Good Night Stories for Rebel Girls
| Good Night Stories for Rebel Girls | |
|---|---|
| Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes [PT] Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes [BR] | |
![]() Capa da versão brasileira do livro | |
| Autor(es) | Elena Favilli Francesca Cavallo |
| Idioma | inglês |
| País | Estados Unidos |
| Assunto | Não-ficção para crianças |
| Série | Good Night Stories for Rebel Girls |
| Editora | Timbuktu Pub |
| Lançamento | 10 de novembro de 2016[1] |
| Páginas | 224 |
| ISBN | 978-0997895810 |
| Edição portuguesa | |
| Tradução | Francisca Cortesão[2] |
| Editora | Nuvem de Tinta |
| Páginas | 212 |
| ISBN | 978-9897879890 |
| Edição brasileira | |
| Tradução | Carla Bitelli Flávia Yacubian Zé Oliboni[3] |
| Editora | VR Editora |
| Lançamento | 1 de janeiro de 2017 |
| Páginas | 220 |
| ISBN | 978-8550700724 |


Good Night Stories for Rebel Girls, lançado no Brasil como Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes e em Portugal como Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes, é o primeiro de série de livros contando a história de cem mulheres notáveis na forma de contos de ninar, para um público-alvo de 6 a 9 anos. Lançada em 2016 através de uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Kickstarter, o projeto alcançou uma marca 15 vezes superior ao orçamento inicial de 40 mil dólares,[4] quebrando os recordes da plataforma para o financiamento coletivo de obras literárias.[5]
O primeiro livro, com o subtítulo Cem fábulas sobre mulheres extraordinárias (em Portugal, Cem histórias sobre mulheres extraordinárias) traz de forma sucinta histórias de cem mulheres inspiradoras, de Frida Kahlo à Cleópatra, passando pelo ativismo de Malala Yousafzai e o gênio visionário de Ada Lovelace, assim como as brasileiras Cora Coralina e Maya Gabeira, com textos simples, de uma página, acompanhadas de uma ilustração, também desenhadas por mulheres.[6][7]
A primeira edição figurou na lista de livros infantis mais vendidos do New York Times por 39 semanas,[8] sendo traduzido para 50 idiomas e publicado em mais de 110 países.[9] Uma versão expandida do primeiro livro foi lançada em 2025, incluindo 22 histórias adicionais.[10]
O segundo volume da série, Good Night Stories for Rebel Girls 2, também foi financiado através do Kickstarter no ano de 2017,[11] superando o valor recorde do primeiro volume e sendo o projeto com o financiamento mais rapidamente atingido na plataforma até então.[12]
Ilustrações
A primeira edição do livro conta com a participação da artista portuguesa Helena Morais Soares, responsável pelos desenhos que ilustram as histórias de Miriam Makeba e Frida Kahlo. Já a segunda edição conta com a portuguesa Joana Estrela, que ilustrou as histórias da astrofísica Sara Seager e da ativista norte-coreana Park Yeon-mi.[13]
Recepção
O primeiro livro vendeu mais de um milhão de cópias até 2017,[14] com a série chegando a 7 milhões de exemplares vendidos em 2021.[15] Críticos o avaliaram positivamente como sendo uma alternativa a como meninas e mulheres são retratadas na ficção (tais como princesas da Disney), ou livros sobre heróis tipicamente masculinos. Ele foca em contar a meninas que elas podem ser o que quiserem ser quando crescer, independente da opinião de outras pessoas.[16]
Em setembro de 2019, o conselho do governo turco para a proteção de menores contra publicações obscenas determinou que o livro só poderia ser vendido a adultos e deveria ser mantido fora da vista nas lojas, afirmando que "alguns dos escritos no livro terão uma influência prejudicial na mente de menores de 18 anos".[17]
A inclusão de Aung San Suu Kyi no livro foi criticada por ela não ter condenado a perseguição em curso aos rohingya em Myanmar.[18] Favilli e Cavallo comentaram que consideram (mas não se comprometem a) removê-la de futuras edições do livro.[19][20]
Tricia Lowther criticou o título do livro por exclusividade de gênero, considerando que ele implica que apenas meninas deveriam aprender sobre as mulheres no livro.[21]
Em Portugal, a comentarista de livros Paula Cosme Pinto do jornal Expresso publicou: "Espero que a ironia da palavra ‘rebeldes’ no título do livro um dia deixe de ser necessária. Mas para já, sim, é uma rebeldia dar prioridade a exemplos femininos enquanto fonte de inspiração. Vivemos num mundo onde os heróis são maioritariamente masculinos. Mais uma vez, nada contra a homens que são super-heróis, obviamente. Mas não continuemos a fazer deles heróis maiores e tantas vezes exclusivos, esquecendo ou menosprezando as múltiplas qualidades e capacidades de tantas mulheres mundo fora, cujos feitos extraordinários são igualmente heroicos e geniais. Se o mundo da ficção ainda não consegue ter ideias para fazê-lo com a constância com que o faz para a figura masculina, então deixemos que a realidade sirva de fonte de inspiração. Este é um belíssimo exemplo de como isso é possível."[22]
Série de livros
Outros livros (spin-off) da série foram lançados, tais como 100 Immigrant Women Who Changed the World (lançado em 2021 no Brasil como Historias de Ninar para Garotas Rebeldes: 100 mulheres imigrantes que mudaram o mundo)[15] e Rebel Girls Celebrate Pride (lançado em Portugal como Raparigas Rebeldes - Celebrar o Orgulho), com 25 histórias de pessoas da comunidade LGBT,[23] assim como uma série voltada para adolescentes, Growing Up Powerful.[10]
Em 2023 houve o lançamento de uma versão exclusiva brasileira: Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: 100 Brasileiras Extraordinárias, com perfis que vão desde as artes, com Clarice Lispector e Conceição Evaristo até a política, com Dilma Rousseff e Marielle Franco.[24]
Em 2025, foi lançada 100 Mulheres Negras Extraordinárias, com o foco em mulheres negras, como a jogadora de tênis Naomi Osaka, figuras históricas como a aviadora Bessie Coleman, a cineasta Ava DuVernay, a musa do soul Aretha Franklin, a ativista Angela Davis e a política e ativista brasileira Erika Hilton, dentre outas.[25]
A série de livros inspirou uma série semelhante voltada para um público masculino, Stories for Boys Who Dare to be Different (publicada no Brasil como Histórias para Rapazes Que Ousam Ser Diferente),[26] escrita por Ben Brooks e ilustrada por Quinton Winter.[27][28] Ambos também colaboraram em um livro voltado para um público neutro em termos de gênero, contendo uma mistura de modelos masculinos e femininos, Stories for Kids Who Dare to be Different, lançado em Portugal como Histórias para Ti que Ousas Ser Diferente.[29]
O sucesso da série serviu como inspiração para publicações brasileiras com temática semelhante, como 50 Brasileiras Incríveis para conhecer antes de crescer, de Débora Thomé.[30]
Podcast
Em 2018 foi lançado um podcast com o nome do livro na edição brasileira: Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes, produzido pela B9 com participações de Daniela Mercury, Jout Jout e Estela Renner.[31][32]
Mulheres retratadas
Segue a lista de personalidades retratadas no primeiro livro:[33]
- Ada Lovelace, matemática
- Alek Wek, supermodelo
- Alfonsina Strada, ciclista
- Alicia Alonso, bailarina
- Ameenah Gurib-Fakim, presidenta e cientista
- Amelia Earhart, aviadora
- Amna Al Haddad, halterofilista
- Ann Makosinski, inventora
- Anna Politkovskaya, jornalista
- Artemisia Gentileschi, pintora
- Ashley Fiolek, motociclista
- Astrid Lindgren, escritora
- Aung San Suu Kyi, política
- Balkissa Chaibou, ativista
- Brenda Chapman, diretora
- Catarina, A Grande, imperatriz
- Cholitas Escaladoras, alpinistas
- Claudia Ruggerini, partidária
- Cleópatra, rainha
- Coco Chanel, estilista
- Cora Coralina, poetisa e confeiteira
- Coy Mathis, aluna do ensino fundamental
- Elizabeth I, rainha
- Eufrosina Cruz, ativista e política
- Evita Perón, política
- Fadumo Dayib, política
- Florence Nightingale, enfermeira
- Frida Kahlo, pintora
- Grace Hopper, cientista da computação
- Grace O'Malley, pirata
- Harriet Tubman, defensora da liberdade
- Hatshepsut, rainha
- Helen Keller, ativista
- Hillary Rodham Clinton, política
- Hipátia, matemática e filósofa
- Irena Sendlerowa, heroína de guerra
- Irmãs Brontë, escritoras
- Irmãs Mirabal, ativistas
- Isabel Allende, escritora
- Jacquotte Delahaye, pirata
- Jane Austen, escritora
- Jane Goodall, primatóloga
- Jessica Watson, marinheira
- Jill Tarter, astrônoma
- Jingu, imperatriz
- Joan Jett, estrela do rock
- Julia Child, chefe de cozinha
- Kate Sheppard, sufragista
- Lakshmi Bai, rainha e guerreira
- Lella Lombardi, pilota de Fórmula 1
- Lozen, guerreira
- Mae C. Jemison, astronauta e médica
- Malala Yousafzai, ativista
- Manal Al-Sharif, ativista
- Margaret Hamilton, cientista da computação
- Margaret Thatcher, primeira-ministra
- Margherita Hack, astrofísica
- Maria Callas, cantora de ópera
- Maria Montessori, médica e educadora
- Maria Reiche, arqueóloga
- Maria Sibylla Merian, naturalista
- Marie Curie, cientista
- Mary Anning, paleontóloga
- Mary Edwards Walker, cirurgiã
- Mary Kom, boxeadora
- Matilde Montoya, médica
- Maud Stevens Wagner, tatuadora
- Maya Angelou, escritora
- Maya Gabeira, surfista
- Melba Liston, trombonista
- Michaela Deprince, bailarina
- Michelle Obama, advorada e ex-primeira-dama
- Millo Castro Zaldarriaga, baterista
- Miriam Makeba, ativista e cantora
- Misty Copeland, bailarina
- Nancy Wake, espiã
- Nanny dos Maroons, rainha
- Nellie Bly, jornalista
- Nettie Stevens, geneticista
- Nina Simone, cantora
- Policarpa Salavarrieta, espiã
- Rita Levi Montalcini, cientista
- Rosa Parks, ativista
- Ruth Bader Ginsburg, juíza da Suprema Corte
- Ruth Harkness, exploradora
- Seondeok de Silla, rainha
- Serena e Venus Williams, tenistas
- Simone Biles, ginasta
- Sonita Alizadeh, rapper
- Sylvia Earle, bióloga marinha
- Tamara de Lempicka, pintora
- Virginia Woolf, escritora
- Wang Zhenyi, astrônoma
- Wangari Maathai, ativista
- Wilma Rudolph, atleta
- Xian Zhang, maestra
- Yaa Asantewaa, rainha guerreira
- Yoko Ono, artista
- Yusra Mardini, nadadora
- Zaha Hadid, arquiteta
Referências
- ↑ «Good Night Stories for Rebel Girls: 100 Tales of Extraordinary Women: 1 : Favilli, Elena, Cavallo, Francesca: Amazon.nl: Books». Amazon (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Histórias de adormecer para raparigas rebeldes / Elena Favilli, Francesca Cavallo; [ilustrações de Elisabetta Stoinich... et al.] ; tradução [de] Francisca Cortesão». Biblioteca Municipal de Sever do Vouga. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes | Amazon.com.br». Amazon. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Good Night Stories for Rebel Girls - 100 tales to dream BIG» [Histórias para dormir para garotas rebeldes - 100 contos para sonhar GRANDE]. Kickstarter (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «How two 'rebel girls' shook up publishing» [Como duas 'garotas rebeldes' revolucionaram o mercado editorial]. The Edition (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Pompermaier, Henrique (13 de março de 2017). «Histórias de ninar para um novo século». Revista Cult. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Histórias de ninar para garotas (e mulheres) rebeldes». InovaSocial. 2 de março de 2017. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Children's Middle Grade Hardcover Books - Best Sellers - Books - April 8, 2018» [Livros Infantis de Capa Dura para o Ensino Fundamental II - Mais Vendidos - Livros - 8 de abril de 2018]. New York Times (em inglês). 8 de abril de 2018. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Good Night Stories For Rebel Girls (New Edition)». Rebel Girls (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ a b Knight, Lucy (21 de março de 2025). «'Every push forward is opposed by backward forces': why the new Rebel Girls book is more needed than ever» [“Todo avanço encontra resistência”: por que o novo livro Rebel Girls é mais necessário do que nunca]. The Guardian (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Kickstarter Gold: Good Night Stories for Rebel Girls 2». Kickstarter (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Ruiz, Rebecca (20 de junho de 2017). «This book for 'rebel girls' is now the fastest-funded publishing project on Kickstarter» [Este livro para 'garotas rebeldes' é agora o projeto editorial com financiamento mais rápido no Kickstarter]. Mashable (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Redação DN, ed. (14 de dezembro de 2017). «Joana Estrela entra em novo livro de "Histórias de adormecer para raparigas rebeldes"». Diário de Notícias. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Walker, Esther (26 de novembro de 2017). «Good Night Stories for Rebel Girls — a revolution at bedtime» [Histórias para dormir para garotas rebeldes — uma revolução na hora de dormir]. The Times (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2026. (pede subscrição (ajuda))
- ↑ a b Pati, Camila (9 de dezembro de 2021). «Série de sucesso, "Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes" ganha 3º livro». Cláudia. Consultado em 4 de fevereiro de 2026. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2026. (pede subscrição (ajuda))
- ↑ O'Farrell, Maggie (15 de dezembro de 2017). «In praise of JK Rowling and all other Rebel Girls» [Em louvor a J.K. Rowling e todas as outras garotas rebeldes]. The Guardian (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ EFE, ed. (6 de outubro de 2019). «Turquia censura livro Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: "Obsceno"». UOL. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Indo Asian News Service, ed. (25 de dezembro de 2017). «Not our hero anymore: Calls to cut Suu Kyi from Good Night Stories for Rebel Girls» [Ela não é mais nossa heroína: pedidos para que Suu Kyi seja retirada do elenco de Histórias para Dormir para Garotas Rebeldes]. Hindustan Times (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Schaub, Michael (27 de dezembro de 2017). «Does Aung San Suu Kyi belong in a children's book of heroic women, 'Rebel Girls'?» [Será que Aung San Suu Kyi deveria estar num livro infantil sobre mulheres heroicas, como "Garotas Rebeldes"?]. Los Angeles Times (em inglês)
- ↑ Merrick, Jane (24 de dezembro de 2017). «Parents demand Aung San Suu Kyi is cut from children's book of role models» [Pais exigem que Aung San Suu Kyi seja retirada de livro infantil sobre modelos a seguir]. The Guardian (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Lowther, Tricia (24 de abril de 2018). «Why no stories for rebel children? Don't divide young readers by gender» [Por que não existem histórias para crianças rebeldes? Não divida os jovens leitores por gênero]. The Guardian (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Cosme Pinto, Paula (14 de setembro de 2017). «Histórias de adormecer para miúdas rebeldes». Expresso. Consultado em 4 de fevereiro de 2026.
Espero que a ironia da palavra ‘rebeldes’ no título do livro um dia deixe de ser necessária. Mas para já, sim, é uma rebeldia dar prioridade a exemplos femininos enquanto fonte de inspiração. Vivemos num mundo onde os heróis são maioritariamente masculinos. Mais uma vez, nada contra a homens que são super-heróis, obviamente. Mas não continuemos a fazer deles heróis maiores e tantas vezes exclusivos, esquecendo ou menosprezando as múltiplas qualidades e capacidades de tantas mulheres mundo fora, cujos feitos extraordinários são igualmente heroicos e geniais. Se o mundo da ficção ainda não consegue ter ideias para fazê-lo com a constância com que o faz para a figura masculina, então deixemos que a realidade sirva de fonte de inspiração. Este é um belíssimo exemplo de como isso é possível.
- ↑ «Raparigas Rebeldes - Celebrar o Orgulho - Cartonado - Vários, Marta Nazaré - Compra Livros na Fnac.pt». Fnac. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Gesteira, Felipe (28 de dezembro de 2023). «Histórias de ninar para garotas rebeldes traz lista para inspirar meninas brasileiras». Termômetro da Política. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «100 mulheres negras extraordinárias». Publish News. 21 de fevereiro de 2025. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Histórias para Rapazes Que Ousam Ser Diferente | Amazon.com.br». Amazon. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Brooks, Ben (5 de abril de 2018). «Why we need new role models for boys who dare to be different» [Por que precisamos de novos modelos para meninos que ousam ser diferentes?]. The Daily Telegraph (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2026. (pede subscrição (ajuda))
- ↑ Flood, Alison (20 de abril de 2018). «Good Night Stories for Rebel ... Boys? Male versions of bestseller arrive on shelves» [Histórias para dormir para meninos rebeldes? Versões masculinas do best-seller chegam às prateleiras]. The Guardian (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ «Histórias para Ti que Ousas Ser Diferente, de Ben Brooks - Livro». Livraria Bertrand. Consultado em 4 de fevereiro de 2026
- ↑ Thomé, Débora (2017). 50 Brasileiras Incríveis para conhecer antes de crescer. Rio de Janeiro: Record. ISBN 978-85-01-11431-0
- ↑ «Com Jout Jout, podcast conta histórias de mulheres inspiradoras». Lunetas. 18 de julho de 2019. Consultado em 12 de abril de 2020. Cópia arquivada em 11 de abril de 2020
- ↑ Schiavon, Fabiana (19 de outubro de 2019). «Crianças aderem aos podcasts para ouvir histórias e matar a curiosidade». Folha de S.Paulo. Consultado em 12 de abril de 2020. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2019
- ↑ Favilli, Elena; Cavallo, Francesca (2017). Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: Cem fábulas sobre mulheres extraordinárias. São Paulo: [s.n.] ISBN 978-85-507-0072-4
Leitura adicional
- Corado Rocha, Elizânia (2021). Um olhar reflexivo acerca do livro histórias de ninar para garotas rebeldes - 100 fábulas sobre mulheres extraordinárias de Elena Faville e Francesca Cavallo (Tese de Bacharelado). Porto Nacional: Universidade Federal do Tocantins
- Schneider, Laura (2022). Embalar, questionar, transgredir : narrativa e ruptura de paradigmas de gênero em Histórias de ninar para garotas rebeldes (Tese de Bacharelado). Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
