Manuel Antônio da Rocha Faria
| Manuel Antônio da Rocha Faria | |||||
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| Conde de Nioaque | |||||
| Deputado Geral da Província do Rio Grande do Sul | |||||
| Período | 1851 - 1860 | ||||
| Monarca | D. Pedro II | ||||
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| Dados pessoais | |||||
| Nascimento | 07 de Março de 1830 Porto Alegre, Rio Grande do Sul, | ||||
| Morte | 20 de junho de 1894 (64 anos) Cannes, Alpes-Maritimes, Provence-Alpes-Côte d'Azur, | ||||
| Sepultado em | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, | ||||
| Cônjuge | Cecília Fernandes Braga | ||||
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| Pai | Manuel Antonio da Rocha Faria | ||||
| Mãe | Luiza Justiniana de Freitas | ||||
| Brasão | ![]() | ||||
Manuel Antônio da Rocha Faria, Conde de Nioaque[1][2] GCNSC (Porto Alegre, 7 de março de 1830 – Cannes, 20 de junho de 1894) foi um militar, político e nobre brasileiro.
Foi deputado geral pela província do Rio Grande do Sul de 1851 a 1860.
Casou-se com Cecília Fernandes Braga, filha de Antônio Rodrigues Fernandes Braga, sobrinha do barão de Quaraim, irmã de Ana Joaquina Fernandes Braga, esposa do 2.º barão de Andaraí; prima-irmã de Maria José Rodrigues Fernandes Chaves, esposa do conde de São Clemente; e Alzira Rodrigues Fernandes Chaves, esposa do visconde de Santa Vitória.
Títulos nobiliárquicos
Recebeu o título de barão, visconde com grandeza e conde de Nioaque. Somente o primeiro foi transmitido a seu filho, Alfredo da Rocha Faria.
Brasão de Armas
Escudo ibérico de goles com uma torre de argente, aberta e iluminada de sable, acompanhada de cinco flores-de-lis de argente, sendo: três em chefe e uma em cada flanco. Coronel de conde. Listel de argente com a divisa: POTIVS MORI QVAM FIDEM FALERE (antes morrer do que faltar à palavra), em letras e goles.
Referências
- ↑ «BookReader - Biblioteca Nacional». objdigital.bn.br. Consultado em 31 de janeiro de 2023
- ↑ Pela grafia arcaica, Conde de Nioac.
