Levetiracetam
Levetiracetam
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| Nomes | |||||||||||||
| Nome IUPAC | (S)-2-(2-Oxopirrolidin-1-il)-buturamida | ||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||
Levetiracetam é um fármaco antiepilético[2] semelhante ao agente nootrópico piracetam. Droga estruturalmente diferente de qualquer outro agente antiepiléptico, o levetiracetam é eficaz no tratamento de crises parciais, como adjuvante ou em monoterapia.
Após uma dose oral, sua absorção é rápida (atinge concentração máxima em 1 hora) e praticamente completa (96%). Sua ligação às proteínas plasmáticas é de apenas 10%. Uma porção menor da droga sofre metabolização hepática. A droga é eliminada em grande parte (66%) sem sofrer metabolização. Tem muito pouco risco de interações medicamentosas. Em geral, o levetiracetam é bem tolerado.
Efeitos colaterais mais comuns incluem sonolência, astenia e tontura. A droga é usualmente iniciada em 500 mg 2 vezes ao dia. Doses de mais de 3000mg/dia não oferecem vantagem terapêutica.
Referências
- ↑ (en) « Levetiracetam » em ChemIDplus.
- ↑ Portal Saúde. Nota Técnica N° 37 /2012. Acesso em 18 de abril de 2013


