Majid Pishyar

Majid Pishyar
Nascimento
Pishyar, Majid
ResidênciaDubai, Emirados Árabes Unidos
Nova Iorque, Estados Unidos
Paris, França
Genebra, Suíça
NacionalidadeIraniano Canadiano
Filho(a)(s)3
Alma materUniversidade de Shiraz
OcupaçãoCEO do 32 Group

Majid Pishyar (Shiraz, 15 de Janeiro de 1955), é um homem de negócios Iraniano/Canadiano, CEO da holding com base no Dubai, 32Group.[carece de fontes?]

Nascido no seio de uma família de negócios de Shiraz, Majid Pishyar foi durante a sua juventude jogador de futebol do Esteghlal Football Club de Teerão na posição de defesa esquerdo, chegando mesmo a representar a selecção de sub-21 do seu país.[carece de fontes?] A necessidade de tomar conta dos negócios da família aliada à sua formação universitária (formado em Engenharia Cívil pela Universidade de Shiraz), levou-o a abandonar a carreira muito cedo. Alicerçado nos negócios do ramo imobiliário, criou a holding 32Group, empresa que se apresenta como um grupo com 32 áreas de negócio distintas e que vão da indústria alimentar, passando pelos negócios imobiliários, até ao comércio de energia, só para citar alguns.[carece de fontes?] Os mais badalados[parcial?] investimentos do grupo são a construção da Concorde Tower no Dubai, avaliado em 120 milhões de dólares e também o Dubai SnowDome, obra avaliada em 1 bilião de dólares, apresentada à imprensa em 2006, com prazo de inauguração em 2008 e que deu azo a muita controvérsia entre a 32Group e a empresa finlandesa Arctic encarregue do projecto, que consistia na construção no meio do deserto do Dubai de um gigantesco parque de ski e diversões. A 32Group além da sede no Dubai possuí também representações em Nova Iorque, Paris e Genebra.[1]

Incursão no mundo do Futebol

Admira Wacker

Pishyar começou a tornar-se conhecido no mundo ocidental quando em 17 de Dezembro de 2004 foi anunciado como o novo accionista maioritário do Admira Wacker, histórico clube austríaco a passar por graves dificuldades.[carece de fontes?] Pishyar apresentou-se com um discurso ambicioso em que prometia saldar as dívidas e em tornar o clube no Manchester United da Austria.[2] O que depois aconteceu foi uma politica de contratações algo duvidosa aliada a uma gestão também considerada errática do clube, o que levou a que em Novembro de 2008, após ter sido relegado dois anos antes para a 2ª divisão, fosse considerado falido, fazendo Pishyar desistir do projecto.[carece de fontes?]

Servette e Beira-Mar

Desiludido com o resultado da sua primeira incursão no mundo da gestão de clubes, em Setembro de 2008 faz nova tentativa, adquirindo a maioria do capital do histórico[parcial?] Servette da Suíça. O clube também passava por dificuldades e pela primeira vez na sua história disputava a 2ª divisão, desta vez as promessas ficaram-se pelo equilibrio financeiro e a subida de divisão, algo que veio a acontecer em 2011 frente ao Bellinzona no play-off final da 2ª Divisão. Entusiasmado com o feito Pishyar prometeu um Porsche a cada um dos jogadores ( o que nunca veio a acontecer) e o objectivo de vencer o titulo muito rapidamente, aos adeptos.[3][4] Perante o estado de graça em Agosto de 2011 torna-se accionista maioritário da nova SAD do S.C. Beira-Mar de Portugal, voltando aos discursos sonhadores dos primeiros tempos do Admira, durante essa época o Servette embora mostrasse boa forma no campeonato (no fim até se qualificou para a Liga Europa) começavam a se notar sinais de quebra financeira e é mesmo já em pré-falência que Pishyar vende em finais Fevereiro de 2012 o clube pela módica quantia de um euro a Hugh Quennec, dono da equipa de hoquei no gelo de Genebra.[5][6] Focando-se só no Beira-Mar, o clube batalhou durante a primeira época, conseguindo à justa salvar-se da descida, não a evitando no final da época de 2013/2014, agravada por bastantes críticas por parte dos adeptos devido aos seus métodos de gestão. Em Dezembro do mesmo ano Pishyar vendeu a sua participação ao italiano Omar Scafuro, gestor do grupo italiano Pieralisi embora neste momento corra em tribunal um pedido por parte da 32Group, para a restituição das acções por alegado não pagamento das mesmas por parte de Scafuro.[7]

A compra por parte da 32Group da casa de joalharia suíça Gilbert Albert em 2012, causou bastante impacto nos meios da moda e joalharia internacional.[8]

A 32Group e Pishyar são também, um dos principais impulsionadores da criação do novo mercado bolsista no Dubai.

Referências