Grande Prêmio da Itália de 1989
Grande Prêmio da Itália
de Fórmula 1 de 1989 | |||
|---|---|---|---|
![]() 54º GP da Itália em Monza | |||
| Detalhes da corrida | |||
| Categoria | Fórmula 1 | ||
| Data | 10 de setembro de 1989 | ||
| Nome oficial | LX Coca-Cola Gran Premio d'Italia[1][nota 1] | ||
| Local | Autódromo Nacional de Monza, Monza, Monza e Brianza, Lombardia, Itália | ||
| Percurso | 5.800 km | ||
| Total | 53 voltas / 307.400 km | ||
| Condições do tempo | Ensolarado, quente, seco | ||
| Pole | |||
| Piloto |
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| Tempo | 1:23.720 | ||
| Volta mais rápida | |||
| Piloto |
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| Tempo | 1:28.107 (na volta 43) | ||
| Pódio | |||
| Primeiro |
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| Segundo |
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| Terceiro |
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Resumo do Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1 realizado em Monza em 10 de setembro de 1989.[2] Décima segunda etapa do campeonato, foi vencido pelo francês Alain Prost, da McLaren-Honda, com Gerhard Berger em segundo lugar pela Ferrari e Thierry Boutsen em terceiro lugar pela Williams-Renault.[3]
Resumo
Alain Prost na Ferrari em 1990
Sete das dez temporadas de Alain Prost na Fórmula 1 ocorreram ao volante de um carro da McLaren, razão pela qual o anúncio feito por ele em julho de que deixaria a equipe ao final de 1989 causou uma torrente de especulações sobre o seu futuro, as quais foram condensadas em dois destinos possíveis: Williams ou Ferrari.[4] No primeiro caso, o vetusto piloto francês substituiria Riccardo Patrese e teria o apoio da Renault, cujos motores impulsionam os carros de Frank Williams, em dupla com Thierry Boutsen, mas uma questão de patrocínio teria impedido o acerto, pois a British American Tobacco, dona dos cigarros Barclay, não vincularia suas marcas a um piloto associado à concorrência, no caso a Philip Morris, estampada nos carros de McLaren e Ferrari através da Marlboro.
Alain Prost assinou o contrato com a Ferrari para 1990 na sede da Philip Morris em Lugano, na Suíça, e foi anunciado como piloto do time vermelho na quarta-feira anterior ao Grande Prêmio da Itália, tornando-se o sexto piloto francês a correr pela equipe italiana, somando-se a Maurice Trintignant e Jean Behra, além de contemporâneos como Didier Pironi, Patrick Tambay e René Arnoux.[5][6][7][8][9][nota 2] Tal fato sacramenta a permanência de Nigel Mansell em Maranello e o nome de Gerhard Berger como piloto da McLaren para o ano que vem, embora não tenha sido esta a única movimentação no mercado de pilotos.[10]
Nelson Piquet na Benetton
Dois dias antes do anúncio sobre Alain Prost, foi a Benetton quem definiu seus pilotos para 1990 ao contratar o tricampeão Nelson Piquet para fazer dupla com o italiano Alessandro Nanini, encerrando dois anos frustrantes com a Lotus, que na última hora prometeu ao tricampeão motores da General Motors pata mantê-lo no time de Colin Chapman, mas o brasileiro não parecia disposto a liderar mais uma equipe no desenvolvimento de seu novo motor, como fez na transição dos propulsores aspirados da Ford para os turbos da BMW nos tempos da Brabham.[11] Além disso, correr na equipe das cores unidas permitiria trabalhar com John Barnard e o livraria de um ambiente conflagrado similar ao vivido na Williams, quando dividia os boxes com Nigel Mansell. "Nanini é o mais veloz dos pilotos italianos além de sermos bons amigos", ressaltou Piquet.[12][13]
Warwick e Donnelly na Lotus
Premida pelas circunstâncias, a Lotus revelou os nomes de Derek Warwick e Martin Donnelly como titulares para 1990 e apregoou a Lamborghini como fornecedora de motores. Nenhum dos pilotos desconhece o ambiente em Hethel, pois Warwick testou um Lotus 97T em Brands Hatch em outubro de 1985. Naquele momento, a Lotus buscava um substituto para Elio de Angelis e o britânico não dispunha de vaga para o ano seguinte após a Renault anunciar o fim de suas atividades como equipe. O bom desempenho de Warwick no teste garantiu-lhe um contrato assinado para 1986, mas não impediu Ayrton Senna de vetar seu nome[14] enquanto sugeria o de Maurício Gugelmin, preterido em favor de Johnny Dumfries por força da Imperial Brands, dona dos cigarros John Player Special.[15] Quanto a Martin Donnelly, ele é o atual piloto de testes da Lotus.[16][17]
Muitos italianos no grid
Os tifosi viveram um dia de sonho na sexta-feira quando Gerhard Berger e Nigel Mansell fizeram os melhores tempos, deixando para trás Ayrton Senna, Alain Prost, Thierry Boutsen e Riccardo Patrese, pilotos da McLaren e da Williams, respectivamente. Neste grid tão simétrico, o melhor dentre os outros competidores foi Philippe Alliot em sua Lola, posicionado logo à frente da Benetton de Alessandro Nanini, enquanto Nelson Piquet, maior vencedor do Grande Prêmio da Itália, não foi além do décimo segundo lugar com a Lotus. Na manhã do dia seguinte, uma chuva caiu em Monza, subtraindo dos pilotos uma fração do tempo necessário para ajustar os carros visando a sessão vespertina. Nela foi a McLaren de Ayrton Senna quem assinalou o melhor tempo, assegurando mais uma pole para a sua coleção, deixando Gerhard Berger e Nigel Mansell atrás de si, para desencanto da Ferrari. Da quarta à oitava posição, mantiveram-se os resultados do dia anterior, restando a Emanuele Pirro e Jean Alesi a quinta fila, com a Lotus de Nelson Piquet e a Brabham de Martin Brundle vindo a seguir.[4]
Insatisfeito com os quase dois segundos de diferença em relação ao companheiro de equipe, Alain Prost derramou-se em lamúrias contra a sua equipe e a fornecedora de motores, ainda que não as citasse nominalmente: "É tempo de deixar as coisas claras. É impossível trabalhar com tamanha diferença de tratamento. Se quiserem, para de correr imediatamente. Não aceito ser brinquedo nas mãos de ninguém", bradou o francês antes de continuar. "O carro estava ruim, o motor estava ruim. Numa volta o carro parecia melhor, na outra não. Simplesmente não sei o que dizer aos meus técnicos. Com essas condições, não quero ir ao Japão e Austrália".[18] Embora Ron Dennis negasse qualquer favorecimento a Senna, a melhor resposta aos vitupérios de Prost foi dada por Osamu Goto, o homem forte da Honda. "O departamento de testes provou que a potência dos motores postos à disposição dos pilotos era a mesma. A diferença se faz notar novamente na maneira de dirigir. Não compreendemos as queixas de Prost. As análises provaram que a potência dos motores era a mesma em linha reta, mas o francês perdia tempo nas curvas. Senna saia 24 km/h mais rápido que ele nas curvas".[19]
Torcedores incondicionais da Ferrari, os italianos contam com outras equipes no grid e terão nove compatriotas entre os pilotos habilitados à corrida, além de Alain Prost, cujo futuro vínculo com o time de Maranello para 1990 o fez cair nas graças do público e para ele o ideal seria repetir as vitórias de 1981 e 1985.[20][21] A Ferrari, por outro lado, lutará por uma vitória inédita de Nigel Mansell ou para que Gerhard Berger repita o triunfo do ano passado. Quanto a Ayrton Senna, o domingo será mais uma oportunidade para encerrar o folclore segundo o qual ele carrega uma "maldição", um infortúnio que o impede de vencer em Monza, vide o erro bisonho cometido quando perdeu a liderança ao bater na Williams do retardatário Jean-Louis Schlesser em 1988, a duas voltas para o fim da corrida.[22]
Esperança virou fumaça
Hábil no momento da largada, Senna contornou a primeira curva adiante dos carros da Ferrari e de Prost, ordem esta inalterada durante vinte voltas, num intervalo temporal onde o brasileiro da McLaren não foi ameaçado em nenhum momento, firmando mais de seis segundos de vantagem ao fim deste intervalo, onde quatro pilotos já estavam fora de combate: Emanuele Pirro sequer completou uma volta por falha na transmissão da Benetton, os freios da Lola de Philippe Alliot travaram na Variante Ascari fazendo-o rodar e ficar preso na areia, enquanto Maurício Gugelmin (March) e Michele Alboreto (Lola) também sucumbiram às avarias mecânicas. Na vigésima primeira volta, Prost superou Mansell na Variante della Roggia.[23][24] Num contraste entre brasileiros, Nelson Piquet abandonou a corrida na vigésima terceira volta graças ao susto que levou quando uma Onyx surgiu à sua frente de modo inesperado. "O Gachot saiu dos boxes com os pneus frios, errou na curva Lesmo e eu não consegui evitar uma rodada na hora que me desviei do seu carro", afirmou o tricampeão.[25]
Os italianos sonhavam com a repetição da vitória de Gerhard Berger do ano anterior, mas na metade da prova, o austríaco estava a quatorze segundos de Senna e tinha Prost seis segundos atrás de si, enquanto o dueto da McLaren alternava as volta mais rápida do domingo.[26] Com McLaren, Ferrari e Williams nas primeiras posições, a configuração da prova começou a mudar após três quartos do percurso, quando o carro vermelho de Nigel Mansell ficou pelo caminho por quebra de câmbio na volta quarenta e um, quase ao mesmo tempo que Alain Prost ultrapassa Gerhard Berger por fora na saída da Parabólica e assume o segundo lugar. Aguerrido, o francês acelera como se não tivesse nada a perder, embora estivesse a vinte e três segundos de seu companheiro de equipe.[23]
Momentaneamente, os resultados de pista encurtam a distância entre os pilotos da McLaren para oito pontos a favor de Prost, contudo a a quebra do motor de Senna ao aproximar-se da Parabólica na quadragésima quarta volta fez a torcida italiana vibrar,[3] pois Alain Prost, futuro piloto da Ferrari, assumiu a liderança, três e quatro segundos à frente de Berger. No antepenúltimo giro, Prost extrai do carro a velocidade necessária para cruzar a linha de chegada sete segundos à frente de Berger, que terminou a corrida à frente das Williams de Thierry Boutsen e Riccardo Patrese, com Jean Alesi em quinto pela Tyrrell e Martin Brundle em sexto pela Brabham.[2] Graças a esse resultado, a McLaren atingiu 122 pontos e sagrou-se campeã mundial de construtores, mas ao final da cerimônia do pódio, uma cena inacreditável aconteceu: Alain Prost afrontou Ron Dennis ao jogar o troféu de vencedor da corrida para a torcida italiana ignorando os direitos contratuais do time britânico sobre a peça.[3] Embevecida pela vitória de um futuro piloto da Ferrari, a torcida italiana deleitou-se mais como o troféu de Alain Prost que com o segundo lugar de Gerhard Berger, de volta aos pontos desde o Grande Prêmio do Japão de 1988, quando terminou em quarto lugar.[27]
Vencer quando parecia impossível não melhorou o humor de Alain Prost, que açoitou a McLaren: "Quem conhece da mecânica e técnica reconhece um carro ruim ao sentar-se nele. Por isso digo que meu carro jamais ganharia esta corrida. Se até o final dos treinos de sexta-feira tudo estava bem, a partir daí tudo passou a correr mal. Eu me queixava disto e daquilo, mas não sentia firmeza de que a equipe trabalhava para resolver os problemas",[28] disse antes de afirmar que seu motor Honda "nunca esteve em ordem" e creditar sua vitória a "um golpe de sorte". Nem parecia ser ele o líder do mundial de pilotos com 71 pontos, vinte à frente de Ayrton Senna.[29] O brasileiro, aliás, descreveu sua má sorte de forma linear: "Simplesmente aconteceu a mesma coisa que em Montreal: o motor ficou sem óleo. Ele simplesmente quebrou. Eu desliguei o motor e tentei chegar ao boxe, mas caiu óleo sobre as rodas e eu acabei rodando na curva antes dos boxes".[30] Uma maneira objetiva de dizer que suas chances de vitória e de título viraram fumaça.
Classificação
Pré-qualificação
| Pos. | Nº | Piloto | Construtor | Tempo | Diferença |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 30 | Lola-Lamborghini | 1:26.623 | — | |
| 2 | 29 | Lola-Lamborghini | 1:27.829 | + 1.206 | |
| 3 | 17 | Osella-Ford | 1:27.980 | + 1.357 | |
| 4 | 37 | Onyx-Ford | 1:28.344 | + 1.721 | |
| 5 | 36 | Onyx-Ford | 1:28.588 | + 1.965 | |
| 6 | 40 | AGS-Ford | 1:28.813 | + 2.190 | |
| 7 | 31 | Coloni-Ford | 1:28.864 | + 2.241 | |
| 8 | 18 | Osella-Ford | 1:28.884 | + 2.261 | |
| 9 | 34 | Zakspeed-Yamaha | 1:29.472 | + 2.849 | |
| 10 | 35 | Zakspeed-Yamaha | 1:30.085 | + 3.462 | |
| 11 | 33 | EuroBrun-Judd | 1:30.089 | + 3.466 | |
| 12 | 41 | AGS-Ford | 1:30.882 | + 4.259 | |
| 13 | 32 | Coloni-Ford | 1:31.606 | + 4.983 |
Treinos classificatórios
| Pos. | N.º | Piloto | Construtor | Q1 | Q2 | Grid |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 1 | McLaren-Honda | 1:25.021 | 1:23.720 | — | |
| 2 | 28 | Ferrari | 1:24.734 | 1:24.998 | + 1.014 | |
| 3 | 27 | Ferrari | 1:24.739 | 1:24.979 | + 1.019 | |
| 4 | 2 | McLaren-Honda | 1:25.872 | 1:25.510 | + 1.790 | |
| 5 | 6 | Williams-Renault | 1:26.195 | 1:25.545 | + 1.825 | |
| 6 | 5 | Williams-Renault | 1:26.155 | 1:26.392 | + 2.435 | |
| 7 | 30 | Lola-Lamborghini | 1:27.118 | 1:26.985 | + 3.265 | |
| 8 | 19 | Benetton-Ford | 1:27.162 | 1:27.052 | + 3.332 | |
| 9 | 20 | Benetton-Ford | 1:28.367 | 1:27.397 | + 3.677 | |
| EXC | 8 | Brabham-Judd | 1:28.377 | [nota 3] | — | |
| 10 | 4 | Tyrrell-Ford | [nota 4] | 1:27.399 | + 3.679 | |
| 11 | 11 | Lotus-Judd | 1:28.135 | 1:27.508 | + 3.788 | |
| 12 | 7 | Brabham-Judd | 1:27.627 | 1:27.637 | + 3.907 | |
| 13 | 29 | Lola-Lamborghini | 1:28.586 | 1:27.803 | + 4.083 | |
| 14 | 3 | Tyrrell-Ford | 1:29.187 | 1:27.822 | + 4.102 | |
| 15 | 23 | Minardi-Ford | 1:28.397 | 1:27.923 | + 4.203 | |
| 16 | 9 | Arrows-Ford | 1:28.092 | 1:29.031 | + 4.372 | |
| 17 | 22 | Dallara-Ford | 1:28.129 | 1:28.180 | + 4.472 | |
| 18 | 16 | March-Judd | 1:31.969 | 1:28.430 | + 4.710 | |
| 19 | 12 | Lotus-Judd | 1:28.769 | 1:28.441 | + 4.721 | |
| 20 | 21 | Dallara-Ford | 1:28.596 | 1:28.708 | + 4.876 | |
| 21 | 26 | Ligier-Ford | 1:28.669 | 1:29.537 | + 4.949 | |
| 22 | 37 | Onyx-Ford | 1:28.684 | 1:29.058 | + 4.964 | |
| 23 | 25 | Ligier-Ford | 1:28.685 | 1:28.843 | + 4.965 | |
| 24 | 17 | Osella-Ford | 1:29.265 | 1:28.773 | + 5.053 | |
| 25 | 15 | March-Judd | 1:29.192 | 1:28.923 | + 5.203 | |
| 26 | 24 | Minardi-Ford | 1:29.592 | 1:29.293 | + 5.573 | |
| 27 | 10 | Arrows-Ford | 1:29.884 | 1:29.554 | + 5.834 | |
| 28 | 38 | Rial-Ford | 1:32.074 | 1:31.830 | + 8.110 | |
| 29 | 39 | Rial-Ford | [nota 4] | 1:36.295 | + 12.575 | |
| Fontes:[31][32] | ||||||
Corrida
Tabela do campeonato após a corrida
|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
- Nota: Somente as primeiras cinco posições estão listadas e a campeã mundial de construtores surge grafada em negrito. Entre 1981 e 1990 cada piloto podia computar onze resultados válidos por temporada não havendo descartes no mundial de construtores.
Notas
- ↑ Em 1950 seria realizado o vigésimo "Grande Prêmio da Itália", mas o mesmo foi erroneamente creditado como o vigésimo primeiro e por esta razão a numeração oficial do evento contém uma prova a mais que as efetivamente realizadas.
- ↑ Raymond Sommer, Louis Rosier e Robert Manzon não figuram como pilotos oficiais da Ferrari, pois competiram em equipes privadas que usavam o chassis do time de Maranello, embora Manzon apareça como inscrito para o Grande Prêmio da Suíça de 1954 pela Ferrari, mas não se classificou.
- ↑ Dez pilotos nativos estavam aptos a participar do Grande Prêmio da Itália de 1989, mas Stefano Modena foi excluído da etapa ao não realizar a pesagem obrigatória do carro após o treino de sexta-feira.
- ↑ a b Jean Alesi e Pierre-Henri Raphanel foram desclassificados do treino de sexta-feira porque os aerofólios traseiros de seus carros estavam fora das especificações.
- ↑ Voltas na liderança: Ayrton Senna 44 voltas (1-44), Alain Prost 19 voltas (45-63).
Referências
- ↑ a b c «1989 Italian GP – championships (em inglês) no Chicane F1». Consultado em 18 de setembro de 2021
- ↑ a b c «1989 Italian Grand Prix - race result». Consultado em 19 de agosto de 2018
- ↑ a b c Fred Sabino (10 de setembro de 2019). «Há 30 anos, Alain Prost venceu em Monza e, irritado com a McLaren, jogou troféu para torcida». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 10 de setembro de 2019
- ↑ a b «Italian GP, 1989 (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 8 de agosto de 2025
- ↑ «Biografia de Maurice Trintignant (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 8 de agosto de 2025
- ↑ «Biografia de Jean Behra (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 8 de agosto de 2025
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- ↑ Fred Sabino (25 de junho de 2019). «Um dos nomes mais simpáticos da Fórmula 1, Patrick Tambay completa 70 anos de idade». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 8 de agosto de 2025
- ↑ Fred Sabino (4 de julho de 2018). «Os 70 anos de René Arnoux, um dos mais arrojados pilotos da década de 1980». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 8 de agosto de 2025
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- ↑ Livio Oricchio (4 de fevereiro de 2015). «Livio Oricchio: Jerez me traz à memória o assustador acidente de Donnelly». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 9 de agosto de 2025
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- ↑ Wagner Gonzalez (11 de setembro de 1989). «Senna pára (sic). Prost perto do tri. Automobilismo – p. 09». Jornal dos Sports. Consultado em 7 de dezembro de 2025
- ↑ Wagner Gonzalez (7 de setembro de 1989). «Francês faz sua média com a equipe italiana. Automobilismo – p. 09». Jornal dos Sports. Consultado em 7 de dezembro de 2025
- ↑ Wagner Gonzalez (7 de setembro de 1989). «Ayrton, agora, só espera a ajuda do céu. Automobilismo – p. 10». Jornal dos Sports. Consultado em 7 de dezembro de 2025
- ↑ «Coca Cola Italian Grand Prix - Qualifying 1». Consultado em 13 de agosto de 2025
- ↑ «Coca Cola Italian Grand Prix - Qualifying 2». Consultado em 13 de agosto de 2025
| Precedido por Grande Prêmio da Bélgica de 1989 |
FIA Campeonato Mundial de Fórmula 1 Ano de 1989 |
Sucedido por Grande Prêmio de Portugal de 1989 |
| Precedido por Grande Prêmio da Itália de 1988 |
Grande Prêmio da Itália 59ª edição |
Sucedido por Grande Prêmio da Itália de 1990 |
