Igor Gielow
| Igor Gielow | |
|---|---|
![]() Igor Gielow na Festa Literária Internacional de Cachoeira de 2015 | |
| Conhecido(a) por | Jornalista da Folha de S.Paulo |
| Nascimento | 1973 (53 anos) |
| Residência | São Paulo, Brasil |
| Nacionalidade | Brasileira |
| Etnia | Eslavo-germânica |
| Ocupação | Jornalista |
| Outras ocupações | Escritor |
| Período de atividade | 1992–presente |
| Início da atividade | 1992 |
| Prêmios | Grande Prêmio Folha de Jornalismo (2009, 2022) |
| Empregador(a) | Folha de S.Paulo |
| Agência | Agência Folha |
| Cargo | Repórter especial coordenador da Agência Folha |
| Magnum opus | Ariana (2015) |
Igor Gielow (São José dos Campos, 1973) é um jornalista brasileiro, que atua no jornal Folha de S.Paulo, desde 1992.[1][2][3][4]
Biografia
De ascendência eslavo germânica, Igor Gielow em São José dos Campos, município localizado no interior do estado de São Paulo, no ano de 1973.[5][6] Ingressou no jornalismo trabalhando em 1992, no jornal Folha da Tarde, como repórter.[7][8]
Posteriormente, ingressou no jornal Folha de S.Paulo, onde iniciou trabalhando no caderno regional do periódico, seção do jornal responsável pela cobertura das cidades São José dos Campos, São José do Rio Preto e Campinas.[9][10] Na sede do jornal na cidade de São Paulo, ocupou diversos cargos, ocupou uma série de cargos, atuando como redator deo caderno Mundo, editor-adjunto da seção de Dinheiro, repórter e editor-assistente de Brasil, além de atuar como coordenador da Agência Folha.[9][11][12]

Durante seu trabalho no jornal cobriu eventos como o Massacre do Carandiru, a tomada da residência do embaixador japonês em Lima, a CPI dos Títulos Públicos, além de uma série de guerras, como a guerra no Afeganistão, a Invasão da Ucrânia pela Rússia e a Guerra do Líbano .[13][14][15]
Mudou-se para Brasília, no ano de 2003, para cobrir o primeiro mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva.[9] Manteve-se no cargo durante o governo Dilma Rousseff e cobriu as primeiras etapas do impeachment da presidenta.[6][16][17] Pouco antes da conclusão do processo sobre Dilma, retornou para São Paulo para integrar uma equipe de repórteres especiais da secretária de redação do jornal.[2][18]
Em 2016, lançou seu primeiro livro, Arianas, lançado pela Editora Record.[19][20] O romance mostra um jornalista de guerra brasileiro radicado em Londres que cobria conflitos entre Paquistão e Irã e tem seu hotel atingindo por um ataque com bombas.[21]
Venceu o Grande Prêmio Folha de jornalismo de 2009, com a reportagem "a fronteira da guerra" onde o jornalista acompanhou os campso de refugiados e as cidades do fronte de batalha paquistanês, onde apurou a morte do principal comandante do Talibã no país, Baitullah Mehsud.[22] Em 2022, venceu novamente o prêmio, desta vez, na categoria 'Cobertura Quente', pela sua atuação durante a cobertura da guerra da Rússia com a Ucrânia.[23]
Publicações
Livros
- Ariana. Rio de Janeiro: Editora Record, 2015.[24]
Referências
- ↑ «Autor(a): Igor Gielow | Folha». Folha de S.Paulo. 18 de agosto de 2025. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 29 de julho de 2025
- ↑ a b «Dança de cadeiras na Folha de S.Paulo». Portal dos Jornalistas. 1 de julho de 2016. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 4 de julho de 2024
- ↑ Gomes, Ingrid (2014). «A cobertura jornalística do Islamismo - narrativas marginalizadas e moralizantes». Intercom: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação: 71–89. ISSN 1809-5844. doi:10.1590/S1809-58442014000100004. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 26 de abril de 2025
- ↑ Brooks, Bradley; Lehman, Stan (23 de junho de 2013). «Brazil protests resurface with smaller crowds». The Buffalo News: 6. Consultado em 18 de agosto de 2025
- ↑ «Jurados | Prêmio Jabuti». Prêmio Jabuti. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 30 de junho de 2025
- ↑ a b Programa do Jô | Jô Soares entrevista o jornalista Igor Gielow | Globoplay, TV Globo, consultado em 18 de agosto de 2025
- ↑ «Jornalista da Folha fala na quinta sobre os dez anos do 11/9». Folha de S.Paulo. 7 de setembro de 2011. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2025
- ↑ Renault, David (20 de dezembro de 2013). «A convergência tecnológica e novo jornalista». Brazilian journalism research (2): 30–49. ISSN 1981-9854. doi:10.25200/BJR.v9n2.2013.575. Consultado em 19 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 22 de maio de 2025
- ↑ a b c «Igor Gielow participa de bate-papo sobre a desmilitarização do controle aéreo». Folha de S.Paulo. 5 de abril de 2007. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 19 de maio de 2022
- ↑ «Igor Gielow - instituto cpfl». Instituto CPFL. 26 de agosto de 2011. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 4 de março de 2021
- ↑ «Igor Gielow | Jornalista da Folha de S. Paulo». Público. 21 de janeiro de 2023. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 17 de abril de 2021
- ↑ Seleme, Ascânio (2 de abril de 2020). «Só faltava chorar». O Globo. Consultado em 19 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 4 de abril de 2020
- ↑ Bernardi, Tati (16 de janeiro de 2024). «'Não há um plano de saída de Israel que seja claro', avalia Igor Gielow». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
- ↑ Loureiro, Felipe (24 de fevereiro de 2023). «Um ano de Guerra da Ucrânia e o futuro do conflito. [Entrevista a Magê Flores e Gustavo Simon] (2023)». Universidade de São Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2023
- ↑ «"Se Israel não tivesse agido no Líbano, o próximo 7 de outubro poderia vir do norte do país", diz porta-voz das IDFs». Confederação Israelita do Brasil. 24 de setembro de 2024. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2025
- ↑ Gielow, Igor (17 de janeiro de 2011). «Folha de S.Paulo - Brasília - Igor Gielow: Construindo Dilma - 17/01/2011». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2011
- ↑ «"Para tentar se salvar, governo acaba e Dilma vira 'presidente emérita'", por Igor Gielow». PSDB - PE. 16 de março de 2016. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 26 de março de 2025
- ↑ Aggio, Camilo (8 de maio de 2022). «É sobre o golpe, estúpido!». CartaCapital. Consultado em 18 de agosto de 2025. Arquivado do original em 5 de julho de 2022
- ↑ Sawitzki, Manoela (14 de outubro de 2025). «"Ariana", de Igor Gielow». Grupo Editorial Record. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2021
- ↑ «Confira os destaques da TV Justiça para o fim de semana». TV Justiça (em inglês). 24 de julho de 2020. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2025
- ↑ Almeida, Marcos (9 de julho de 2015). «Jornalista da Folha publica romance sobre terroristas no Paquistão». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2025
- ↑ «Folha de S.Paulo - Poder - Especial - 2013 - Prêmio Folha - Índice 2009». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 20 de setembro de 2021
- ↑ Meireles, Maurício (18 de fevereiro de 2023). «Reportagem que revelou áudio de Milton Ribeiro vence Prêmio Folha de Jornalismo 2022». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 2 de março de 2025
- ↑ «Ariana / Igor Gielow». Library of Congress. Consultado em 18 de agosto de 2025
