Mariano Joaquim de Sousa Feio
| Mariano Joaquim de Sousa Feio | |
|---|---|
| Conde da Boavista | |
![]() Retrato de Feio, 1887 | |
| Conde da Boavista | |
| Reinado | 22 de outubro de 1883 – 29 de agosto de 1911 |
| Antecessor(a) | Título concedido |
| Sucessor(a) | Monarquia abolida |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 15 de setembro de 1814 |
| Morte | 29 de agosto de 1911 (96 anos) |
| Esposa | Mariana Teresa Ribeiro de Sousa (c. 1840) Maria Jacinta vilhena Colaço (c. 1879) |
| Pai | Joaquim José de Sousa |
| Mãe | Josefa Balbina Feio |
| Filho(s) | Francisca Adelaide Feio Maria Carolina Feio Francisco de Sousa Feio, 2.º Visconde da Boavista Mariano de Sousa Feio |
| Brasão | ![]() |
Mariano Joaquim de Sousa Feio, 1.º Conde da Boavista (Beja, 15 de setembro de 1814[1] – Beja, 29 de agosto de 1911),[2] foi Par do Reino de Portugal e fidalgo-cavaleiro da Casa Real de Belmonte.[1][3]
Biografia
Feio nasceu em Beja, em 1815, filho de Joaquim José de Sousa, capitão de ordenanças de Beja, e de sua mulher, D. Josefa Balbina Feio.[1][3]
Aos 18 anos de idade, participou na luta pelos liberais contra os absolutistas e foi a Serpa aclamar D. Maria II e a Carta, em 1 de julho de 1833.[1] Alistou-se como voluntário no batalhão de Serpa e, depois, no de Beja, tendo combatido em Mértola, Castro Marim e no litoral algarvio.[1] Os voluntários elegeram-no capitão da 1.ª companhia do batalhão móvel de Beja.[1] Em 1846 foi nomeado tenente-coronel para Elvas. Foi deputado nas legislaturas de 1857–1858 e 1860–1868, e par do Reino eleito em 1885 e reeleito em 1887. Foi governador civil de Beja e presidente da Comissão de Socorros a Feridos e Doentes do Exército e da Armada.[1]
Foi fidalgo cavaleiro da Casa Real (alvará de 12 de abril de 1858) e comendador das Ordens de Cristo e de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.[1][3]
Por decreto de 22 e carta de 27 de abril de 1869, por D. Luís I, foi-lhe concedido o título de Visconde em sua vida, tendo-lhe sido acrescentada mais uma vida por decreto de 7 de março de 1872,[3] sendo simultaneamente feita a verificação no filho.[3] Por decreto de 22 de outubro de 1883, por D. Luís I, foi elevado à Grandeza com o título de Conde da Boavista.[1][3]
Casou-se em primeiras núpcias. em 8 de agosto de 1840, com Mariana Teresa Ribeiro de Sousa,[1][2] com quem teve três filhos:
- Francisca Adelaide;
- Maria Carolina de Sousa Feio, casada com Jorge Salema de Avilez Juzarte de Sousa Tavares, 3.º Conde de Avilez;
- Francisco de Sousa Feio, 2.º Visconde da Boavista.
Casou-se em segundas núpcias com Maria Jacinta Vilhena Colaço de 1879,[1][2] com quem teve um filho:
- Mariano de Sousa Feio.
Honras
— Comendador da Ordem de Cristo;[1][3]
— Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa;[1][3]
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j k l m Zuquete, Afonso Eduardo Martins (1960). Nobreza de Portugal. 2. Lisboa: Editorial Enciclopédia, Limitada. p. 420
- ↑ a b c «Assento de óbito de Mariano Joaquim de Sousa Feio – Conde da Boavista». 31 de julho de 2019. Consultado em 16 de agosto de 2022
- ↑ a b c d e f g h Pinto, Albano de Silveira (1890). Resenha das familias titulares e grandes de Portugal. 1. Lisboa: Empreza Editora de Francisco Arthur Silva. p. 272-275

