José Roby Amorim

José Roby Amorim
Nascimento
17 de Março de 1927

Morte
21 de Dezembro de 2013
NacionalidadePortugal Portugal
Filho(a)(s)Nuno Roby Amorim
OcupaçãoJornalista
Empregador(a)Correio do Minho
Diário Ilustrado
O Século

José Roby Amorim (Braga, 17 de Março de 1927 - 21 de Dezembro de 2013), foi um jornalista português.

Biografia

Nasceu em 17 de Março de 1927, na cidade de Braga.[1]

Exerceu como jornalista, tendo começado a sua carreira no Correio do Minho.[1] Passou depois por Angola entre 1962 e 1964, onde trabalhou no jornal ABC, mas acabou por ser preso e depois expulso por motivos políticos.[1] Também fez parte da equipa dos jornais Diário Ilustrado e O Século, tendo neste último sido chefe de reportagem e director.[1] Também foi um dos responsáveis pela fundação da Agência Noticiosa Portuguesa.[1] Foi duas vezes homenageado com o Prémio Pereira da Rosa, em 1971 e 1972, e em 1973 recebeu o Prémio Nacional de Jornalismo Afonso de Bragança.[2]

Escreveu os livros Elucidário de Conhecimentos Quase Inúteis e Dar Mão à Boca. Uma Historia da Alimentação em Portugal.[1]

Foi pai de Nuno Roby Amorim e de actriz Teresa Roby.[1]

Faleceu em 21 de Dezembro de 2013, aos 86 anos de idade.[1] Segundo Mário Zambujal, que foi chefe de redacção do jornal O Século, José Roby Amorim «foi um grande profissional de informação, um jornalista de grande competência», e um «jornalista de extrema diversidade de conhecimentos».[2] O jornalista Rui Cabral recordou que «na equipa de reportagem de O Século ele era a figura mais importante», e que era um «grande contador de histórias», com uma grande capacidade para a «arte de escrever entre as linhas», que permitia fugir à censura da ditadura militar.[2]

Referências

  1. a b c d e f g h Agência Lusa (21 de Dezembro de 2013). «Morreu José Roby Amorim». Expresso. Consultado em 28 de Janeiro de 2025 
  2. a b c Agência Lusa (21 de Dezembro de 2013). «Morreu o jornalista José Roby Amorim». Público. Consultado em 28 de Janeiro de 2025