Maria do Rosário Bettencourt
| Maria do Rosário Bettencourt | |
|---|---|
![]() Maria do Rosário Bettencourt na capa do disco Quadras Soltas, 1967 | |
| Informações gerais | |
| Nascimento | 22 de junho de 1933 |
| País | Portugal |
| Morte | 3 de janeiro de 2026 (92 anos) Santa Maria, São Pedro e Matacães, Torres Vedras |
| Género(s) | Fado |
| Instrumento(s) | Vocal |
Maria do Rosário Bettencourt (22 de junho de 1933 – Torres Vedras, 3 de janeiro de 2026) foi uma fadista portuguesa.
Estreou-se com 19 anos, ao lado de Fernando Farinha, na Emissora Nacional. Gravou sobretudo nos anos 1960 e 1970, incluindo os álbuns Canto Presente e Para Cada Mão Uma Rosa.[1]
Cantou em várias casas de fado de Lisboa, destacando-se o "Arreda" em Cascais, a convite do José Pracana, o "Cota D'Armas" e em 1981 integra o elenco da "Taverna do Embuçado" onde cantou durante dois anos, até 1983.[2] Maria do Rosário Bettencourt também integrou júris do Prémio Amália Rodrigues e participou no filme O Mal-Amado de Fernando Matos Silva, o último filme português a ser censurado no Estado Novo e só estreado após a Revolução de 25 de Abril de 1974.[1]
Morreu aos 92 anos, no Hospital de Torres Vedras, cidade onde vivia, no dia 3 de janeiro de 2026.[1]
Referências
- ↑ a b c «Morreu a fadista Maria do Rosário Bettencourt». Público. 4 de janeiro de 2026. Consultado em 5 de janeiro de 2026
- ↑ «Maria do Rosário Bettencourt». Museu do Fado. Consultado em 5 de janeiro de 2026
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