Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta

Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta
Fachada da Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta
Informações gerais
Nomes alternativosIgreja de São Miguel
Estilo dominanteManuelino
Restauro1938
Proprietário inicialIgreja católica
Proprietário atualEstatal
Função atualIgreja
Património de Portugal
Classificação Monumento Nacional
Ano1910
DGPC70360
SIPA00001070
Geografia
PaísPortugal
CidadeFreixo de Espada à Cinta
LocalizaçãoPraça Jorge Álvares, Freixo de Espada à Cinta
Coordenadas🌍
Localização em mapa dinâmico

A Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta, Igreja Paroquial de Freixo de Espada-à-Cinta, Colegiada de Freixo de Espada-à-Cinta ou Igreja de São Miguel, é um templo cristão situado na freguesia de Freixo de Espada à Cinta e Mazouco, no município de Freixo de Espada à Cinta.[1]

É uma igreja salão de arquitetura manuelina.[1] A moldura da porta lateral é atribuível a João de Castilho, arquitecto da corte manuelina, que viveu dois anos em Freixo de Espada à Cinta.[2]

A Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta está classificado como Monumento Nacional desde 1910.[3]

Antigo retábulo quinhentista

Sobrevivem no seu interior as pinturas e parte da decoração de um antigo retábulo pintado entre 1520 e 1535[1] e que terá sido desmontado na época barroca[1]. O seu pintor foi provavelmente um discípulo de Grão Vasco[1][4]. Ao todo são 16[4] painéis de pequena dimensão representando cenas da vida da Virgem (Encontro na Porta Dourada, Anunciação, Natividade, Epifania, Apresentação de Jesus no Templo, Fuga para o Egito, Jesus entre os doutores e Assunção de Maria) e da paixão de Cristo (Última Ceia, Oração de Cristo no horto, Prisão de Cristo, Ecce Homo, Calvário, Lamentação de Cristo, Ressurreição e Pentecostes).

Referências

  1. a b c d e Ernesto Jana; SIPA (1994). «Igreja Paroquial de Freixo de Espada-à-Cinta / Colegiada de Freixo de Espada-à-Cinta / Igreja de São Miguel». Consultado em 30 de dezembro de 2014 
  2. Jorge Duarte em [1]
  3. Ficha da base de dados da DGPC
  4. a b Lucinda Canelas; Manuel Correia, Paulo Ricca (2011). «Um retábulo quinhentista com muitas histórias». Consultado em 30 de dezembro de 2014 

Ligações externas