Marquês de Alenquer
Marquês de Alenquer
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| Criação | Filipe II 13 de Outubro de 1616 |
| Ordem | Grande do Reino |
| Tipo | em vida |
| 1.º titular | D. Diogo da Silva e Mendonça |
| Linhagem | Silva e Mondonça |
| Actual titular | extinto (1630) |
Marquês de Alenquer é um título nobiliárquico português criado em 13 de Outubro de 1616 pelo Rei Filipe II de Portugal, III de Espanha, em favor de D. Diogo da Silva e Mendonça.
Um fidalgo a quem se atribuiu nacionalidade portuguesa mas que se encontrava profundamente espanholizado, o Marquês de Alenquer foi Vice-Rei de Portugal durante a União Ibérica entre 1617 e 1621, sendo bastante impopular e acabando demitido após a morte de Filipe II de Portugal.[1][2]
Marquês de Alenquer (1616)
Titular
- D. Diogo da Silva e Mendonça (1564–1630), Marquês de Alenquer em Portugal, Duque de Francavila e Conde de Salinas de Ribadeo em Espanha
Armas
Escudo partido: I - Silva, de prata com leão rampante de púrpura, II - Mendonça, franchado (dividido em aspa): 1 e 4 - de verde, com banda de vermelho perfilada de ouro; 2 e 3 - de ouro, com as palavras "AVE MARIA" no 2 e "GRATIA PLENA" no 3.

