Jacinto Benavente

Jacinto Benavente
Nome completoJacinto Benavente y Martínez
Nascimento
Morte
14 de julho de 1954 (87 anos)

NacionalidadeEspanha Espanhol
OcupaçãoDramaturgo e crítico
Prémios Nobel de Literatura (1922)
Magnum opusTeatro
Carreira científica
Campo(s)Dramaturgia

Jacinto Benavente y Martínez (Madri, 12 de agosto de 1866 — Madri, 14 de julho de 1954) foi um dramaturgo e crítico espanhol.[1]

Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1922.

Frases de Jacinto Benavente

  • "Muitas pessoas pensam que ter talento é uma sorte; poucas, no entanto, pensam que a sorte possa ser questão de talento."
  • "O amor é como Dom Quixote: quando recobra a razão, é para morrer."

Obras

Autor prolífico, Jacinto Benavente escreveu 172 obras. As mais importantes são as seguintes:

  • Rosas de otoño (1905)
  • Los intereses creados (1907)
  • Señora ama (1908)
  • La malquerida (1913)
  • La ciudad alegre y confiada (1916)
  • Campo de armiño (1916)
  • Lecciones de buen amor (1924)
  • La mariposa que voló sobre el mars (1926)
  • Pepa Doncel (1928)
  • Vidas cruzadas (1929)
  • Aves y pájaros (1940)
  • La honradez de la cerradura (1942)
  • La infanzona (1945)
  • Titania (1946)
  • La infanzona (1947)
  • Abdicación (1948)
  • Ha llegado Don Juan (1952)
  • El alfiler en la boca (1954)

Referências

  1. «Jacinto Benavente». Encyclopædia Britannica Online (em inglês). Consultado em 3 de maio de 2021 

Ligações externas

Precedido por
Anatole France
Nobel de Literatura
1922
Sucedido por
William Butler Yeats