura na fêmea.[carece de fontes?]

Distribuição e habitat

Vive em lagos, lagunas e estuários de água doce, bem como em estuários salobres e da costa marinha até os 3 500 m de altitude.[carece de fontes?]

É uma espécie endêmica da América do Sul. Sua distribuição geográfica compreende Brasil, Paraguai, Bolívia, Chile, Uruguai e Argentina até o Estreito de Magalhães, ela também pode ser encontrada nas Ilhas Malvinas e Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul.[4]

Reprodução

Constrói o ninho no solo, revestido com vegetação, onde deposita de cinco a dez ovos com cor de creme. Os ovos medem 53 x 37 cm em média. O período de incubação dura aproximadamente 25 dias.[carece de fontes?]

Um marreca-colhereira no Parque das Aves Weltvogelpark Walsrode, Alemanha
Spatula platalea - MHNT

Referências

  1. BirdLife International. (2016). «Spatula platalea». Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 2016: e.T22680240A92852309. doi:10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22680240A92852309.enAcessível livremente. Consultado em 22 de julho de 2021 
  2. José Fernando Pacheco; Luís Fábio Silveira; Alexandre Aleixo; et al. (26 de julho de 2021), Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos – segunda edição, p. 14, doi:10.5281/ZENODO.5138368, Wikidata Q108322590 
  3. BirdLife International (2009)
  4. Clements, J. (2007)