Joaquim Nunes Claro

Joaquim Nunes Claro
Nascimento
Morte
4 de maio de 1949 (71 anos)

NacionalidadePortugal portuguesa
Ocupaçãomédico e escritor

Joaquim Nunes Claro (São Mamede, Lisboa, 20 de março de 1878Santa Maria e São Miguel, Sintra, 4 de Maio de 1949) foi um médico e escritor português.[1]

Era filho do padeiro Pedro Nunes Claro, natural de Aveiro (freguesia de Cacia), e de sua mulher Gertrudes Maria Cardoso, natural da Moita (freguesia de Alhos Vedros).[2]

A 8 de setembro de 1907, casou na Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Mercês, em Lisboa, com Olímpia Virgínia Romeiras de Macedo (São Paulo, Lisboa, c. 1878), doméstica, filha de Eduardo Augusto de Macedo, natural de Cantanhede, e Eugénia Carolina Romeiras de Macedo, natural de Montemor-o-Novo.[3]

Como médico trabalhou, durante a Primeira Guerra Mundial, no hospital militar em Hendaia.[1]

Como escritor pode-se referir que a tertúlia Clária[1], que era frequentada por Álvaro de Castro, Matos Sequeira, Henrique de Vilhena e outros, deve o seu nome ao poeta Joaquim Claro.

Colaborou em revistas como Revista nova[4] (1901-1902), e D. Quixote,[1] Arte & vida[5] (1904-1906), Atlântida[6] (1915-1920) e no periódico O Azeitonense [7] (1919-1920).

Morreu vítima de tumor maligno do estômago a 4 de maio de 1949, em sua casa, na Rua do Mercado, n.º 1, freguesia de Santa Maria e São Miguel, em Sintra. Foi sepultado em jazigo no cemitério municipal de Sintra.[8]

Obras

  • Oração da Fome e a Cinza das Horas

Ver também

  • Lista de poetas

Bibliografia

  • Enciclopédia Larousse (vol. 5) ISBN 978-972-759-925-7

Referências

  1. a b c d Grande Livro dos Portugueses ISBN 972-42-0143-0
  2. «Livro de registo de batismos da paróquia de São Mamede - Lisboa (1876-1880)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 15v e 16, assento 42 (de 1878) 
  3. «Livro de registo de casamentos da paróquia das Mercês - Lisboa (1907)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 29 e 29v, assento 67 
  4. Pedro Mesquita (25 de Junho de 2013). «Ficha histórica: Revista nova(1901-1902)» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 15 de setembro de 2015 
  5. Daniel Pires (1996). «Ficha histórica: Arte e Vida: Revista d'arte, crítica e ciência (1904-1906)» (pdf). Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940). Hemeroteca Municipal de Lisboa. pp. 71–72. Consultado em 18 de Setembro de 2014 
  6. Rita Correia (19 de Fevereiro de 2008). «Ficha histórica: Atlantida: mensário artístico, literário e social para Portugal e Brasil (1915-1920)» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 17 de Junho de 2014 
  7. Jorge Mangorrinha (1 de abril de 2016). «Ficha histórica:O Azeitonense: orgão independente defensor dos interesses de Azeitão (1919-1920)» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 18 de setembro de 2016 
  8. «Livro de registo de óbitos da Conservatória do Registo Civil de Sintra (1949)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 139v, assento 278