José Coelho da Cunha
| José Coelho da Cunha | |
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| Nascimento | 5 de março de 1892 |
| Morte | 19 de maio de 1969 (77 anos) |
| Ocupação | Poeta, jurista |
José Eduardo Coelho da Cunha (Lisboa, Mercês, 5 de março de 1892 – Lisboa, São Vicente de Fora, 19 de maio de 1969) foi um jurista e poeta português.
Biografia
Pedro Augusto nasceu na freguesia das Mercês, em Lisboa, a 5 de março de 1892, filho de Alfredo da Cunha e Maria Adelaide Coelho da Cunha.[1]
Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra, os seus ascendentes familiares vaticinavam-lhe um futuro promissor como poeta: era neto de José Germano da Cunha e filho de Alfredo da Cunha, ambos, ao tempo, poetas de certa nomeada. Publicou o seu primeiro livro de poesia aos 19 anos, intitulado Terra de Sol.[2]
Casou-se com Maria da Graça dos Santos Coelho da Cunha na Igreja de São Vicente de Fora, em 21 de dezembro de 1963.[1] Faleceu na madrugada de 19 de maio de 1969, em casa, na freguesia de São Vicente de Fora, em Lisboa, de enfarte agudo do miocárdio.[3] Foi sepultado em jazigo de família, no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa.
Publicações
- Terra de Sol (1912)
- Canções da Terra (1913)
- Versos para Gente Moça (1913, em colaboração com Alfredo da Cunha e José Germano da Cunha)
- Vilancetes (1915)
- Cancioneiro d'Amor (1928)
- Livro da Noite (1929)
- Poema das Pedras (1932)
- D. Manuel II (1932)
- Livro das Elegias (1933)
- Saudades de Coimbra (1963)
Referências
- ↑ a b Livro de registos de baptismo 1892 (folha 22–22v.), Paróquia de Mercês Lisboa – Arquivo Nacional da Torre do Tombo
- ↑ «Autores: José Coelho da Cunha [Lisboa, 1892]». Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. Consultado em 16 de fevereiro de 2025
- ↑ Livro de registos de óbito n.º 59 da 1.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (1969-03-30 a 1969-07-31) (fl 205v., assento 414) – Arquivo Nacional da Torre do Tombo
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