Impureza após o parto

Impureza após o parto é o conceito em muitas culturas e religiões de que uma nova mãe se encontra num estado de impureza por um determinado período de tempo após o parto, exigindo ritual de purificação. As práticas variam, mas normalmente existem limites sobre o que a recente mãe pode ou não tocar, com quem pode interagir, onde pode ir e que tarefas pode fazer. Algumas práticas relacionadas com a impureza após o parto, como o isolamento, sobrepõem-se à prática mais geral de confinamento pós-parto.
A impureza após o parto denota o estado ritual de impureza imposto à mulher na antiga lei israelita após o parto, conforme codificado em Levítico 12 da Torá, exigindo um período de reclusão e subsequente purificação através de um sacrifício de um animal para expiar a impureza e restaurar a sua elegibilidade para o retorno à participação sagrada.[1] A insistência da lei na pureza e a quarentena da impureza enfatizavam o fato de que Deus esperava a santidade de Seu povo.
A duração prescrita varia de acordo com o sexo da criança: sete dias de impureza inicial mais trinta e três dias de purificação secundária do sangue para um menino, totalizando quarenta dias, contra quatorze dias mais sessenta e seis dias para uma menina, totalizando oitenta dias.[2] Essa impureza surge da hemorragia pós-parto e do corrimento loquial, assemelhando-se ao fluxo menstrual em etiologia e contágio, e não implica qualquer transgressão ética, mas sim exige a que sejam evitados recintos sagrados e contato físico com os mesmos para prevenir a contaminação ritualística.[3]
Depois de completado o ritual, a mulher apresenta um cordeiro para sacrifício e uma pomba ou rola para oferta pelo pecado no santuário, com a possibilidade de famílias mais pobres substituírem por duas aves.[1] O confinamento pós-parto semelhante, existe na jurisprudência islâmica por meio do nifas, limitado a quarenta dias de impureza maior devido ao sangramento, e influenciou os ritos religiosos cristãos medievais, ressaltando o reconhecimento intercultural das rupturas corporais do parto. Em contextos antropológicos, tais crenças moldaram o adiamento na amamentação e as práticas de isolamento, potencialmente mitigando os riscos de infecção por meio do repouso forçado, apesar da estrutura ritualística. O objetivo dessas leis não era necessariamente higiênico, mas sim estabelecer e manter a santidade do espaço sagrado e do culto a Deus.
| “ | Deus é santo e requer a santidade das pessoas que O seguem. "Um pouco de fermento leveda toda a massa" um pouco de impureza impede a integridade; um pequeno pecado destrói a santidade. | ” |
— Gálatas 5:9, (texto adaptado) | ||
Práticas por cultura
Antiga Grécia
O filósofo grego Teofrasto comparou a impureza do parto à impureza da morte.[4] Toda a família, todos os que assistiram ao nascimento e o novo bebé incorriam nesta impureza; esta impureza muito provavelmente terminava com a lavagem ritual das mãos com a celebração da anfidromia, cinco a sete dias depois.[4][5][6] A purificação da mãe também podia ocorrer nessa altura,[4] podendo ela permanecer fortemente contaminada até à dekate, dez dias após o parto.[6] A isto, segue-se um período de contaminação mais leve, durante o qual a nova mãe permanecia confinada em casa e estava especialmente proibida de entrar em espaços sagrados.[5] Após quarenta dias, ela deixava a sua casa, fazia um sacrifício aos deuses (possivelmente um cão ou cordeiro a Hécate), e era considerada pura novamente.[6]
Roma Antiga
Não se sabe muito sobre a impureza pós-parto na Roma Antiga. Festo, no seu De verborum significatione, descreve um ritual de purificação de meninas recém-nascidas no oitavo dia após o nascimento e de meninos no nono dia. Agostinho de Hipona menciona o costume de varrer a entrada da casa após um nascimento, um rito de purificação também praticado pelos Romanos após uma morte na família. Juntamente com costumes como decorar a porta com ramos de louro e acender uma vela a Candelifera, estes ritos de purificação podem ter indicado uma crença na impureza pós-parto. No entanto, essa impureza não parece ter-se estendido à família como um todo: o pai de um recém-nascido podia entrar nos templos, e as visitas eram bem-vindas após o nascimento.[5]
Israel
A Impureza da Parturiente (טומאת יולדת) na Lei Judaica é um ritual de impureza que se aplica a uma mulher após o parto. O estatuto da parturiente é o mesmo que o de uma niddah (mulher menstruada): a sua impureza é definida como um Av HaTumah (fonte primária de impureza), e torna impuras pessoas, utensílios, alimentos e bebidas através do contacto, e torna impuro através de calcar, pisar (טומאת מדרס, Tum'at Midras), ou deitar-se e sentar-se. Além disso, ela e o seu marido estão proibidos de ter relações sexuais (איסור משכב עם נידה) como nos dias da niddah. De acordo com a Torá, uma mulher que dá à luz um rapaz torna-se impura por sete dias. Depois de imergir num mikveh (טבילה (Tevilah) refere-se ao ato de completa imersão ritualística numa fonte de água natural, conhecida como Mikveh (מקווה)) qualquer sangue que ela veja a partir de então, dentro de trinta e três dias, será "sangue puro" (דם טהור, Dam Tahor) e não a proibirá de se relacionar com o marido. Se ela der à luz uma rapariga, ela torna-se impura por duas semanas (quatorze dias) e, após a imersão, qualquer sangue que veja dentro de sessenta e seis dias será puro. Nesses trinta e três dias de pureza para um rapaz, e sessenta e seis dias para uma rapariga, a mulher ainda é considerada impura no que diz respeito ao Templo e às suas ofertas sagradas. Estas leis estão escritas naem Parashat Tazria:
| “ | E o Senhor falou a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Se uma mulher conceber e der à luz um filho varão, será impura sete dias; assim como nos dias da separação da sua enfermidade, será impura. E no dia oitavo se circuncidará, ao menino, a carne do seu prepúcio. Depois, ficará ela trinta e três dias no sangue da sua purificação; nenhuma coisa santa tocará, e não virá ao santuário, até que se cumpram os dias da sua purificação. Mas, se tiver uma fêmea, será imunda duas semanas, como na sua separação; depois, ficará sessenta e seis dias no sangue da sua purificação. E, quando forem cumpridos os dias da sua purificação, por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto, e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação, ao sacerdote, O qual o oferecerá perante o Senhor, e por ela fará propiciação; e será limpa do fluxo do seu sangue; esta é a lei da que der à luz varão ou fêmea. Mas, se a sua mão não alcançar assaz para um cordeiro, então tomará duas rolas, ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para a expiação do pecado; assim o sacerdote, por ela, fará propiciação, e será limpa. | ” |
— Moisés, Levítico 12 | ||
Rabino Moshe ben Maimon (1138-1204 EC.), Rabino Moshe ben Ya'akov de Coucy (c. 1200–1274 EC.) e Sefer HaChinuch (c. 1290) incluíram a impureza da parturiente na contagem dos 613 mandamentos (Taryag Mitzvot). Nacmânides, pelo contrário, sustenta que não é correto contar a impureza da parturiente como um dos mandamentos, tal como acontece com outras leis de pureza e impureza, "pois elas são inteiramente opcionais em todos os aspetos, e não contêm o assunto de um mandamento que deva ser contado".[7]
Hinduísmo
Na tradicional prática Hindu, uma mulher em trabalho de parto ou que deu à luz recentemente (uma jachcha) é considerada impura, um estado denominado sutak.[8][9][10] Baseando-se em passagens do Aitareya Brahmana, a antropóloga Gabriella Eichinger Ferro-Luzzi (é uma antropóloga e dravidóloga italiana[11]) infere que esta prática remonta à era Védica. Pandurang Vaman Kane teoriza que provavelmente se originou na cultura indígena Harappan, e não com a chegada dos indo-arianos.[12] Como muitas práticas de pureza Hindu, a impureza após o parto tem sido cada vez menos observada desde o século XIX; muitos Hindus modernos adoptam um período de impureza mais curto, dão as boas-vindas a visitantes após o nascimento de um filho e podem tocar na nova mãe e no bebé.[13]
Tradicionalmente, a impureza puerperal é atribuída a nove meses de sangue menstrual acumulado durante a gravidez e é considerada mais grave do que a impureza associada à morte.[8][9][14] Das mulheres espera-se, portanto, que deem à luz num local isolado, a fim de confinar a impureza. Dependendo da tradição local e dos recursos da família, pode ser uma cabana dedicada ao parto (atur-ghar ou sutikagara), um barracão ou anexo reaproveitado, ou simplesmente um quarto não utilizado da casa.[8][15][16] A parteira tradicional (dai), muitas vezes pertencente à casta dalit, é considerada impura por associação.[8][17] Ela é especialmente responsável pelas tarefas que são consideradas impuras, como cortar o cordão umbilical, tocar nos genitais da parturiente e dar banho à mãe e à criança.[8][9][14][18]
A nova mãe mantém-se fortemente impura durante três dias após o nascimento. Durante este período Sor, ela permanece isolada da família, assistida pela dai.[8] O pai do recém-nascido e a sua família também são considerados impuros durante este período, independentemente de onde ocorreu o parto.[8][10] O recém-nascido pode ser considerado como possuidor do estado de impureza grave da mãe, ou sendo demasiado jovem para ser impuro.[8][15] No terceiro dia, a jai banha e unge a mãe e a criança, levando-os a um estado de impureza menor.[8] As pulseiras da mãe e todos os potes de barro da família são partidos; a roupa usada durante o trabalho de parto, a roupa de cama e a manta de receção são eliminadas; os pisos de terra são restaurados; e a ferramenta usada para cortar o cordão umbilical é purificada.[8][12][18] Outros membros da família também se banham, regressando a um estado de pureza.[8]
Após o fim do período Sor, a nova mãe pode voltar a juntar-se à família, mas permanece no seu estado de impureza menor por cerca de quarenta dias após o nascimento.[8] Ela tradicionalmente permanece confinada em casa durante este período, e embora possa retomar muitas das suas tarefas domésticas comuns, continua a evitar cozinhar, moer farinha e tocar na água.[8][9] Espera-se que evite vários alimentos, como leitelho e coalhada.[12] Outra mulher pode partilhar a sua cama para garantir que o marido não se envolva em relações sexuais com a nova mãe, o que é considerado prejudicial para ele.[8] Devido à impureza continuada, a família não aceita visitas durante este período; os hijras, no entanto, são bem-vindos e podem ser pagos para abençoar o recém-nascido.[10] Todos os membros da família evitam templos e eventos auspiciosos, e a nova mãe não pode participar no culto ou tocar em imagens sagradas.[8][10]
A duração exata do período de impureza menor varia de acordo com o costume local; pode depender do sexo do bebé ou da casta da mãe, ou a data final pode ser definida por um Brâmane.[8][12][15][16] Perto do fim deste período, a nova mãe pode participar num toque ritual de loiça de barro, marcando o ponto em que lhe é permitido manusear potes e entrar na cozinha.[12] No final do período de impureza, a mulher banha-se, as suas roupas e a roupa de cama são lavadas, e algumas mulheres realizam um ritual de "culto ao poço" (Daghar Puja).[8][16] Depois disto, ela e a sua família são considerados limpos e podem regressar às suas atividades quotidianas.[8]
Papua Nova Guiné
Muitos povos indígenas da Nova Guiné observam várias formas de impureza pós-parto, embora alguns antropólogos argumentem que isto é melhor entendido, não como contaminação, mas como uma perigosa proximidade ao sagrado. As mulheres nestas tribos normalmente dão à luz em cabanas dedicadas a alguma distância da aldeia, sozinhas ou com acompanhantes femininas; a lochia, tal como o sangue menstrual, é considerada perigosa para os homens.[19]
Os Kaulong, juntamente com os vizinhos Sengseng, observam algumas das práticas mais intensas conhecidas relativamente à impureza feminina.[20][21] Entre estas práticas está a crença de que, durante o parto, as mulheres espalham poluição horizontalmente em todas as direções. As mulheres Kaulong dão à luz num local remoto, usando roupa descartável que destroem antes de regressar à aldeia.[22] Práticas semelhantes são observadas entre povos como os Murik,[23] os Gadsup,[24] os Mae Enga,[25] e os Wogeo.[26]
Tanzânia
Na Tanzânia, as mulheres Bena são consideradas impuras após o parto e, por esta razão, atrasam frequentemente a amamentação por um a dois dias até ocorrer a involução uterina. A nova mãe permanece isolada posteriormente por até três meses, geralmente num quarto dedicado da casa, e evita cozinhar ou servir comida. Durante este período, ela banha-se e lava a sua roupa frequentemente, e outras pessoas evitam o contacto com ela e com os seus filhos. O Kumlehedzya umwana, o ritual de limpeza que marca o fim do período de isolamento, envolve ervas tradicionais (mugoda ou mafikho) dadas a todos os membros da família.[27]
Entre os Swahili da Ilha de Pemba, as mulheres são consideradas impuras até que a descarga da lochia termine, geralmente cerca de 40 dias após o parto. Durante este período, espera-se que a nova mãe permaneça isolada e evite rezar, preparar comida e ter relações sexuais ou partilhar a cama com o marido. Especialmente para um primeiro parto, uma mulher Swahili observa frequentemente este período de isolamento na casa dos seus pais. É-lhe prescrita uma dieta especial, incluindo alguns alimentos (chás especiais, polvo, lula, wrasse, cassava, frango, arroz e farinha de milho) e excluindo outros (enguia, mandazi, carne, feijão e bananas). Depois de o seu sangramento parar, ela limpa-se com um banho ritual de água infundida com ervas.[28]
Referências
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