Manoel Cyrillo
| Manoel Cyrillo de Oliveira Netto | |
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| Nascimento | 25 de julho de 1946 (79 anos) |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | publicitário |
Manoel Cyrillo de Oliveira Netto (Salvador, 25 de julho de 1946) é um publicitário e ex-guerrilheiro brasileiro, participante da guerrilha urbana contra a ditadura militar brasileira iniciada em 1964.
Estudante secundarista, entrou para a luta armada no Grupo Tático Armado (GTA) da Aliança Libertadora Nacional (ALN). Cyrillo foi um dos sequestradores do embaixador estadunidense no Brasil, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969. Preso e torturado, passou dez anos em diversas prisões, chegando a participar de greves de fome, até ser solto em liberdade condicional em 1979, depois da promulgação da Lei da Anistia.[1][2][3]
Começou a trabalhar em publicidade com o primo, o publicitário Duda Mendonça, após deixar a prisão. Mais tarde, fundou sua própria agência, em Campinas, São Paulo.[1]
Sobre o sequestro de Elbrick, declarou quase trinta anos depois que "Aquele foi um dos episódios mais importantes dos povos de todo o mundo. É algo com o nível de importância de uma Guerra do Vietnã porque foi uma das mais grandiosas ações contra o império americano."[4]
Ver também
Referências
- ↑ a b «Manoel Cyrillo de Oliveira Netto». Memorial da Resistência. Consultado em 3 de janeiro de 2025
- ↑ Manoel Cyrillo de Oliveira Netto (29 de maio de 2022). «Tortura foi alicerce das forças de repressão da ditadura militar nos Anos de Chumbo». Holofote. Consultado em 3 de janeiro de 2025
- ↑ Manoel Cyrillo de Oliveira Netto (4 de setembro de 2024). «Há 55 anos, guerrilheiros capturavam embaixador americano e colocavam ditadura militar de joelhos». Holofote. Consultado em 3 de janeiro de 2025
- ↑ Wanderlei Preite Sobrinho (30 de abril de 2008). «Envolvidos no seqüestro de embaixador americano se dividem sobre eficácia da ação». Folha de S. Paulo. Consultado em 3 de janeiro de 2025
