Maria da Conceição Gayer
Conceição Gayer | |
|---|---|
| Deputada Estadual por Goiás | |
| Período | 1.º de fevereiro de 1987 até 1.º de fevereiro de 1991 |
| Legislatura | 11.ª legislatura (1987–1991) |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 4 de maio de 1949 Caiapônia, Goiás, Brasil |
| Morte | 5 de dezembro de 2006 (57 anos) Goiânia, Goiás, Brasil |
| Filhos(as) | Gustavo Gayer |
| Partido | MDB (1970-1979) PDC (1985) |
| Profissão | Delegada da Polícia Civil do Estado de Goiás |
Maria da Conceição Gayer (Caiapônia, 4 de maio de 1949 – Goiânia, 05 de dezembro de 2006) foi uma advogada, delegada de polícia e política brasileira filiada ao Partido Democrata Cristão.[1]
Primeiros anos
Ancestralidade, família e origem
Maria da Conceição Gayer nasceu em 4 de maio de 1949, no município brasileiro de Caiapônia, estado de Goiás. Era filha de Mauro Ferreira de Lima e Zilah Gayer de Lima.[2]
Seu avô materno era Plínio Gayer, que vereador e prefeito de Caiapônia, além de deputado federal por Goiás, eleito em 1950 com 8 405 votos pelo Partido Social Democrático na 39.ª legislatura. Plínio Gayer cometeu suicídio nas dependências da Câmara dos Deputados, no Rio de Janeiro, em 8 de julho de 1953.[3]
É mãe do professor, empresário,[4] político, youtuber e influenciador digital Gustavo Gayer,[5][6][7] e do empresário Frederico Gayer Machado de Araújo, casado com a deputada estadual do Tocantins pelo PR, Luana Ribeiro, filha do senador João Ribeiro. No ano de 2000, seu filho Gustavo foi responsável pelo atropelamento de três pessoas, das quais duas morreram e uma ficou tetraplégica.[8] Em março de 2014, seu filho Frederico foi condenado a 12 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, por homicídio qualificado, pela morte de Hebert Resende, na madrugada de 5 de abril de 1997, em frente à boate Draft, em Goiânia. À época Frederico Gayer exercia as funções de policial, nomeado pelo governo de Goiás sem ser concursado.[9][10]
Vítima de infarto, faleceu em dezembro de 2006, em Goiânia.[11]
Carreira política
No início dos anos 1980 militou contra a ditadura militar.[12] Foi a primeira mulher a assumir a presidência da Câmara de Goiânia, mesmo que por pouco tempo (1º a 9 de fevereiro de 1983). Depois disso, ela se ausentou da cadeira e assumiu o cargo de delegada do Consumidor. Sempre interveio no enfrentamento da violência contra mulheres, crianças e o jovens.[13] Foi Deputada Estadual Constituinte pelo PDC na 11.ª Legislatura de 1987 á 1991.
Referências
- ↑ «Perfil biográfico de Maria da Conceição Gayer - PDC». Consultado em 1 de agosto de 2022
- ↑ «Perfil Biográfico de Maria da Conceição Gayer». Portal da Alego. Consultado em 8 de janeiro de 2026
- ↑ «Plínio Gayer». Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do Brasil. Fundação Getulio Vargas. Consultado em 11 de fevereiro de 2022
- ↑ Goiás, Redação / Diário de (27 de agosto de 2021). «Gustavo Gayer terá encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Goiânia». Diário de Goiás. Consultado em 8 de fevereiro de 2022
- ↑ «Gustavo Gayer | Eleições 2020». eleicoes.opopular.com.br. Consultado em 9 de fevereiro de 2022
- ↑ Simber (29 de setembro de 2020). «Gustavo Gayer rebate ameaça de cortes no Sesi e Senai». Sistema FIEG. Consultado em 9 de fevereiro de 2022
- ↑ Straioto, Samuel (15 de setembro de 2020). «Gustavo Gayer é oficializado candidato a prefeito de Goiânia pelo DC». Sagres Online. Consultado em 9 de fevereiro de 2022
- ↑ Viana, Luana (25 de outubro de 2024). «Saiba quem é Gustavo Gayer, deputado goiano alvo de operação da PF». Metrópoles. Consultado em 8 de janeiro de 2026
- ↑ TO, Do G1 (18 de março de 2014). «Marido de deputada do Tocantins é condenado por homicídio em Goiânia». Tocantins. Consultado em 9 de fevereiro de 2022
- ↑ Sueste, Charlyne. «Empresário Frederico Gayer é condenado a 12 anos de prisão por homicídio». T1 Notícias. Consultado em 9 de fevereiro de 2022
- ↑ https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/vida-urbana/empres%C3%A1rio-que-estava-foragido-se-entrega-no-tocantins-1.1190723 Em falta ou vazio
|título=(ajuda) - ↑ «Gustavo Gayer (DC), a novidade para a eleição goianiense». Jornal Hora Extra. 4 de setembro de 2020. Consultado em 9 de fevereiro de 2022
- ↑ Portela, Ysabella (27 de fevereiro de 2022). «Em 90 anos, goianos elegeram apenas 55 mulheres para Assembleia e Câmara de Goiânia». Jornal Opção. Consultado em 8 de janeiro de 2026