Joaquín Ascaso

Joaquín Ascaso
Presidente do Conselho Regional da Defesa de Aragão
Período6 de Outubro de 1936
a 11 de Agosto de 1937
Dados pessoais
Nome completoJoaquín Ascaso Budría
Nascimento5 de junho de 1906
Saragoça, Espanha
Morte12 de março de 1977 (70 anos)
Caracas, Venezuela
NacionalidadeAragonês
PartidoConfederação Nacional do Trabalho
ProfissãoOperário da construção civil
Serviço militar
Lealdade República Espanhola
Serviço/ramo Milícias da CNT-FAI (1936–1937)
Exército Republicano Espanhol (1937–1938)
Anos de serviço1936 - 1938
Unidade Coluna Durruti Column (1936)
Coluna Ortiz (1936–1937)
24ª Divisão (1937–1938)
ConflitosGuerra Civil Espanhola

Joaquín Ascaso Budría (5 de junho de 1906 - 12 de março de 1977) foi um anarcossindicalista Aragonês e Presidente do Conselho Regional da Defesa de Aragão entre 1936 e 1937.

Ativista anarcossindicalista desde cedo, liderou o sindicato dos trabalhadores da construção civil da Confederação Nacional do Trabalho (CNT)[1] em Saragoça durante a Segunda República Espanhola. Com a eclosão da Guerra Civil Espanhola, ele resistiu à revolta militar em Barcelona antes de retornar a Aragão para lutar na frente de batalha. Lá, participou da criação do Conselho Regional da Defesa[2] e foi eleito seu presidente.[3]

Enfrentando a repressão política do governo central, ele tentou obter reconhecimento formal e apoio, mas atraiu a ira do Partido Comunista de Espanha (PCE). Após as Jornadas de Maio, o Conselho Regional foi liquidado pelo governo[4] e Ascaso foi preso sob a acusação de corrupção[5], mas nenhuma evidência disso foi encontrada. Ele regressou à frente de Aragão, mas após a Ofensiva de Aragão levar à captura da região pelos Nacionalistas, ele decidiu fugir para o exílio. Após anos em prisões francesas, ele emigrou para a Venezuela, onde passou o resto da sua vida.

Referências

  1. Alexander 1999, p. 806; Casanova 2004, pp. 48, 56; Díez Torre 2018.
  2. Alexander 1999, pp. 803–805; Beevor 2006, p. 113; Casanova 2004, p. 127; Díez Torre 2018.
  3. Alexander 1999, pp. 805–806; Beevor 2006, p. 113; Casanova 2004, p. 127; Díez Torre 2018.
  4. Alexander 1999, pp. 820–821.
  5. Alexander 1999, pp. 817–818; Casanova 2004, p. 154; Peirats 1998, p. 254.

Bibliografia