Interahamwe
| Interahamwe | |
|---|---|
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| País | Também atuava em: |
| Criação | 1990 |
| História | |
| Combates | Guerra Civil de Ruanda Primeira Guerra do Congo Segunda Guerra do Congo |
| Logística | |
| Efetivo | 100 000 (1994) 20 000 (1998) 6 500 (2012) |
| Comando | |
| Comandantes notáveis | Robert Kajuga Georges Rutaganda Tharcisse Renzaho Idelphonse Hategekimana Idelphonse Nizeyimana Protais Mpiranya Callixte Nzabonimana Aloys Ndimbati |
A Interahamwe (Quiniaruanda: "aqueles que estão junto" ou "aqueles que lutam junto") era a mais importante das milícias armadas pela maioria étnica hútu de Ruanda e, junto com o Impuzamugambi, foi responsável pelas 800.000 mortes no Genocídio de Ruanda de 1994.[1][2]
Após a invasão da capital ruandesa, Quigali, pela Frente Patriótica de Ruanda (FPR), dominada pelos tútsis, muitos membros do Interahamwe fugiram para os países vizinhos, principalmente para o antigo Zaire, hoje República Democrática do Congo.
Dissolvido não-oficialmente, os membros ainda tomam parte em invasões da fronteira, como aquelas aquele conduziram às primeiras e segundas guerras do Congo.
Uma vez a Interahamwe tendo se movido para Zaire/Congo, ela e os soldados do ex-governo hútu começaram a se organizar no "Reagrupamento Republicano pela Democracia de Ruanda". Depois do recrutamento de números significativos de hútus do Congo a organização passou a ser conhecida como Exército de Libertação de Ruanda (ALiR).
Referências
- ↑ «Rwanda: How the genocide happened». BBC News. Dezembro de 2015
- ↑ "Africa - Interahamwe: A serious military threat". Página acessada em 13 de dezembro de 2015.
