José Alvo Brandão Pinto de Sousa Coutinho

José Pinto de Sousa Coutinho
Barão de Balsemão
Dados pessoais
Nascimento1 de Março de 1804
Porto
Morte14 de Abril de 1869
Lisboa
Nome completo
José Alvo Brandão Pinto de Sousa Coutinho
CasaBalsemão
PaiLuís Máximo Alfredo Pinto de Sousa Coutinho, 2.º Visconde de Balsemão
MãeMaria Rosa Alvo Brandão Perestrelo de Azevedo
OcupaçãoOficial da Armada
Administrador colonial
ReligiãoCatólica
Brasão

José Alvo Brandão Pinto de Sousa Coutinho, 1.º Barão de Balsemão (Porto, 1 de Março de 1804 - Lisboa, 14 de Abril de 1869), foi um oficial da Armada e administrador colonial português.[1]

Biografia

Terceiro filho de Luís Máximo Alfredo Pinto de Sousa Coutinho, 2.º Visconde de Balsemão de juro e herdade e com Honras de Grandeza, e de sua mulher e prima-irmã Maria Rosa Alvo Brandão Perestrelo de Azevedo.

Era formado em Matemáticas pela Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra e, até à Convenção de Evoramonte, pertenceu à Armada. Foi depois Secretário-Geral de Angola e Moçambique e Funcionário da Alfândega do Porto.[1]

O título de 1.º Barão de Balsemão foi-lhe concedido por Decreto de D. Maria II de Portugal de 31 de Maio de 1847, pelos méritos alcançados na administração colonial de Angola e Moçambique.[1]

Casamento

Casou em Lisboa a 21 de Junho de 1833 com Maria Brígida de Mendonça e Sá Nogueira Cabral da Cunha (Lisboa, 31 de Agosto de 1813 - 19 de Março de 1876), filha do Desembargador Faustino José Lopes de Figueiredo e Silva e de sua mulher Francisca Xavier de Sá e Mendonça Cabral da Cunha e irmã de Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1.º Barão, 1.º Visconde e 1.º Marquês de Sá da Bandeira,[2] com geração, onde se inclui Eduardo Augusto de Sá Nogueira Pinto de Balsemão.

Distinções

Armas

As dos Viscondes de Balsemão.

Referências

  1. a b c "Nobreza de Portugal e do Brasil", Direcção de Afonso Eduardo Martins Zúquete, Editorial Enciclopédia, 2.ª Edição, Lisboa, 1989, Volume Segundo, p. 367
  2. Albano Anthero da Silveira Pinto e Visconde de Sanches de Baena (1883). «Resenha das Famílias Titulares e Grandes de Portugal, Tomo I, página 205»