Grupo Corumbá
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| Tipo | Grupo (estratigrafia) |
| Unidade do(a) | Faixa Paraguai |
| Sub-unidades | Formação Cadiueus, Formação Cerradinho, Formação Morraria do Sul, Formação Bocaina, Formação Tamengo, Formação Guaicurus |
| Sucedida por | Grupo Cuiabá |
| Precedida por | Grupo Jacadigo, Cráton Rio Apa |
| Litologia | |
| Primária | Carbonático-Siliciclástico |
| Outras | Calcário, Dolomito, Folhelhos, Fosforito |
| Localização | |
| Homenagem | Cidade de Corumbá, MS |
| Localização | Corumbá, Serra da Bodoquena |
| Região | |
| País | |
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O Grupo Corumbá é uma unidade litoestratigráfica carbonática-siliciclástica-fosfática Neoproterozoica localizada dentro da Faixa Paraguai, sendo deformada durante os últimos estágios de amalgamação da Orogênese Brasiliana[1], com a colisão dos crátons Amazônico, Paranapanema, São Francisco e Rio Apa levando a formação da parte oeste de Gondwana[2]. Afloramentos dessa unidade são encontrados ao longo da região de Corumbá e da Serra da Bodoquena no sudoeste do estado de Mato Grosso do Sul[3]. Esta faixa de dobramentos representa fácies glaciogênicas depositadas durante o final do Criogeniano[4], transicionando para unidades Ediacaranas tardias caracterizadas por rampas carbonáticas barradas e abertas[5][6].
Estratigrafia
A coluna litoestratigráfica clássica do Grupo Corumbá foi elaborada por Fernando Flávio Marques de Almeida por meio de trabalhos pioneiros financiados pela DNPM durante os anos de 1940 - 1960[7][8][9]. Estas propostas foram confirmadas e aprofundadas ao longo de trabalhos elaborados pelo Prof. Paulo César Boggiani por meio do Instituto de Geociências da USP[3]. Desta maneira o Grupo Corumbá é comumente dividido em 5 formações, sendo da base para o topo: a Formação Cadiueus, a Formação Cerradinho, a Formação Bocaina, a Formação Tamengo, e a Formação Guaicurus[3][7]. A Formação Morraria do Sul, recentemente proposta (2025) ainda é debatida, porém ela representa uma capa dolomítica pós Marinoana correlacionada a capa carbonática da Formação Mirassol d'Oeste, Grupo Araras, Faixa Paraguai Norte[10], encaixando-se entre as Formações Cerradinho e Bocaina.
Formações Cadiueus e Cerradinho
As Formações Cadiueus e Cerradinho, estratigraficamente correlacionadas, são compostas por ortoconglomerados polimíticos arcoseanos intercalados por folhelhos roxos (Fm. Cadiueus), gradando para arenitos quartzíticos, intercalados por siltitos avermelhados com feições de clastos caídos (Fm. Cerradinho)[3][7][10]. Aflorantes somente ao longo da margem ocidental da Serra da Bodoquena, o ambiente de deposição dessas unidades teria se dado durante a glaciação Marinoana em associação com a Formação Puga [4][11], caracterizado pela transgressão inicial da bacia, com a instalação de fan-deltas em um ambiente submerso glacialmente induzido[3]. Seu ambiente glacial é muitas vezes associado à deposição das formações ferríferas do Grupo Jacadigo, correlacionado lateralmente por unidades Criogenianas na região do maciço do Urucum [12][13].
Formação Morraria do Sul
A Formação Morraria do Sul é representada por capas carbonáticas pós Marinoanas com valores δ13Ccarb de -5‰ associados a uma alta bioprodutividade seguido de um período intra-glacial do tipo Terra Bola de Neve[10]. Estromatólitos do tipo tubestone, descritos em diversas unidades pós Marinoanas mundialmente, são caracteristicos destas capas carbonáticas, representando uma sucessão de capas dolomíticas e capas calcíticas ao longo da formação[10]. Como dito anteriormente a validade desta unidade ainda é debatida, com alguns autores a interpretando como uma possível fácie carbonática da Formação Cerradinho.
Formação Bocaina
A Formação Bocaina é composta por calcários dolomíticos, rochas silicicásticas e fosfáticas, formando fácies de rudstones psolíticos, flakestones, oóides, oncóides, e extensas fácies microbialíticas com diversas formas registradas como: estromatólitos, trombólitos, esteiras microbianas[3]. A base da formação é marcada pelo primeiro contato erosivo do grupo, dividindo-o em duas fases tectônicas, representado na região de Corumbá pela superfície de aplainamento da Pedra Branca[3][6]. A deposição desta formação foi marcada por uma extensa plataforma carbonática limitada por áreas de mares epicontinentais, prevalecendo uma extensa área para a proliferação microbiana[3][6][14]. Afloramentes ao longo da Serra da Bodoquena, rochas fosfáticas representadas por estromatólitos dômicos e brechas carbonáticas-fosfáticas[3][6] representam importantes correlações à eventos fosfogênicos Neoproterozoicos da Formação Khesen, Mongolia e da Formação Doushantuo, China[15].
Formação Tamengo
A Formação Tamengo é dividida em dois litotipos principais: brechas polimíticas basais, e sucessões calcáreas intercaladas por folhelhos negros[3]. Delimitada em sua base pela segunda supérficie erosiva do grupo, essas brechas carbonáticas são identificadas ao longo da região de Corumbá e pela Serra da Bodoquena, representando fluxos gravitacionais associados a uma regressão do nível do mar, formando uma quebra de talude[16]. Calcáreos calcíticos, como grainstones e wackestones oolíticos, e ritmitos de mudstones com folhelhos negros teriam marcado a elevação do nível do mar, em um evento de transgressão ao longo de toda a plataforma carbonática[3][5].
Formação Guaicurus
A Formação Guaicurus é composta por siltitos e folhelhos, sendo interpretada como o último estágio de transgressão da bacia[17], com extensas faixas de águas profundas oxigênadas[18]. Sua idade ainda é discutida, porém uma deposição do Ediacarano tardio (~539 Ma) é confiantemente atribuída[19].
Paleontologia

O Grupo Corumbá representa a unidade litoestratigráfica com a maior diversidade paleontológica de organismos Ediacaranos já encontrada no Brasil. Dentre as 6 formações atualmente reconhecidas, apenas a Formação Cadiueus não possui nenhuma descrição fossílifera, com a Formação Tamengo sendo a mais diversificada. Estruturas microbialíticas são registradas ao longo de grande parte das Formações Tamengo, Bocaina e Morraria do Sul, caracteizados por: Tapetes microbianos; Estromatólitos colunares ramificados e dômicos; Trombólitos; e estromatólitos do tipo Tubestone[5][6][10]. Um dos organismos mais importantes encontrado no Grupo Corumbá é representado pela família Cloudinidae, um importante grupo de metazoários do Ediacarano tardio[21]. Além desses, a diversidade paleobiológica do Grupo Corumbá pode ser dividida a partir de quatro grupos principais de morfotipos diferentes: Metazoários, Macroalgas, Microfósseis e Icnofósseis.
Metazoários
| Metazoários do Grupo Corumbá | ||||
|---|---|---|---|---|
| Gênero | Espécie | Presença | Descrição | Imagens |
| Cloudina | C. carinata[22] | Formação Tamengo, Seção Porto Figueiras, região de Corumbá | ![]() | |
| C. lucianoi[21] | Formação Tamengo, região de Corumbá, Serra da Bodoquena | ![]() | ||
| Corumbella | C. werneri[23] | Formação Tamengo, região de Corumbá | ![]() | |
| Paraconularia | P. ediacarensis[24] | ![]() | ||
| Incertae sedis | Incertae sedis[20] | Formação Bocaina, Serra da Bodoquena | Encontrados ao longo de fosforitos, estes bioclastos estão preservados por meio de fosfatização secundária, com a possível composição original sendo carbonática[20]. Dividido-os em cinco grupos morfológicos, sua afinidade biológica ainda é incerta, com pesquisadores os interpretanto como primeiras evicências biomineralizantes metazoáricas ~571 Ma[20]. | ![]() |
Macroalgas
| Macroalgas do Grupo Corumbá | ||||
|---|---|---|---|---|
| Gênero | Espécie | Presença | Descrição | Imagens |
| Eoholynia | E. corumbensis[14] | Formação Guaicurus, região de Corumbá | ||
| Ladariella | L. hidria[25] | Formação Tamengo, região de Corumbá | ![]() | |
| Ladariophyton | L. veinosa[25] | ![]() | ||
| Tamengophyton | T. espinosa[25] | ![]() | ||
| Vendotaenia | V. antiqua[14] | Formação Guaicurus, Formação Tamengo, Formação Bocaina, região de Corumbá, Serra da Bodoquena | ||
Microfósseis
| Microfósseis do Grupo Corumbá | ||||
|---|---|---|---|---|
| Gênero | Espécie | Presença | Descrição | Imagens |
| Archaeodiscina | ?Archaeodiscina sp.[26] | Formação Bocaina, Serra da Bodoquena | ![]() | |
| Asseserium | A. fusulentum[26] | |||
| Bavlinella | B. faveolata[14] | Formação Tamengo, Formação Cerradinho, região de Corumbá | ||
| Eotylotopalla | cf. Eotylotopalla sp.[26] | Formação Bocaina, Serra da Bodoquena | ||
| Germinosphaera | Germinosphaera sp.[27] | Formação Tamengo, Formação Bocaina, região de Corumbá, Serra da Bodoquena | ||
| Leiosphaeridia | L. crassa[26][27] | Formação Guaicurus, Formação Tamengo, Formação Bocaina, região de Corumbá, Serra da Bodoquena | ||
| L. jacutica[27] | ||||
| L. minutissima[26][27] | ||||
| L. tenuissima[27] | ||||
| Megasphaera | like-Megasphaera[26] | Formação Bocaina, Serra da Bodoquena | ||
| Myxococcoides | Myxococcoides sp.[14] | Formação Tamengo, Formação Cerradinho, região de Corumbá | ||
| Titanotheca | T. coimbrae[14] | Formação Bocaina, Serra da Bodoquena | ||
| Siphonophycus | S. robustum[14] | Formação Guaicurus, região de Corumbá | ||
| Soldadophycus | S. bossii[14] | Formação Guaicurus, Formação Tamengo, Formação Cerradinho, região de Corumbá | ||
| Synsphaeridium | Synsphaeridium sp.[26] | Formação Bocaina, Serra da Bodoquena | ||
| Tanarium | Tanarium sp.[26] | |||
Icnofósseis
| Microfósseis do Grupo Corumbá | ||||
|---|---|---|---|---|
| Gênero | Espécie | Presença | Descrição | Imagens |
| Didymaulichnus | D. lyelli[28] | Formação Guaicurus, região de Corumbá | ||
| Multina | M. minima[28] | Formação Guaicurus, Formação Tamengo, região de Corumbá | ||
Referências
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