José Joaquim Ferreira de Moura
| José Joaquim Ferreira de Moura | |
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| Nascimento | 24 de setembro de 1777 Vila Nova de Foz Côa |
| Morte | 27 de junho de 1829 Lisboa |
| Cidadania | Reino de Portugal |
| Ocupação | político |
José Joaquim Ferreira de Moura (Vila Nova de Foz Côa, 24 de setembro de 1777 — Lisboa, 27 de junho de 1829) foi um magistrado, diplomata e político que fez parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino que se seguiu à Revolução Liberal do Porto e das Cortes Constituintes de 1821.[1][2][3]Membro da loja maçónica Fortaleza (1820).[4] Foi pai de João António Lobo de Moura, 1.º visconde de Moura.
Biografia
Depois de exercer as funções de farmacêutico formou-se bacharel em leis pela Universidade de Coimbra.
Foi juiz de fora de Pinhel e de Aldeia Galega. Em 1808, quando era juiz de fora em Aldeia Galega, traduziu para a língua portuguesa, por ordem do general Jean-Andoche Junot, o Código civil de Napoleão.
Foi demitido das suas funções de magistrado judicial, passando então a trabalhar como advogado em Vila Nova de Foz Coa.
Foi vogal da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino em 1820-1821.[5]
Foi deputado às cortes constituintes de 1821, aliado de Manuel Fernandes Tomás, com quem fundou o periódico O Independente.
Exilou-se para Inglaterra em 1823, onde colaborou na edição do periódico Padre Amaro.
Regressou a Portugal em 1826, falecendo em 1829.
Referências
- ↑ Nota biográfica na Escola de Ciência Política.
- ↑ «José Joaquim Ferreira de Moura»
- ↑ Lisboa 1821: a cidade e os políticos. [S.l.]: Livros Horizonte. 1996. Consultado em 12 de outubro de 2025
- ↑ Nota biográfica Arquivado em 26 de abril de 2014, no Wayback Machine..
- ↑ Revolução liberal e eleição das Cortes Gerais.
Ligações externas
