Painel Internacional sobre Materiais Físseis
O Painel Internacional sobre Materiais Físseis (do inglês: International Panel on Fissile Materials ou IPFM), criado em 2006, é um grupo de especialistas nucleares independentes de 17 países: Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Irão, Japão, México, Noruega, Paquistão, Coreia do Sul, Rússia, África do Sul, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.[1] O seu objetivo é promover iniciativas internacionais para “ter em segurança e reduzir drasticamente todas as reservas de urânio altamente enriquecido e plutónio separado, os materiais-chave nas armas nucleares, e limitar qualquer produção adicional”.[2]
O painel é copresidido por Alexander Glaser e Zia Mian da Universidade de Princeton e Tatsujiro Suzuki da Universidade de Nagasaki, Japão.[1] Outros membros incluem: Li Bin, José Goldemberg, Frank von Hippel, Pervez Hoodbhoy, Patricia Lewis, Abdul Hameed Nayyar, Seyed Hossein Mousavian, Ramamurti Rajaraman, M.V. Ramana e Mycle Schneider.[3]
O Painel produz um Relatório Global Anual sobre Materiais Físseis (do inglês: Global Fissile Material Report) que resume novas informações sobre os estoques e a produção de materiais físseis em todo o mundo, bem como relatórios periódicos de investigação.[2]
Ver também
Referências
- ↑ a b «About IPFM - International Panel on Fissile Materials». IPFM. 28 de julho de 2016. Consultado em 1 de abril de 2019
- ↑ a b «International Panel on Fissile Materials (IPFM)». Princeton University. Consultado em 29 de outubro de 2025. Arquivado do original em 29 de junho de 2017
- ↑ «Members». International Panel on Fissile Materials. 3 de agosto de 2016. Consultado em 1 de abril de 2019