História do Clube de Regatas Brasil

Elenco do CRB disputando uma partida válida pela Copa do Nordeste, competição disputada frequentemente pelo Galo.

Esta página contém a história do Clube de Regatas Brasil (CRB), clube poliesportivo alagoano sediado na capital Maceió. Fundado em 20 de setembro de 1912, ostenta vários momentos variando entre crises e conquistas.

O CRB foi o primeiro campeão alagoano em 1927 e o primeiro a comemorar um título no ano de inauguração do estádio Rei Pelé. O CRB disputou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro em 1962 e foi o primeiro clube alagoano a disputar a segunda divisão do certame em 1971. Foi também o primeiro clube alagoano a conquistar um tetracampeonato estadual (entre os anos 1937 e 1940). O clube possui o maior artilheiro da história dos campeonatos alagoanos: Joãozinho Paulista, que vestiu a camisa alvirrubra nos anos 80 e marcou 160 gols pelo Galo. O recorde de gols em um único campeonato também pertence ao CRB: em 1995, o jogador Inha marcou 37 gols pelo clube na competição.

Começo e consolidação estadual (1911-1940)

Fundação e primeiros anos (1911-1926)

1911: Clube Alagoano de Regatas

Lafaiete Pacheco, um dos fundadores do Clube de Regatas Brasil.

Segundo o jornal "O Gutemberg" em 21 de agosto de 1910, havia a expectativa sobre a primeira regata que o clube realizaria. “Farão época, colherão êxito belíssimo, e terão a glória de aproveitar as condições naturais da Lagoa Norte Manguaba que se ajusta admiravelmente para este gênero de esporte”.[1][2]

A Lagoa Mundaú ou do Norte indicada nas matérias dos jornais era o palco ideal para as regatas, como confirma matéria do dia 2 de setembro de 1910 publicada no Gutemberg. “O Club Alagoano de Regatas fará na manhã de domingo vindouro uma excursão a botes ao sítio Vergel na margem da lagoa, pitoresco local onde a diretoria do mesmo Club pretende iniciar suas festas esportivas e que, segundo nos informam, se presta muito bem para tal fim".

Em 1911, fundou-se em Maceió, o Clube Alagoano de Regatas. Sua sede ficava situada na Rua do Comércio, 138. Apesar do nome, não havia remadores nem baleeiros na nova agremiação. A mensalidade era de quinhentos mil réis e gerava pouca receita. Entre os seus fundadores estavam os jovens Lafaiete Pacheco, Antônio Bessa, Celso Coelho e Alexandre Nobre. O primeiro procurou junto aos companheiros um aumento nas mensalidades, mas a ideia não foi aceita pela maioria.

Lafaiete Pacheco então procurou Antônio Vianna e explicou-lhe sua ideia de criar um clube de regatas na Pajuçara. Aceita a ideia, foram convidados outros sete rapazes para fundar um novo clube em Alagoas.

1912: Início do Clube de Regatas Brasil

Time do CRB no final da década de 1910.

Entretanto, a pequena receita com jóias e mensalidades impedia o progresso do clube. Entre os seus fundadores estavam os jovens Lafaiete Pacheco, Antônio Bessa, Celso Coelho e Alexandre Nobre. Na tentativa de elevar a receita do clube, Lafaiete Pacheco tentou junto aos companheiros um aumento nas mensalidades, mas a ideia não foi aceita pela maioria. Dessa falta de entendimento, nasceu Na Rua Jasmim, na Pajuçara, no dia 20 de setembro de 1912, foi fundado o Clube de Regatas Brasil com o lema: "Esporte pela Pátria Forte". Além de Lafaiete Pacheco e Antônio Vianna, assinaram a ata de fundação os seguintes desportistas: João Luiz Albuquerque, Waldomiro, Pedro Cláudio Duarte, Tenente Julião, Agostinho Monteiro, Francisco Azevedo Bahia e João Viana de Souza. Os primeiros passos do clube foram dados na regata,[3] aderindo ao futebol apenas em 1916.[carece de fontes?]

Contava com uma roupa branca de couro com uma faixa na horizontal vermelha escrita "CRB" além de uma bermuda branca com cinta.
Um dos primeiros uniformes usado pelo clube, em 1921, onde segue o atual formato até os dias de hoje.

Através de Lafaiete Pacheco, o CRB comprou, em Santos, seu primeiro yole (barco de competição). Duzentos mil réis foi o valor. Os sócios contribuíram com 100 mil réis e os outros 100 foram tomados emprestados. A embarcação chegou no navio Itapetinga. Era um barco bonito, moderno, um oito remos com patrão. Os treinamentos foram realizados no trajeto marítimo da Ponta Verde para Pajuçara.[carece de fontes?]

Os dirigentes do Clube de Regatas Brasil tiveram que conseguir um local para a construção de uma garagem. O terreno encontrado é o mesmo onde hoje se situa a sede social do clube. O terreno era aberto e foi necessário que novamente os fundadores do clube conseguissem dinheiro para comprar tábuas, cujo gasto foi de 3 mil réis.[carece de fontes?]

Os primeiros times de futebol do CRB contavam com Haroldo Zagallo, pai do tetracampeão mundial Mário Zagallo. O time ainda contava com um alemão, extremamente habilidoso chamado Peter, Lauro Bahia e os irmãos Gondim.[carece de fontes?]

Estádio da Pajuçara

Em busca de um espaço para a realização das partidas de futebol nos finais de semana, o clube o terreno de Maria Torres por trezentos mil réis. Essa área abrigou o Estádio Severiano Gomes Filho por décadas. Em novembro de 1917, sob a presidência de Pedro Lima, teve início a construção do campo de futebol do CRB. O terreno impróprio dificultou o plantio da grama, mas logo já era utilizado para as primeiras partidas de futebol.[carece de fontes?]

Depois do campo de jogo, somente em 1921 foi que o clube voltou a investir no local, iniciando a construção do e estádio. Isso somente foi possível acontecer após a aquisição do terreno, até então arrendado, que se efetivou com o registro da escritura de compra no dia 23 de fevereiro de 1921. Assim, a cerca que separa o campo de futebol foi erguida e inaugurada no dia 12 de junho de 1921 com uma partida contra o Ypiranga. O primeiro lance de arquibancada foi inaugurado no dia 7 de setembro de 1921 em jogo contra o Centro Sportivo de Peres, de Recife.[carece de fontes?]

Primeiras conquistas (1927-1940)

O CRB foi o 1° clube a conquistar o título de campeão alagoano, fato que se deu em 1927, ano da realização da 1ª edição do Campeonato Alagoano de Futebol. O título veio com uma campanha invicta e uma vitória sobre o arquirrival CSA por 2–0.[4] Três anos mais tarde, o clube repete o feito batendo mais uma vez o seu rival na final e conquistando seu 2° título estadual.[carece de fontes?]

Em 1937, no primeiro turno, houve necessidade de um jogo extra entre CRB e Nordeste para se conhecer o campeão desta fase. O clube da pajuçara venceu por 6x4. Como também ganhou o segundo turno, o CRB foi o campeão da temporada de 1937 jogando quinze partidas. Venceu onze. Perdeu duas e empatou outras duas. Os jogadores campeões foram os seguintes: Vicente. Osvaldo. Lucena. Bacurau. Heider. Ariston. Moisés. Gouvéia. Edmar. Gondim. Arlindo. Edmundo. Duda Bocão. Paulinho. Maninho. Zequito Porto. Aldo. Badica. Eraldo. Cláudio Régis. Valério e Humberto.[carece de fontes?]

Em 1939 veio o tricampeonato, de forma invicta, depois de onze partidas. Venceu nove e empatou duas. Foi o ano do jogo famoso da “SOFIA”. A goleada no clássico CRB x CSA. Os 6x0 para o CRB continua como o maior placar da história entre os dois rivais. Os tricampeões foram: Humberto. Osvaldo. Bacurau. Ariston. Gabino. Gilfredo. Gaspar. Cláudio Régis. Ventania. Arlindo. Duda Bocão. Ramalho. Zadir e Heider. O centro avante Arlindo continuou como o grande artilheiro da equipe.[carece de fontes?]

Em 1940, o CRB conquistava seu quarto título consecutivo. Orientados por Franz Gaspar. No primeiro jogo, vitória do CSA por 2x1. O CRB ganhou o segundo também por 2x1.

1939: Jogo da Sofia

A maior vitória do clássico alagoano pertence ao CRB. A partida do dia 1º de outubro de 1939 ficou conhecida como o "Jogo da Sofia", quando o CRB venceu o rival por 6 a 0 na decisão do Campeonato Alagoano. Diz a história que o jogador Arlindo (um dos destaques do CRB na partida) era adepto do jogo do bicho e criava uma cabra chamada Sofia. De vez em quando, ele cantava uma uma modinha com todos os bichos do jogo, e ao chegar na cabra, ele dava uma paradinha e relembrava o jogo.[5] Em 1944, conquistou o torneio início de alagoas, ficando em terceiro colocado no campeonato alagoano.[6]

Quebra de jejuns e outras conquistas (1950-1969)

Em 1950/51, depois de 10 anos de jejum, o CRB volta a ser o campeão do estado, sendo esse o 1° título do Campeonato Alagoano após o histórico tetracampeonato no fim dos anos 30. Para coroar o bom momento, o bicampeonato aconteceria já no ano seguinte, com o CRB alcançando dessa forma a marca de 8 títulos de campeão alagoano.[carece de fontes?]

Em 1958, conquista pela 2ª vez, a 7ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas pelo mesmo placar de 3x2. Em 1959, conquista pela 3ª vez, a 8ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA. Na 1ª partida, o CRB venceu por 4x2, na 2ª partida, perdeu por 2x1 e na 3ª e decisiva, o CRB venceu por 2x1.[carece de fontes?]

Em 1960, conquista pela 4ª vez, a 9ª edição da Taça Mário Lima (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o Capelense. Na 1ª partida, o CRB venceu por 4x2, na 2ª partida, empatou em 2x2 e na 3ª e decisiva partida, perdeu por 3x2, na prorrogação venceu por 2x0, com dois gols de Airton. Por ter vencido três vezes consecutivas, a Taça Mário Lima, o Clube de Regatas Brasil, ficou com a posse definitiva do troféu.[carece de fontes?]

Em 1961, após mais um longo jejum de 10 anos, conquista seu 9º Campeonato Alagoano; Conquista também, a 1ª edição da Taça Conselho Regional de Desportos (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas pelo mesmo placar de 1x0. Em 1962, participou pela primeira vez da Taça Brasil de futebol, equivalente ao atual Campeonato Brasileiro - Série A.[carece de fontes?]

Em 1964, conquista o 10º Campeonato Alagoano de sua história.'Conquista também, a 2ª edição da Taça Conselho Regional de Desportos (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas, a primeira por 2x1 e a segunda por 3x2. Em 1966, conquista a 3ª e última edição da Taça Conselho Regional de Desportos (organizado pela Federação Alagoana de Desportos - FAD), vencendo o CSA em duas partidas, a primeira por 2x0 e a segunda por 2x1.[carece de fontes?]

Título regional e retorno à competitividade (1970-1995)

Nos anos 70, o Galo volta a conquistar um tetracampeonato estadual entre os anos de 1976 e 1979 e também se tornou o primeiro clube alagoano a ser campeão interestadual conquistando o Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 em que enfrentou equipes da Paraíba e Rio Grande do Norte e bateu o Botafogo da Paraíba na decisão em pleno Estádio Almeidão. Mais tarde, esta conquista entraria em debate para ser considerada como equivalente a um título da Copa do Nordeste sob o argumento de que esta teve como base para sua criação o torneio de 1975, visto, neste contexto, como embrionário para a formação do popular Nordestão.[carece de fontes?]

- Foi um jogo bom, e o Gilmar fez um gol. Lembro bem desse jogo. Botafogo com um timaço, mas nosso time também era muito bom, com Gilmar, Djair, não lembro se o Silva estava. Sei que conseguimos o título dentro de João Pessoa. Foi bastante comemorado, foi importante, embora não tenhamos vencido o estadual daquele ano - lembrou Davino, valorizando a conquista de 1975.

- Antigamente tinha o Nordestão, essa competição (José Américo), que era forte. Os estádios eram lotados, os torcedores eram torcedores do clube, você lotava os estádios em qualquer lugar do Nordeste. Ela foi interessante, mesmo sem contar com os patrocínios de hoje. As equipes se mantinham por muito tempo, você encontrava com jogadores do Botafogo que estavam lá há três, quatro anos. Aqui no CRB, no CSA, você sabia o grupo, conhecia os seus ídolos, que se mantinham por muito tempo, diferente de hoje, que a cada resultado vai embora um caminhão de jogadores e chega outro.

— - Roberval Davino

No começo da década de 90, o CRB volta a formar um elenco bastante competitivo, que se sagraria bicampeão estadual em 92/93, campeão da Seletiva Para a Série B entre Alagoas e Paraíba de 1993 e também foi vice-campeão da Copa do Nordeste de 1994. O histórico título do Campeonato Alagoano de 1992 contou com uma excelente campanha, em que o clube se manteve invicto durante os 21 jogos disputados na competição e ainda com direito a uma goleada expressiva sobre o seu rival CSA por 5–2 na Pajuçara no jogo emblemático da entrega das faixas. No ano seguinte, derrotou outra vez o rival com um placar de 3-1 na decisão do Campeonato Alagoano. O título da Seletiva neste mesmo ano garantiu o retorno do Clube de Regatas Brasil para o Campeonato Brasileiro Série B, a conquista aconteceu em uma partida contra a equipe do Treze de Campina Grande, onde o Galo venceu pelo placar de 2-0.[carece de fontes?]

Vice-campeão da Copa do Nordeste (1994)

A Copa do Nordeste de 1994 teve como sede a cidade de Maceió e naquele ano participaram 16 clubes, o Galo ficou no grupo C ao lado de Sport, Fortaleza e Vitória. Uma vitória, um empate e uma derrota, classificaram o CRB para a próxima fase da copa. Nas quartas de finais eliminou o Guarany de Sobral vencendo por 2–0. Na fase semifinal, um grande jogo e vitória por 3–2 sobre o surpreendente Cruzeiro de Arapiraca de Arapiraca. Em 15 de setembro de 1994 com o estádio Rei Pelé lotado, foi realizada a final entre CRB e Sport. No tempo normal a partida terminou empatada em 0–0, então o jogo foi decidido nos pênaltis. O Galo acabou amargando o vice-campeonato perdendo em uma disputa de pênaltis por 4–2, em pleno estádio Rei Pelé.[carece de fontes?]

No ano de 1995, o jogador Inha se tornou o maior artilheiro de uma edição do Campeonato Alagoano, quando marcou 37 gols na campanha impecável do título regatiano.[carece de fontes?]

Altos e baixos (1996-2010)

Em 2002, ano em que bateu o CSA por 2–0 na última rodada do quadrangular final conquistando seu 25.° título estadual. Na Copa do Nordeste terminou em 9.° colocado (apenas os 8 primeiros colocados se classificariam para as quartas de final). No ano seguinte rebaixou seu arquirrival para a Segunda Divisão Estadual com uma vitória no clássico por 4–2 pela última rodada do Campeonato Alagoano de 2003, em que o clube alcançaria a final, mas seria derrotado pelo ASA de Arapiraca com uma derrota em casa por 4–1 no jogo de ida e uma vitória por 2–1 no Municipal.[carece de fontes?]

Em 4 de fevereiro de 2004, o CRB enfrentou o Flamengo em partida válida pela primeira fase da Copa do Brasil. A partida aconteceu no Estádio Rei Pelé e terminou com um placar histórico de 4–4. O time do CRB teve muitos destaques naquela partida, o meia Felipe com duas assistências e o Diogo que marcou três gols. No jogo da volta, o clube alagoano acabou derrotado por 3–1, resultado que eliminou o Galo da competição.[carece de fontes?]

Em 2005 o CRB escapa do rebaixamento para a Terceira Divisão do Brasileiro com uma vitória de virada sobre o Criciúma em pleno Estádio Heriberto Hülse. A placar da partida foi 2–1 e os dois gols do CRB foram marcados nos oito minutos finais do jogo. A vitória foi considerada um dos resultados mais marcantes da história do futebol alagoano, ficando conhecida como o Milagre de Criciúma.[carece de fontes?]

No ano de 2007, o clube brigou pelo acesso à primeira divisão, terminando em 7.° colocado na Série B com 53 pontos. Nesse ano o atacante Júnior Amorim foi um dos grandes destaques daquele campeonato, onde foi o vice-artilheiro com 16 gols marcados. No ano seguinte acabou rebaixado para a Terceira Divisão, venceu apenas 5 jogos em 38 disputados, sendo o último colocado da competição.[carece de fontes?]

2009 e 2010: Decepções no Estadual e luta para permanecer na Série C

Na última rodada do Alagoano de 2009, o CRB enfrentou o CSA podendo mais uma vez rebaixar o rival pela 2° vez caso vencesse o jogo. A partida, disputada no Estádio Rei Pelé. O Galo conseguiu vencer o seu rival por 2–1. Os gols foram marcados por Calmon e Da Silva.[carece de fontes?] O episódio que se tornou um dos cantos populares entre a torcida do Galo, canto este que, além de mencionar o fatídico jogo do birebaixamento também exalta o atacante Calmon, ídolo da torcida regatiana.[carece de fontes?] A 1ª participação do CRB na Série C após 17 anos, o CRB ficou no grupo B ao lado de ASA, Icasa, Salgueiro e Confiança.[7] Em 2010, fica de fora das semifinais do Campeonato Alagoano, e na Série C, terminou com oito pontos conquistados, o Galo teria de derrotar o ABC, dono da melhor campanha na competição e já vinha de 5 partidas sem perder, no Rei Pelé para conseguir permanecer na Terceira Divisão.[carece de fontes?] Após o gol, conseguiu segurar o resultado que tirou o clube da lanterna do grupo e livrou o Galo de um rebaixamento para a Quarta Divisão.[7]

Relevância nacional (2011-)

2011: Vice-campeão Brasileiro Série C

No ano de 2011, Marcos Barbosa assumiu a presidência do clube.[carece de fontes?] O CRB sagrou-se vice-campeão do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2011 - Série C.[carece de fontes?] Manteve invicto nos seis jogos que disputou contra Fortaleza, Paysandu e América de Natal.[carece de fontes?] Com 3 vitórias e 3 empates o Galo ficou em 1.° colocado do grupo se classificando para disputar a final contra o Joinville, dono da melhor campanha do campeonato. O Galo não conseguiu resistir à forte equipe do Joinville perdendo os dois jogos da decisão, por 3–1 no Rei Pelé e 4–0 na Arena Joinville.[7]

2012–2013: Campeão dos Centenários

Depois de uma década sem conseguir conquistar título, o clube volta a ser campeão conquistando o Campeonato Alagoano de 2012, seu 26.° título estadual em pleno ano de seu centenário.[carece de fontes?] O Galo sagrando campeão após uma disputa de pênaltis contra o ASA após dois empates por 2–2. No 2.° Turno, não conseguiu avançar para as semifinais. O CRB venceu o primeiro jogo da grande decisão por 2–1 no Rei Pelé e segurou o empate de 0–0 no segundo jogo.[7] No ano seguinte o CRB se torna bicampeão ao bater o CSA em pleno ano de centenário do rival.[carece de fontes?] O Galo venceu seu arquirrival no primeiro jogo por 4–2 e perdeu na volta por 1–0, resultado que levou a decisão para os pênaltis. Na disputa de penalidades o CRB venceu por 4–3 com gol decisivo do artilheiro Schwenck.[7]

2014: Novo acesso à Série B

Em 2014, o clube chegou à sua terceira final consecutiva do estadual, mas acabou sendo superado pelo Coruripe.[carece de fontes?] No mesmo ano o clube foi até as quartas de final da Copa do Nordeste quando acabou eliminado pelo América de Natal ao perder por 4–0 na Arena das Dunas, depois de haver vencido o jogo de ida por 2–0 no Rei Pelé.[carece de fontes?] No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2014 - Série C o Galo realiza outra boa campanha e volta a conquistar o acesso à Segunda Divisão após eliminar o Madureira pelas quartas de final com duas vitórias (2–1 e 2–0). O CRB derrotou o São Paulo por 2–1 de virada no Rei Pelé em partida válida pela segunda fase da Copa do Brasil 2014, mas acabou eliminado com uma derrota por 3–0 no Estádio Morumbi.[7]

2015: 28° alagoano e permanência na B

Em 2015, o Galo conquista mais um título estadual em uma revanche contra o Coruripe. Empate no jogo de ida e venceu por 2–0 na volta.[carece de fontes?] Em seu retorno à Série B, o clube encerrou a competição em 11.° colocado, ano em que alcançou a sua maior invencibilidade na Série B, ao passar, no 2° Turno, 7 rodadas consecutivas sem sofrer nenhuma derrota, tendo vencido 4 e empatado três vezes.[7] Além disso, o atacante Zé Carlos foi o artilheiro do campeonato com 19 gols marcados.[carece de fontes?]

2016: Bicampeão e briga por Acesso

Em 2016, CRB conquistou o seu 29.° título estadual.[8] Na Copa do Nordeste, alcançou as quartas de finais, após ter sido o líder de seu grupo que tinha Coruripe, América de Natal e Estanciano. No jogo de ida o CRB, derrotou o favorito Sport Recife por 2–1 no Rei Pelé, e no jogo de volta o clube estava mantendo o resultado de 0–0 até os 30 do segundo tempo, quando acabou eliminado da competição.[carece de fontes?] Na Série B o Galo voltou a surpreender e encerrou o 1.° turno da competição como 3.° colocado, atrás apenas de Vasco e Ceará, com 33 pontos conquistados. A paralisação para as Olimpíadas prejudicaram o bom desempenho da equipe que sofreu com a falta de entrosamento durante a maior parte do 2.° turno em que acabou caindo de rendimento e não conseguiu conquistar o tão sonhado acesso para a Série A, terminando a competição em 7.° colocado.[7]

2017: Tricampeonato e a sequência invicta na Série B

Em 2017, CRB foi eliminado da Copa do Brasil na primeira fase diante do Altos (2-0).[carece de fontes?] Na Copa do Nordeste o clube iniciou sua campanha com 2 vitórias e 2 empates nas quatro primeiras rodadas. Para se classificar matematicamente para a próxima fase sem depender de outros resultados o clube precisava de 1 vitória e faria seus últimos dois jogos no Rei Pelé contra CSA e Itabaiana. Perdeu o clássico para o CSA que tomou a vaga.[carece de fontes?] O começo ruim de temporada foi salvo pela conquista do tricampeonato alagoano em cima do arquirrival. O Clube de Regatas Brasil mostrou superioridade durante toda a competição, fazendo a melhor campanha e batendo o CSA nos dois jogos da decisão (1–0 e 3–2).[7]

  • PRIMEIRA FASE - CSE 1 – 1 CRB; CRB 4 – 0 Miguelense; CRB 2 – 0 Santa Rita; ASA 1 – 0 CRB; CRB 2 – 0 CSE; CSA 1 – 1 CRB; Miguelense 1 – 4 CRB; CRB 1 – 0 ASA; Santa Rita 0 – 0 CRB; CRB 0 – 0 CSA. 10 jogos, 5 vitórias, 4 empates e 1 derrota. SEGUNDA FASE - CRB 3 – 2 Murici; CRB 2 – 1 Santa Rita; CSA 0 – 0 CRB; CRB 2 – 1 ASA; CEO 1 – 3 CRB. 5 jogos, 4 vitórias e 1 empate (1.° colocado). SEMIFINAL - Murici 1 – 1 CRB; CRB 2 – 1 Murici. FINAL - CRB 1 – 0 CSA; CSA 2 – 3 CRB.[carece de fontes?]

2018: Decepção na final do Estadual e permanência na Série B

Fez sua melhor campanha na Copa do Brasil de Futebol, onde se classificou pela primeira vez em sua história para a Terceira Fase da competição, sendo eliminado pelo São Paulo, depois de passar por União Rondonópolis e Novo Hamburgo, respectivamente.[carece de fontes?] Se classificou para as Quartas de Finais da Copa do Nordeste de Futebol de 2018 como 2.° colocado em um grupo que tinha clubes como o Santa Cruz, Treze e o Confiança.[carece de fontes?]

No Campeonato Alagoano 2018, o CRB fez a melhor campanha na primeira fase com 6 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Na semifinal avançou contra o Coruripe (2–1 e 2–0).[carece de fontes?] Perdendo por 2–0, CSA foi campeão alagoano. Pela Série B, em 38 rodadas, o Galo conseguiu 12 vitórias, 12 empates e 14 derrotas, somando 48 pontos e encerrando o campeonato como 12.° colocado, com 5 pontos de vantagem sobre o primeiro clube rebaixado para a Série C, o Paysandu que somou 43 pontos durante toda a competição. No 2.° turno, o treinador Roberto Fernandes assumiu a equipe no lugar de Mazola Júnior. O clube se manteve invicto nas últimas cinco rodadas, conseguindo 3 vitórias dentro do Rei Pelé, 1 vitória fora de casa e 1 empate também fora de casa em confronto direto contra o Criciúma.[7]

Durante o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2018 - Série B o CRB estabeleceu a sua maior sequência invicta na história da competição, superando os 7 jogos de 2015. Ao todo foram 8 partidas (5 vitórias e 3 empates).

  • Jogos: ABC 1 – 3 CRB; CRB 2 – 1 Paysandu; Náutico 0 – 1 CRB; Boa Esporte 0 – 0 CRB; CRB 2 – 1 Figueirense; CRB 2 – 0 Internacional; Juventude 1 – 1 CRB; CRB 1 – 1 Guarani. Encerrou a temporada lutando contra o rebaixamento e terminou a Série B em 15.° colocado com 45 pontos conquistados (12 vitórias, 9 empates e 17 derrotas).[carece de fontes?]

2019: Frustrações e vice-campeonato

Na temporada de 2019, o CRB foi vice-campeão alagoano perdendo a final para o CSA nos pênaltis. Na Copa do Brasil, chegou pela segunda vez na Terceira Fase do torneio, caiu para o Bahia, depois de eliminar o Brasiliense e o Goiás, ambos fora de casa. Se classificou para as quartas de final da Copa do Nordeste, onde mais uma vez viu a classificação escapar. O clube vencia o Santa Cruz em pleno Arruda por 1x0, tendo marcado o gol nos minutos finais da partida, mas ainda assim permitiu o empate nos acréscimos. O resultado de 1x1 levou a decisão para os pênaltis e o CRB acabou derrotado por 8-7.[carece de fontes?] Disputou a fase preliminar para a Copa do Nordeste do ano seguinte e conseguiu garantir sua vaga no torneio superando o Juazeirense por 2x1 no Rei Pelé, depois de haver empatado a partida de ida em Juazeiro. Na Série B, o Galo foi uma das equipes com melhor aproveitamento nos jogos fora de casa.[carece de fontes?] O CRB foi o 7° colocado com 55 pontos, sendo uma campanha de 15 vitórias, 10 empates e 13 derrotas. O atacante Léo Pereira, artilheiro do clube com 14 gols, o camisa 10 Felipe Ferreira que foi vendido para o Vasco da Gama antes do final da Série B e se envolveu em 11 gols, e o ponta Alisson Farias que registrou 6 gols e 7 assistências.[7]

2020: Faz história na Copa do Brasil e vence o estadual

O CRB foi o líder da primeira fase do Campeonato Alagoano 2020 com 4 vitórias, 1 empate e 2 derrotas nos 7 jogos que disputou. Nas semifinais eliminou o ASA nas penalidades depois de um empate por 0 a 0. O Galo voltou a ser campeão em cima do seu rival CSA após três anos, com o gol marcado pelo lateral Igor Cariús.[9][10] Na Copa do Brasil, na primeira fase, o Galo eliminou o Independente-PA fora de casa por 3x2. O adversário na segunda fase foi o Paysandu, também do Pará. Após empate por 1x1, o clube alagoano conseguiu a vaga nos pênaltis. O desafio na terceira fase era eliminar o Cruzeiro e o clube deu o primeiro passo com uma vitória por 2 a 0 em pleno Mineirão, dois gols do artilheiro Léo Gamalho.[carece de fontes?] No segundo jogo, o CRB conseguiu o empate por 1-1 com mais um de Léo Gamalho e avançou para a Quarta Fase conseguindo assim a sua melhor participação na história do torneio. Foi eliminado do torneio exatamente na Quarta Fase para o Juventude depois de perder por 2-0 no Alfredo Jaconi e vencer no Rei Pelé por apenas 1-0, mais uma vez com gol marcado pelo artilheiro Léo Gamalho.[carece de fontes?] Na Série B, nas 12 rodadas iniciais havia sido derrotado em apenas 2 ocasiões, obtendo 5 vitórias e 5 empates nas demais partidas. O CRB fechou o 1° turno do campeonato vencendo somente 2 dos seus últimos 7 compromissos. No total, o clube fez 26 pontos nas 19 primeiras rodadas, sendo 7 vitórias, 5 empates e 7 derrotas, campanha que o fez ocupar o 10° lugar na tabela.[11] No início do 2° turno, Ramon Menezes, ex-Vasco, assume o lugar de Marcelo Cabo. Ramon conduz o Galo para 2 vitórias nos 2 primeiros jogos a frente do clube. Mas, o que parecia ser o início de uma grande recuperação terminou como uma enorme frustação, já que nas 7 partidas seguintes o CRB não obteve nenhuma vitória (5 derrotas e 2 empates). Assim, depois de 9 jogos, Ramon é demitido do cargo e Roberto Fernandes se torna o 3° técnico do galo no Brasileiro. Com a chegada de Roberto, o Galo recuperou o fôlego do início da competição e até voltou a flertar com o acesso, mas era tarde demais. Mesmo conseguindo bons resultados, a concorrência era muito grande e o clube acabou ficando para trás devido aos maus resultados no meio do campeonato. Roberto dirigiu o CRB nos 9 jogos finais da campanha na Série B, venceu 6 e perdeu 3, com 18 gols a favor e sofrendo metade (9).[carece de fontes?]

2021: Mudança na presidência após 10 anos

Em 2021, no dia 5 de março de 2021, foi aclamado Presidente do CRB, Mário Marroquim, dando fim a uma Era de 10 anos do até então Presidente, Marcos Barbosa.[12] Mário assumiu de forma definitiva, em 1 de abril de 2021, para os próximos 4 anos.[13]

O CRB conseguiu ótimo retrospecto no início da temporada, sofrendo 1 derrota nos primeiros 14 jogos. À está altura da temporada, o clube de classificou para as Quartas de Final da Copa do Nordeste obtendo o 3° lugar do Grupo A com 13 pontos, era o líder do Estadual com 4 vitórias em 4 jogos e também se classificou para a Terceira Fase da Copa do Brasil, após eliminar o Goianésia e o Paysandu com duas vitórias fora de casa. No dia 17 de abril de 2021 o CRB foi goleado por 4 a 0 pelo Bahia nas quartas-de-finais do Nordestão, o que deu início a uma série de resultados ruins. Em 11 jogos (incluindo a goleada para o Bahia), o Galo venceu apenas 3, empatou 4 e perdeu 4. Nesse período, o clube perde o clássico para o CSA por 1 a 0 ainda na Primeira Fase do Alagoano em 1 de maio de 2021 e em seguida perde o título estadual para o mesmo CSA na disputa de pênaltis.

Na Copa do Brasil, no dia 6 de junho, o clube voltou a vencer depois de 4 jogos, em uma partida que ganhou relevância nacional: um 4-3 contra o Cruzeiro em pleno Mineirão pela Série B. Apenas 3 dias depois, o CRB fez história ao derrotar o Palmeiras por 1-0 no Allianz Parque no tempo normal e depois eliminar o atual campeão da Libertadores e Copa do Brasil na disputa de pênaltis. Dessa forma, o Galo se classificou para as oitavas de final da Copa do Brasil pela primeira vez em sua história. A eliminação viria exatamente nas oitavas diante da equipe do Fortaleza, que sob a direção do técnico Vojvoda vinha sendo destaque na Série A. Apesar de fazer boas partidas, o Galo foi derrotado dentro do Castelão (2-1) e também no Rei Pelé (1-0).

Na Série B, o CRB terminou o campeonato como o 7° colocado com 4 pontos a menos que o último time do G4, o Avaí, que fez 64 pontos. Durante a campanha, o Regatas teve 16 vitórias, 12 empates e 10 derrotas. Uma das marcas desta boa campanha foi o recorde de invencibilidade da história do clube no Campeonato Brasileiro - Série B. O Galo conseguiu superar a sua antiga marca de 8 jogos e passou 11 rodadas invicto na competição.[14][11]

2022: 32º título estadual, semifinal da Copa do Nordeste e decepção na Copa do Brasil

Após uma 1ª fase difícil e conturbada no estadual, onde o clube se viu em sério risco de sofrer uma eliminação precoce, conseguindo a vaga para a semifinal apenas na última rodada, o CRB reagiu na competição e se tornou campeão do Campeonato Alagoano ao passar pelo CSA, nos pênaltis, na fase de semifinal[15] e vencer o ASA na grande final, ganhando no Trapichão por 2-1 e depois por 2-0 no Municipal de Arapiraca.[16] Outro feito marcante do clube na temporada viria na Copa do Nordeste, onde o Galo conseguiu superar a equipe do Ceará fora de casa nos pênaltis e assim se classificou para as semifinais da competição após 28 anos, se tornando também o 1° clube alagoano a disputar as semifinais do "Nordestão" pela 2ª vez. (1994 e 2022).

A grande decepção do ano foi na Copa do Brasil, com a eliminação precoce para a Portuguesa-RJ na 1ª fase. A campanha na Série B foi regular, com o clube terminando na 11ª colocação com 50 pontos. Foi uma campanha abaixo das temporadas mais recentes, sendo a pior colocação desde 2018 (12°). Porém, o início péssimo no campeonato fez muitos projetarem um provável rebaixamento para a Série C, que o clube conseguiu escapar com algumas rodadas de antecedência.[11]

2023: O campeonato invicto e as decepções regional e nacionais

Contratado em dezembro de 2022 para comandar o CRB na temporada seguinte, Umberto Louzer começou seu 1° ano a frente do Regatas em ótima fase, permanecendo invicto até seu 18° jogo com o clube. Este desempenho colocou o CRB na final do Campeonato Alagoano, 3ª fase da Copa do Brasil e quartas de final da Copa do Nordeste.[carece de fontes?]

Na Copa do Nordeste, já classificado para o mata-mata, o CRB conheceu o fim de sua invencibilidade na temporada em partida válida pela última rodada da 1ª Fase da Copa do Nordeste sofrendo um 3x0 diante do Bahia. Poucos dias depois, no duelo pelas quartas de final, o Galo sofreria um golpe ainda mais duro enfrentando o Sport na Ilha do Retiro: 4 a 0. Dessa forma, o clube encerrou sua participação na competição sem cumprir o objetivo de repetir o feito do ano anterior, quando alcançou as semifinais. Na grande final do Alagoano, o time regatiano não teve grandes dificuldades para superar seu 2° maior rival. Fora de casa, o Galo derrotou o ASA de Arapiraca por 2-0 no 1° jogo. Em Maceió, diante de um Rei Pelé lotado, a vitória por 1-0 garantiu a conquista do 33° título estadual do CRB com uma campanha dominante e invicta na competição: 10 vitórias e 1 empate.[carece de fontes?]

Enquanto ainda estava mantendo a invencibilidade na temporada 2023, o CRB passou pela 1ª e 2ª fase da Copa do Brasil derrotando, respectivamente, o União Rondonópolis (por 1-0 fora de casa) e o Operário/MS (5-0 no Rei Pelé). Na 3ª fase, o Galo deu muito trabalho e quase eliminou o vice-campeão da Libertadores 2022, Athletico Paranaense. O Regatas venceu por 1x0 em Maceió e só foi eliminado nos pênaltis após perder de virada por 2-1 na Arena da Baixada. Logo após a eliminação, o clube voltou suas atenções para a Série B, onde o início da campanha (1 vitória em 8 jogos).[carece de fontes?] Com a demissão de Louzer, Daniel Paulista chegou para assumir o cargo e deu início à recuperação do Galo obtendo 5 vitórias nos seus primeiros 7 jogos à frente do clube. A confiança foi recuperada e o clube evoluiu dentro da competição atingindo uma invencibilidade de 8 partidas, sendo 5 vitórias, e superando muitos dos adversários diretos na disputa pelo acesso: 2x1 no Atlético Goianiense, 1x0 no Novorizontino, 1x0 no Vila Nova em pleno Estádio OBA e, sem dúvidas, o ápice foi a vitória marcante diante do líder e futuro campeão Vitória pelo placar de 6x0. Apesar da boa fase, o clube não manteve o rendimento e o sonho do acesso ficou distante e depois inalcançável na reta final, com o CRB terminando o campeonato em 9° colocado.[11]

2024: Tricampeão estadual e a quebra da invencibilidade

Cerimônia do 34º título Alagoano do CRB, o 3° consecutivo.

No 1° e único Clássico das Multidões da temporada, a partida terminou com vitória do CRB, por 3 a 1, sendo 3 gols do artilheiro regatiano Anselmo Ramon. Na 6ª rodada do Estadual, o CRB, apesar de não utilizar seus jogadores titulares, em razão da proximidade deste jogo com partidas decisivas pela Copa do Brasil e "Nordestão", venceu por 1x0 a equipe do Coruripe em pleno Gerson Amaral; este resultado classificou antecipadamente o Galo para as semifinais, com 5 vitórias e 1 empate até então no campeonato. Já classificado e também com o 1° lugar já assegurado, o CRB conheceria sua 1ª derrota no Estadual no 7° e último jogo da Primeira Fase; o clube mais uma vez foi a campo utilizando apenas os reservas e garotos da base e foi derrotado pelo 2° colocado ASA de Arapiraca por 2x0.

Esse resultado pôs fim à invencibilidade que já durava desde as semifinais da edição de 2022, uma vez que o Galo foi campeão alagoano em 2023 com uma campanha invicta. No total, foram 20 jogos sem sofrer uma única derrota em partidas pelo Campeonato Alagoano.[carece de fontes?] Após perder sua invencibilidade, o CRB encarou o Murici nas semifinais e venceu o 1° jogo no Estádio José Gomes da Costa por 2x1 de virada e depois confirmou sua classificação para a final com uma vitória por 3x0 no Rei Pelé. Após a vitória sobre o Murici o CRB chegava em sua 13º final do Alagoano consecutiva, a missão era enfrentar o ASA pela terceira vez em 3 anos, no primeiro jogo em Arapiraca. No segundo jogo com poucos ataques do ASA e briga generalizada por jogadores, Hereda (primeiro tempo), Matheus Ribeiro e Anselmo Ramon (segundo tempo) marcam e concedem a vitória para o CRB sobre o ASA por 3-1 gol de Didira (pênalti) Assim conquistando seu 34º título Alagoano.[17]

Na Série B, o Galo terminou na 16ª posição, com 43 pontos. A equipe confirmou a permanência após vencer o Santos, na Vila Belmiro, na penúltima rodada da competição. Ao todos, o time venceu 11 jogos, empatou 10 e perdeu 17, teve aproveitamento de 37%.[11]

Na Copa do Brasil, na 1ª fase da Copa do Brasil, o Galo Praiano teve uma partida difícil no Estádio Florestão, no Acre, diante da equipe do Rio Branco. Tendo de lidar com as péssimas condições do gramado, o CRB avançou segurando o placar inicial de 0x0. Na Segunda Fase, jogando diante do seu torcedor em Maceió, o Galo supera sem maiores dificuldades a equipe do Athletic-MG por 2x0.[18]

Na Copa do Nordeste, o CRB garantiu o 2° lugar do seu grupo, ficando atrás apenas do Sport, com 15 pontos conquistados, sendo 4 vitórias, 3 empates e uma única derrota diante do Bahia por 1x0 no Rei Pelé. O adversário nas Quartas de Final foi o 4° colocado do grupo, Botafogo da Paraíba, após um jogo truncado, que terminou empatado por 0x0, o Galo levou a melhor nos pênaltis por 4 a 3, com o goleiro Matheus Albino realizando duas defesas e garantindo a classificação do clube alagoano para sua terceira semifinal de Copa do Nordeste, um recorde entre todos os clubes do estado. Nos pênaltis, o CRB se classificou para a final da Copa do Nordeste na noite de um domingo (26). Na Arena Fonte Nova, Bahia e CRB empataram por 0 a 0 no tempo normal e decidiram a semifinal nas penalidades máximas. Com muita emoção, o duelo foi definido com uma grande defesa de Matheus Albino em cobrança de Caio Alexandre: 8 a 7 nos pênaltis. Sendo essa a sua 2° final no "Nordestão" feito que não acontecia há mais de 30 anos.[19]

2025

No Campeonato Alagoano, o CRB foi campeão pela 35ª vez, igualando o tetra dos anos de 1970.[20]

Partidas históricas

CRB 2 x 0 CSA - Campeonato Alagoano 1927

Com esse resultado, o Regatas se tornou o 1° campeão de Alagoas, vencendo a 1ª edição do Campeonato Alagoano de Futebol.[4]

CRB 6 x 0 CSA – Campeonato Alagoano 1939

No popular "Jogo da Sofia", o CRB impôs a maior goleada da história do clássico contra o seu maior rival.[21]

CRB 14 x 0 Comércio – Campeonato Alagoano 1944

Foi a maior goleada de toda história do clube e a segunda maior do Campeonato Alagoano.[22]

Botafogo/PB 1 x 1 CRB - Torneio José Américo de Almeida Filho 1975

O empate fora de casa assegurou para o Clube de Regatas Brasil, o seu 1° título de caráter regional, vencendo a competição que serviu de base para a futura criação da hoje tradicional Copa do Nordeste (ou Nordestão).[23]

CRB 5 x 2 CSA – Campeonato Alagoano 1992

Uma das maiores goleadas do grande clássico alagoano e que serviu para consagrar a conquista invicta do título estadual do Galo naquele ano.[24]

CRB 2 x 0 Treze-PB – Final da Seletiva AL/PB 1993

A conquista desta seletiva foi bastante celebrada pelos torcedores de Regatas, uma vez que o resultado positivo classificou o clube alagoano para a disputa do Campeonato Brasileiro - Série B do ano seguinte.

CRB 5 x 2 Náutico – Campeonato Brasileiro Série B 2001

Foi uma das maiores goleadas do CRB dentro do Rei Pelé em uma partida oficial de uma competição nacional, além disso destaca-se o fato do então técnico do Náutico ser o ilustre Muricy Ramalho.[25]

CRB 4 x 2 CSA – Campeonato Alagoano 2003

Com este resultado, o CRB rebaixou seu maior rival para a Segunda Divisão do Campeonato Alagoano, algo inédito na história do futebol alagoano.[carece de fontes?]

CRB 2 x 1 CSA – Campeonato Alagoano 2009

O Galo rebaixou seu rival para a segunda divisão do estadual com uma vitória no clássico. O atacante regatiano Calmon ficou marcado por fazer um dos gols do jogo e pelo fato de já haver marcado 2 gols no clássico do 1° turno, também vencido pelo Galo, o camisa 9 recebeu da torcida o reconhecimento como algoz do clube azulino, episódio que serve até hoje como tema de um canto dos torcedores alvirrubros em tom provocativo ao rival.[carece de fontes?]

ASA 1x2 CRB (Placar Agregado) - Final do Campeonato Alagoano 2012

Após 10 anos e de crise financeira, o CRB, em pleno ano da comemoração do seu aniversário de 100 anos, conquistou o título do 1° turno do Estadual, conseguindo superar o ASA na final.[carece de fontes?]

CRB 4 x 3 Joinville – Campeonato Brasileiro Série B 2012

Esta partida com certeza jamais será esquecida pelos torcedores que a presenciaram ou mesmo acompanhado pelo rádio e televisão. Uma virada nunca antes vista no Rei Pelé. O Galo saiu perdendo por 3x0, mas obteve a vitória com 3 gols do meia Geovane, sendo 2 de falta, e 1 do lateral Elsinho. Todos os 4 gols do Galo saíram no 2° tempo.[26]

CRB 4 x 3 CSA (placar agregado) - Final do Campeonato Alagoano 2013

CSA, em seu centenário, não chegava à final do Alagoano desde 2008. O CRB assegurou o seu bicampeonato (2012 / 2013), concretizando assim o feito de ter sido campeão do estado nos anos do seu próprio centenário e, em seguida, no do rival. O episódio também se tornou um dos cantos da torcida regatiana como provocação ao rival.[27]

CRB 2 x 0 Macaé - Quartas de Final do Brasileiro Série C 2014

Em um Rei Pelé lotado, o clube retornou à Série B depois de 2 anos na Terceira.[28]

CSA 0 x 1 CRB (0x3 no agregado) - Final do Campeonato Alagoano 2016

Apesar de ser o atual campeão, o CRB não era o favorito para faturar o troféu em Alagoas. O CSA era o dono da melhor campanha da competição e havia tido vantagem nos confrontos diretos com o rival: 1x1, 4x1 e 2x1, com um agregado de 7x3 nos clássicos. O centroavante Neto Baiano marcou 2 gols decisivos.[carece de fontes?]

CSA 2 x 3 CRB – Final do Campeonato Alagoano 2017

A partida ficou marcada como uma das melhores disputas entre os 2 rivais em uma final do estadual. Os 5 gols saíram ainda no 1° tempo. E o resultado consagrou o tricampeonato estadual do CRB, com direito a gol de meia bicicleta do atacante Neto Baiano.[carece de fontes?]

Novo Hamburgo 1 x 1 CRB – Copa do Brasil 2018

Após uma partida terminar no placar de 1–1, a vaga para próxima fase foi disputada nos pênaltis. João Carlos, recém chegado no CRB, defendeu dois pênaltis e levou o Galo da Praia pela primeira vez à 3ª fase da Copa do Brasil.[29]

Cruzeiro 1 x 3 CRB (placar agregado) – Copa do Brasil 2020

No Mineirão, aconteceu o empate na volta por 1x1 em Maceió, garantindo para o CRB a classificação pela primeira vez para a Quarta Fase do torneio. Léo Gamalho marcou 2 gols da partida.[30]

Cruzeiro 3 x 4 CRB – Brasileiro Série B 2021

A partida ocorreu no Mineirão, o Galo derrotou a equipe cruzeirense mantendo a sua invencibilidade diante do clube mineiro, desta vez em uma disputa repleta de gols.[31][32]

Palmeiras 0 x 1 CRB – Copa do Brasil 2021

Em 2021, o CRB garantiu a sua primeira vaga para as oitavas de finais, vencendo no Allianz Parque e eliminando o Palmeiras nos pênaltis, com o goleiro Diogo Silva que defendeu 3 cobranças.[33]

Ceará 0 (3) x (4) 0 CRB - Quartas de Final do Nordestão 2022

Diogo Silva brilhou mais uma vez nos pênaltis e ajudou o CRB a fazer história no Nordestão. Esse resultado classificou o clube pela 2ª vez em sua história para a fase de semifinal do torneio, pondo fim a um jejum de 28 anos sem o clube alcançar esta fase decisiva.[carece de fontes?]

CRB 2 x 0 Grêmio - Brasileiro Série B 2022

O CRB conseguiu derrotar a equipe tricolor. O fato curioso que fez a partida ficar marcada na memória dos torcedores regatianos e gremistas é que o artilheiro da partida, o goleiro Diogo Silva, autor dos 2 gols, que converteu duas penalidades.[carece de fontes?]

CRB 5 x 0 Operário - Copa do Brasil 2023

Uma das melhores partidas do Galo em sua história. O clube dominou o jogo desde o começo e aplicou uma sonora goleada, a maior de sua história na competição. Detalhe que os 5 gols aconteceram ainda na 1ª etapa.[34]

CRB 6 X 0 Vitória - Brasileiro Série B 2023

Em noite mágica no Rei Pelé, o CRB bateu o líder do campeonato com o placar elástico, um triunfo colossal, furando o time do Barradão, sendo um jogo dominado fortemente pelo CRB os gols saíram 3 em cada tempo, mostrando como partida foi inteiramente do Galo, do começo ao fim.[35]

CRB 0 (8) x (7) Bahia - Semifinal do Nordestão 2024

Nos pênaltis, o CRB se classificou para a final da Copa do Nordeste na noite de um domingo, na Arena Fonte Nova. A primeira etapa, empate por 0 a 0 no tempo normal e decidiram a semifinal nas penalidades máximas. Matheus Albino defendeu cobrança de Caio Alexandre: 8 a 7 nos pênaltis, levando o CRB para uma final do Nordestão, feito que não acontecia há mais de 30 anos.[36]

Estatísticas

Lista de presidentes

  • 1912–1913: Luís Toledo Pizza
  • 1913–1914: João Viana de Souza
  • 1914–1915: Casimiro Movilha
  • 1915–1917: Homero Viegas
  • 1917–1918: Pedro Lima
  • 1918–1920: Ismael Acioli
  • 1920–1925: Raul Brito
  • 1925–1926: Pedro Oliveira Rocha
  • 1926–1927: Armando Melo
  • 1927–1928: Pedro Lima
  • 1928–1929: Juvêncio Lessa
  • 1929–1930: Pedro Oliveira Rocha
  • 1930–1931: Raul Brito
  • 1931–1932: Ismael Acioli
  • 1932–1933: Dalmário Souza
  • 1933–1934: Emílio de Maya
  • 1934–1936: Pedro Claudino Duarte
  • 1936–1939: Fábio Araújo
  • 1937–1939: Mauro Paiva
  • 1939–1940: Mário Gomes de Barros
  • 1940–1941: Rui Palmeira
  • 1941–1942: Jaques de Azevedo
  • 1942–1943: Mauro Paiva
  • 1943–1944: Aristides Torres
  • 1944–1945: Paulo de Miranda Neto
  • 1945–1947: Mauro Paiva
  • 1947–1948: Gal. Mário de Carvalho Lima
  • 1948–1954: Ulisses Marinho
  • 1954–1955: Luís Duda Calado
  • 1955–1956: Djalma Loureiro
  • 1956–1957: Roberto Castro
  • 1957–1958: Aluizio Freitas Melro
  • 1958–1962: Severiano Gomes Filho
  • 1962–1966: Oswaldo Gomes de Barros
  • 1966–1967: Severiano Gomes Filho
  • 1967–1968: Walter Pitombo Laranjeiras
  • 1968–1969: Divaldo Suruagy
  • 1969–1970: Naftalli Edgar Setton
  • 1970–1971: Oswaldo Gomes de Barros
  • 1971–1973: Luiz Renato de Paiva Lima
  • 1973–1974: Cláudio Regis
  • 1974–1975: Portugal Fernando Azevedo D'Aldeia
  • 1975–1976: Luiz Gonzaga Mendes de Barros
  • 1976–1977: José Santana de Melo
  • 1977–1979: Afrânio Lages Filho
  • 1979–1982: José Otávio Moreira Filho
  • 1982–1984: Oswaldo Gomes de Barros
  • 1984–1985: José de Medeiros Tavares
  • 1985–1987: Waldemar Correia da Silva
  • 1987–1988: Carlos Alberto Fernande Antunes
  • 1988–1989: José Luiz Malta Argolo
  • 1989–1990: Walter Pitombo Laranjeiras
  • 1990–1991: Paulo Roberto Magalhães Nunes
  • 1991–1992: Manoel Gomes de Barros
  • 1992–1993: José Marcelo de Medeiros Rocha
  • 1993–1994: Waldemar Correia da Silva
  • 1994–1995: Flávio Gomes de Barros
  • 1995–1998: Walter Pitombo Laranjeiras
  • 1998–1999: Wilton Antonio Figueiroa Lima
  • 1999–2004: José Cabral da Rocha Barros
  • 2004–2006: Celso Luiz Tenório Brandão
  • 2007–2008: Wilton Antonio Figueiroa Lima
  • 2009–2010: José Serafim da Silva Filho
  • 2011–2021: Marcos Antônio de Oliveira Barbosa
  • 2021–presente: Mário Marroquim do Nascimento Neto

Lista de treinadores

Referências

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  2. PERDIGÃO, Lauthenay. No mundo da bola. Maceió: SERGASA, 1987. 256p.
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