Judas José Romo y Gamboa
Judas José Romo y Gamboa
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|---|---|
| Cardeal da Santa Igreja Romana | |
| Arcebispo de Sevilha | |
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| Atividade eclesiástica | |
| Diocese | Arquidiocese de Sevilha |
| Nomeação | 17 de dezembro de 1847 |
| Predecessor | Francisco Javier de Cienfuegos e Jovellanos |
| Sucessor | Manuel Joaquín Tarancón y Morón |
| Mandato | 1847 - 1855 |
| Ordenação e nomeação | |
| Nomeação episcopal | 20 de janeiro de 1834 |
| Ordenação episcopal | 1 de maio de 1834 por Pedro José de Fonte y Hernández Miravete |
| Nomeado arcebispo | 17 de dezembro de 1847 |
| Cardinalato | |
| Criação | 30 de setembro de 1850 por Papa Pio IX |
| Ordem | Cardeal-presbítero |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | Cañizar 7 de janeiro de 1779 |
| Morte | Sevilha 11 de janeiro de 1855 (76 anos) |
| Nacionalidade | espanhol |
| dados em catholic-hierarchy.org Cardeais Categoria:Hierarquia católica Projeto Catolicismo | |
Judas José Romo y Gamboa (Cañizar, 7 de janeiro de 1779 - Sevilha, 11 de janeiro de 1855) foi um cardeal do século XIX.
Biografia
Filho de Francisco Romo y Gamboa (1746-1813) e Ramona Fernández Manrique (1750-1787), Judas José estudou na Universidade de Huesca, onde se doutorou in utroque iuris em direito civil e em direito canônico. Foi cônego do capítulo da Catedral de Siguença.[1]
Foi eleito bispo de Canárias, em 20 de janeiro de 1834 e consagrado em 1º de maio de 1834 na Igreja de São Felipe Neri, em Madrid, na Espanha, por Pedro José Fonte y Hernández. Em 1847 foi elevado a Arcebispo de Sevilha.[1]
Criado cardeal no consistório de 30 de setembro de 1850, porém morreu antes da cerimônia.[1]
Morreu em Umbrete, na província de Sevilha em 11 de janeiro de 1855. Seu corpo foi exposto e enterrado na Catedral Metropolitana de Sevilha. [1]
Referências
- ↑ a b c d «Judas José Romo y Gamboa» (em inglês). cardinals.fiu.edu. Consultado em 30 de novembro de 2022
